Angola produziu mais de um milhão de hectolitros de água mineral em 2010

Luanda –

O director nacional do gabinete de estudos, planeamento e estatística do Ministério da Geologia e Minas e da Indústria, José Gonçalves, afirmou hoje, em Luanda, que o país produziu, no ano transacto, um milhão 231 mil e 911 hectolitros de água mineral, contra 481 mil e 365 hectolitros em 2009.

 “A produção de água hoje já pode cobrir as nossas necessidades. Significa que o país tem uma produção considerável e que podemos prescindir das importações de água mineral”, afirmou José Gonçalves em declarações à Angop.

 “Por esta razão, estamos a propor que na nova pauta aduaneira que entra em vigor em 2012 se aumente a taxa de importação de água mineral”, referiu.

Este aumento, sugeriu, iria estimular o surgimento de mais unidades fabris de tratamento e engarrafamento de água, assim como permitiria aquelas que já funcionam aumentar a sua produção e consequentemente fazer surgir um maior número de postos de trabalho.

 Informou que no ciclo de produção as empresas nacionais importam apenas as rolhas e o preformes (material plástico que por via do processo de sopro se transforma em garrafa em conformidade com o molde empregue).

A fonte adiantou para breve a entrada em funcionamento de mais quatro fábricas nas províncias da Huíla (duas), Kwanza Norte e Benguela.

“Existem muitas propostas de promotores nacionais e estrangeiros que pretendem construir fábricas de tratamento e engarrafamento de água. E quando se vê investidores neste segmento de produção significa que temos um bom mercado”, frisou.

 Esclareceu que o país possui actualmente muitas unidades de referência em Cabinda, Huíla, Bengo, Kwanza Sul, Benguela e Luanda.

Danone negocia compra da Minalba

Marcelo Onaga

         A Danone, uma das maiores empresas de alimentos do mundo, negocia neste momento a compra das marcas de água mineral Minalba e Indaiá, ambas pertencentes ao grupo Edson Queiroz, do Ceará.

        A Danone passou a investir pesadamente na área de águas bo Brasil com o lançamento da Bonafont e a criação de uma divisão específica para o produto. A empresa disputa o mercado com a rival suíça Nestlé, que também tem se reforçado no setor no Brasil.

Fonte: Revista Exame

Link:http://exame.abril.com.br/blogs/primeiro-lugar/2011/02/08/danone-negocia-compra-da-minalba/

 

Em Alagoas Consumidor deve ficar atento às diferenças entre água mineral e água adicionada de sais

 
por Marcela Oliveira
 
Há cerca de dois anos, começou a circular em Alagoas a água adicionada de sais, que difere da água mineral. De acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), esse tipo de água deve ser adicionada de pelo menos um dos seguintes sais, de grau alimentício: bicarbonato de cálcio, bicarbonato de magnésio, bicarbonato de potássio, bicarbonato de sódio, carbonato de cálcio, carbonato de magnésio, carbonato de potássio, carbonato de sódio, cloreto de cálcio, cloreto de magnésio, cloreto de potássio, cloreto de sódio, sulfato de cálcio, sulfato de magnésio, sulfato de potássio, sulfato de sódio, citrato de cálcio, citrato de magnésio, citrato de potássio, e citrato de sódio.
Márcio Ândrei
Márcio Ândrei

A comercialização da água adicionada de sais tem ganhado espaço pela facilidade de se obter a autorização e pelo preço que se torna mais atrativo do que o da água mineral. Entretanto, o consumidor deve ficar atento às diferenças entre os dois produtos.

Questionado pelo Primeira Edição a respeito das características de cada uma delas, o presidente do Sindicato das Indústrias de Engarrafamento de Água Mineral do Estado de Alagoas (Sindagua), Felix Eugênio Oiticica Berard, disse que para explorar água mineral é necessário obter a concessão de lavra emitida pelo Departamento Nacional de Produção Mineral, que vai avaliar rigorosamente diversos itens. Já para conseguir licença para água adicionas de sais, não há tantas exigências. Outra diferença que tem que ser levada em consideração é a de que a adicionada de sais é água industrializada.

O sindicato está programando fazer uma campanha publicitária para que a população fique atenta às diferenças dos dois tipos de água. Muita gente consome, já que o preço é inferior, e nem percebe que a água que está comprando não é natural porque essa informação vem em letras pequenas nos rótulos”.

Ainda de acordo com ele, a Associação Brasileira de Indústria de Água Mineral (Abinam) defendeu a criação de uma legislação específica para a água adicionada de sais. O projeto de lei (PLC 92/2010) define os tipos de água, as normas para rotulagem e os padrões de qualidade das águas adicionadas de produtos industrializados.

 De acordo com o projeto, o rótulo terá as expressões “Água adicionada de sais” ou “Água adicionada de vitaminas e minerais” impressas em tamanho que será, no mínimo, a metade do usado para grafar a marca do produto. Além disso, os rótulos devem informar as substâncias químicas adicionadas à água, em ordem decrescente de concentração, com as concentrações em miligramas por litro; a origem da água utilizada para produção e os processos para sua purificação complementar e desinfecção.

O projeto permite ainda a gaseificação de água adicionada de sais por meio da dissolução de dióxido de carbono, mas essa qualidade deve ser informada no rótulo do produto. Por outro lado, ele não pode relacionar o produto a marcas ou tipos de águas minerais comercializadas, nem devem ser indicadas as propriedades terapêuticas do produto.

Pesquisa feita em outubro do ano passado pelo Sindagua em amostras de água adicionadas de sais constatou-se a presença de bicarbonato de sódio inferior a exigida em legislação. “Em um botijão tinha 10 mg, em outro, 17mg, quando a quantidade mínima exigida é de 30 mg”, disse o presidente do Sindagua. O resultado foi levado para a Vigilância Sanitária Estadual para que apure o caso.

Força Sindical distribui 2 caminhões de água mineral para a região de seca em Lavras do Sul

Fonte: Assessoria de Imprensa da Força Sindical – RS

 

         A Força Sindical-RS distribuiu 20 mil litros de água em Lavras do Sul nesta terça-feira, em ato de solidariedade com a comunidade local. Lavras do Sul sofre pela falta de água em função da seca na região. A quantia equivalente a dois caminhões cheios de bombonas de água foi entregue pelo presidente da Força Sindical-RS, Clàudio Janta, que esteve na cidade e encontrou lideranças políticas e da comunidade. Na Câmara de Vereadores, a Força Sindical-RS recebeu o agradecimento dos moradores e lideranças do município.

        O coordenador das ações da central na região, Aristides Costa, enalteceu a atitude da Força Sindical-RS. “Essa ação é muito importante para nossa região, principalmente para nossos conterrâneos das zonas rurais que tinham que ir longe em busca de um pouco de água”, contou.

       A reunião na Câmara de Vereadores de Lavras contou com a presença de lideranças, professores, advogados e comunidade em geral.

       O presidente do PDT da cidade, Airton Jardim, falou que a Força é um exemplo para as entidades da sociedade.”É com imensa satisfação que agradecemos a iniciativa da Força Sindical de trazer este beneficio para nossa cidades. Agradeço profundamente”, disse.

        Já o diretor da Rádio Pepita, Sávio Prestes, ao agradecer, falou das agruras pelas quais a comunidade passa por causa da seca na região.”Neste momento que vemos a Força Sindical trazendo um bem tão precioso como água potável para esta comunidade que sofre com a seca temos que agradecer. Este gesto vai beneficiar muita gente. Ter um compromisso com o próximo é um ato muito bonito”, refletiu.

        Na mesma linha, o vereador Ricardo Martins (PDT) disse que a comunidade de Lavras está muito agradecida pela ajuda, que é um conforto para quem vive os problemas da falta de água.

       Para o presidente da Força Sindical-RS, Clàudio Janta, a iniciativa de ajudar deve ser uma missão de todos e que ações como essa têm sido encampadas pela central em nível nacional.

       “A iniciativa partiu da Força Sindical Nacional quando pediu para que nós da central estadual ajudássemos o Rio de Janeiro. Sabemos que nosso Rio Grande do Sul também está necessitando de ajuda, então resolvemos nos solidarizar com nosso povo que vem sofrendo com a seca e falta de água potável”, explicou.

        Além da solidariedade com as cidades vítimas de problemas ambientais, Janta lembrou do apreço que tem por Lavras do Sul e do quanto a contibuição foi significativa para a Força Sindical-RS.

INOVAÇÃO

         O mercado de água mineral passa por um período de avanços, abrindo espaço para criatividade e prestação de serviço.

       Precursora no estado dos garrafões coloridos e tampa de rosca, facilitando a vida dos consumidores, a Santa Maria quer agora inovar nas embalagens, exibindo imagens dos principais pontos turísticos de Natal.

        A Santa Maria conquistou a liderança por trabalhar o mercado de forma profissional e ousada, buscando a melhoria permanente, construindo idéias novas, atualizando tecnologia, procedimentos e incorporando inovação e ciência no negócio.

 

Fonte: http://www.aguamineralsantamaria.com.br/inovacao.php

Coca-Cola é isso aí

Multinacional anuncia ter encerrado 2010 R$ 17,7 bilhões mais gorda

sistema Coca-Cola Brasil fechou o ano de 2010 com faturamento de R$ 17,7 bilhões e investimentos de cerca de 2,2 bilhões. Com isso, a companhia atingiu volume de vendas de 10,6 bilhões de litros, o que significa crescimento de 11% na comparação com o resultado de 2009. No mundo, a empresa registrou crescimento de 5%, sendo que no quarto trimestre do ano passado cresceu 6%. Já o crescimento na América Latina foi de 5%, o mesmo percentual obtido no último trimestre de 2010. No Brasil o crescimento foi de 7%, conforme anunciou nesta quarta-feira o presidente da Coca-Cola Brasil, Xiemar Zarazúa, para quem a companhia vai investir ao longo deste ano cerca de R$ 2,5 bilhões e frisou que, de 2010 a 2014, a empresa vai implementar investimentos da ordem de R$ 11 bilhões. Nos últimos cinco anos a empresa investiu R$ 6 bilhões. 

-O Brasil tem cumprido o seu papel no atual cenário global, onde estão cada vez mais evidentes suas demonstrações de fôlego para crescer e abrigar negócios bem-sucedidos, baseados em seus fundamentos. Acreditamos neste potencial – comentou, ressaltando que o Brasil já é o quarto mercado para a companhia, perdendo, apenas, para os EUA, México, e China.

E salientou que a marca Coca-Cola continua sendo o carro-chefe da companhia. No ano passado, obteve crescimento de 12,5%.

– O Brasil está muito bem. A economia cresce e a empresa cresce no mesmo passo. Nosso grande desafio é continuar ampliando nosso portfólio para atender as demandas dos atuais e futuros consumidores – comentou, acrescentando que os recursos direcionados para investimentos contemplarão ações de em infra-estrutura, expansão e novas fábricas.

O diretor de Comunicação e Sustentabilidade da empresa, Marcos Simões, lembrou que, no ano passado, a Coca-Cola deu o primeiro passo ruma à garrafa sustentável do futuro ao se tornar pioneira no lançamento da PlanBottle na América Latina. Por ser 30% a base de planta, a embalagem, feita de PET, no qual o etanol da cana-de-açúcar substitui parte do petróleo utilizado como insumo, reduziu a emissão de gás carbônico (CO2) em 20%. E acrescentou que a empresa inaugurou, em Maceió, a primeira fábrica verde de refrigerantes do sistema, concebida dentro doa mais “rígidos padrões de sustentabilidade ambiental a conviver com bebidas e alimentos”.

Marcos Simões disse ainda que o ano de 2010 também foi marcado por grandes lançamentos como o Powerade, para hidratação dos atletas. Segundo ele, o produto chegou ao Brasil em maio do ano passado com uma proposta inovadora, ma vez que contém vitaminas do complexo B (B3,B6 e B12), carboidratos em concentração ideal para o consumo durante a prática de exercícios físicos prolongados, além de repor líquidos e sais minerais.

O Sistema Coca-Cola Brasil, segundo ele, gera 53 mil empregos diretos e só no ano passado abriu 9 mil novas vagas, e cerca de 500 mil empregos indiretos. Conta com 150 produtos de vários segmentos, 16 fabricantes de Coca-Cola, 46 unidades industriais, 37 fábricas de refrigerantes, três fábricas de chás, duas de sucos, uma de concentrados e três de água mineral.

Marcelo Bernardes

Indústria catarinense inova e coloca no mercado camisinha para as bombonas de água mineral

         O consumidor ambientalmente consciente e que deseja o melhor produto para consumir vive alguns dramas cotidianos. Ele não tem, por exemplo, a segurança de que o garrafão de 20 litros de água mineral seja devidamente utilizado quando está nas residências e o resultado é uma eterna suspeita quanto à real capacidade das envasadoras de garantir a perfeita higiene das embalagens.

         “As empresas que se antecipam na apresentação de soluções para problemas como o acima mencionado ganham expressivas vantagens competitivas“, salienta o diretor regional do SENAI de Santa Catarina. Além dos cursos de educação profissional, a instituição presta serviços de metrologia e de consultorias em gestão ambiental e tecnológica. Esta última auxilia as indústrias a desenvolver inovações.

Camisinha da água mineral

          Em 2011 deverão chegar ao mercado as primeiras bombonas de 20 litros de água mineral revestidas com uma película de plástico, que separa o frasco do líquido. Chamada oficialmente de Watterbag, mas apelidada de “camisinha da água mineral”, a invenção é uma iniciativa da Radcontrol Tecnologias para o Futuro, de Florianópolis. A empresa buscou um fornecedor de um plástico apropriado para uso em alimentos e no SENAI encontrou o apoio para a construção da máquina. A solução tecnológica foi encontrada e aprovada e o segundo passo é a redução do tamanho e a ampliação do número de cabeçotes, para facilitar a instalação e permitir o uso por envasadoras com maior volume de produção.

         Fiscalização aperta o setor de água mineral A Radcontrol constatou que é possível melhorar a qualidade da água vendida. Pesquisa do Inmetro em nove estados mostrou que, em alguns casos, até 70% das amostras estavam inadequadas por possuírem quantidade excessiva de microorganismos (patogênicos ou não). Outra vantagem pode ser econômica. Com a película, as envasadoras poderão pleitear uma mudança na legislação que determina o prazo de 36 meses de validade das bombonas. No segundo semestre de 2010, os consumidores da Grande Florianópolis perceberam que os supermercados começaram a prestar atenção à data de validade dos vasilhames recebidos. A Vigilância Sanitária apertou a fiscalização e as indústrias tiveram que colocar novas bombonas no mercado. “Outra redução de custos pode ocorrer no processo de produção, já que hoje a limpeza dos garrafões exige o consumo de 10 litros de água mineral (ou seja, 50% do volume a ser vendido”, explica o físico Walmoli Gerber Jr, diretor da Radcontrol.

Fonte: http://www.acontecendoaqui.com.br/posts/industria-catarinense-inova-e-coloca-no-mercado-camisinha-para-as-bombonas-de-agua-mineral

 

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