Água mineral em garrafa PET tem desreguladores endócrinos

Pesquisa da Universidade de Frankfurt comprova que 61% da água engarrafada em plástico estava contaminada; químico pode causar distúrbios hormonais


O Departamento de Ecotoxicologia Aquática da Universidade Goethe de Frankfurt divulgou recentemente estudo que constata a presença de desreguladores endócrinos na água mineral engarrafada em embalagem plástica. Os desreguladores são substâncias químicas que agem dentro do sistema endócrino, podendo causar distúrbios na síntese, secreção, transporte, ação ou na eliminação de hormônios, além de interrupção do próprio mecanismo hormonal. A pesquisa usou amostras de água engarrafada na França, Alemanha e Itália. Das 18 águas analisadas, 11 delas (61,1%) apresentaram uma resposta estrogênica significativa no ensaio biológico.
O resultado, de acordo com os pesquisadores, comprova que a embalagem PET é uma fonte de substância que age como estrogênio. Ainda segundo a pesquisa, a mesma água engarrafada em vidro apresentou 3x menos atividade estrogênica.  Os resultados estão de acordo com estudos anteriores e indicam que a contaminação de água mineral engarrafada com desreguladores endócrinos é um fenômeno transnacional.

Fonte: Science Direct

EM ALAGOAS

http://www.saude.al.gov.br/audio/vigilanciasanitariaesetordeaguamineralfazemp

Vigilância Sanitária e DNPM vão fiscalizar envasadoras de água mineral

Técnicos verificam garrafões, procedimento de captação, canalização, rotulagem, etc

Reunião define fiscalização (Foto: Assessoria)

Para assegurar maior eficiência nas ações de fiscalização nas empresas envasadoras de água mineral a Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) e o Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) firmaram convênio nesta terça-feira (15) para desenvolver ações integradas.

A partir do convênio técnico do DNPM e da Vigilância Sanitária Estadual poderão inspecionar as envasadoras que comercializam água mineral, que além do alvará de funcionamento, que deve ser emitido pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), esses estabelecimentos devem obedecer às normas de higiene, parâmetros que medem a quantidade de minerais na água e seguirem especificações inerentes à obrigatoriedade de apresentarem um selo de qualidade nos garrafões de 10 e 20 litros.

Por meio do convênio, os técnicos do DNPM e da Vigilância Sanitária Estadual poderão inspecionar simultaneamente o cumprimento dos parâmetros exigidos para a comercialização de água minera. Entre eles está o alvará de funcionamento, emitido pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), as normas de higiene, especificações no rótulo e selo de qualidade nos garrafões de 10 e 20 litros.

De acordo com o secretário de Estado da Saúde, Alexandre Toledo, a partir de agora as envasadoras terá que cumprir a legislação na sua integralidade, já que nenhum ponto da legislação vigente ficará sem a devida inspeção com a ação integrada dos técnicos da Vigilância Sanitária Estadual e do DNPM. “Com este convênio, as atribuições de cada um dos órgãos serão cumpridas simultaneamente, levando as envasadoras a sempre atuarem em conformidade com a legislação”, destacou.

O diretor da Vigilância Sanitária Estadual, Paulo Bezerra, informou que em Alagoas existem 12 empresas envasadoras de água mineral e outras duas que envasam água adicionada de sais. Durante as fiscalizações os técnicos vistoriam o reservatório, o setor de envase e de higienização dos garrafões, além da edificação do prédio, instalações e todo procedimento para captação, canalização, rotulagem, seleção de insumos, transporte, embalagem e controle de qualidade.

Para o superintendente estadual do DNPM, José Antônio Alves, a parceria com a Sesau irá assegurar que “os alagoanos consumam água mineral de qualidade, pois ela pode ser a transmissora de várias doenças, caso esteja contaminada. E o convênio com o DNPM irá assegurar que a Vigilância Sanitária Estadual atue com maior eficácia e realize fiscalizações amplas, analisando todos os pontos que devem ser vistoriados durante inspeções”, sentenciou.

EDIÇÃO 15 DO JORNAL ITATI

Acesse o link:

http://www.itati.com.br/din/aguaviva/aguaviva_ed15.pdf

Adulteração de produtos: não compre “gato por lebre”

Publicado em 17 de janeiro de 2011 por itati

Com a chegada do verão e o aumento do consumo de produtos da estação, alguns itens eventualmente podem ter alguma dificuldade em serem encontrados pelos consumidores.

Mas este não é o caso da Itati Água Mineral Natural em garrafões de 20 litros. Contando com um parque industrial moderno,  sua produção é ampliada no verão de forma suficiente a atender toda a sua clientela de distribuidores.

Mas eventualmente ocorrem rumores que alguns indivíduos que vendem e entregam estes produtos estariam cometendo irregularidades durante o processo de distribuição.

Segundo informações,  uma minoria de entregadores sem escrúpulos  estaria valendo-se de embalagens antigas para cometer a adulteração. Alguns vendedores (uns até mesmo sem o devido registro junto às prefeituras municipais), estariam retirando os rótulos de embalagens vazias  de produtos com valor comercial mais elevado como a Itati por exemplo, e colocando em embalagens de produtos similares de menor valor ou de procedência duvidosa. Agindo dessa forma ludibriam o consumidor que além de sofrer um prejuízo econômico, pensa estar consumindo um produto de melhor qualidade ou de sua confiança; mas na verdade está sendo lesado.

O lacre original (com a mesma logo do rótulo) é a garantia de um produto autêntico.

Normas legais:

Segundo os ditames do art. 272 do Código Penal Brasileiro, falsificação, corrupção, adulteração ou alteração de substância ou produtos alimentícios é crime punível com reclusão de quatro (quatro) a oito (oito) anos, e multa.

Informações relevantes:

A ingestão de alimentos ou bebidas contaminadas pode causar febre, mal estar, náuseas, vômitos e diarréia.

Veja os Cuidados que o consumidor deve ter na hora da compra:

– Sempre adquirir os produtos em locais e de distribuidores autorizados e de confiança do consumidor.

– O consumidor deve estar sempre atento ao lacre, o rótulo e a tampa da embalagem.

– A embalagem, rótulo e lacre devem ser da MESMA empresa. Caso contenham nomes diferentes de empresa ou de outro produto, devem ser recusados.

– Fotos dos produtos autênticos em embalagens originais são facilmente encontradas nos sites dos fabricantes.

– Caso você não tenha acesso a Internet, solicite pelo telefone do SAC do fabricante o envio de um folder pelos correios com fotos dos produtos para que você possa verificar a autenticidade dos mesmos.

– Em caso de dúvida o consumidor deve entrar em contato com o SAC (Serviço de Atendimento ao Cliente) da empresa, ou a Vigilância Sanitária do Estado ou Município.

– Sempre peça nota fiscal discriminada com o nome do vendedor, endereço, telefone e CNPJ do vendedor ou distribuidor. Recuse recibos ou apenas uma cópia do pedido de compra.

Sites:

www.anvisa.gov.br

www.dnpm.gov.br

http://www.inmetro.gov.br/

Em Canoas:

Departamento de vigilância Sanitária –  Rua Ipiranga, 70 Canoas – RS   3427 3222

Nos demais municípios as informações sobre a situação e regularidade dos distribuidores podem ser obtidas junto às prefeituras municipais nas secretarias de indústria e comércio e vigilância sanitária.

Linha de produção
Garrafões de Itati na linha de envase.

Água Mineral São Cristovão gera empregos

Água Mineral São Cristovão gera empregos
Água São Cristovão é extraída diretamente da fonte Umbaubá, mesmo nome do povoado onde está situada

Água Mineral São Crstóvão há três meses fazendo parte do mercado sergipano

Há aproximadamente três meses, o consumidor sergipano passou a contar com mais uma marca de água mineral. Quem compra garrafões de água de 20 litros já deve conhecer a Água Mineral São Cristovão, que não ouviu ainda, em breve ouvirá, pois a empresa está chegando com força total no ramo de água mineral em Sergipe.

O nome São Cristovão, foi inspirada na quarta cidade mais antiga do Brasil e a primeira capital de Sergipe. Uma homenagem à região com um grande manancial de água doce subterrânea, de qualidade indiscutível.

A Água São Cristovão é extraída diretamente da fonte Umbaubá, mesmo nome do povoado onde está situada – zona rural de São Cristovão. Mas precisamente na Rodovia João Bebe Água, a 12 quilômetros do centro de Aracaju, longe de qualquer tipo de poluição e contaminação.

Ao redor da fonte existe uma área de preservação ambiental com 50 hectares, protegida por uma reserva de Mata Atlântica, monitorada constantemente para assegurar a pureza e a qualidade da água.

A água é captada por um poço, perfurado em 2001, com 72 metros de profundidade, protegido por uma Área de Captação feita em alvenaria, toda azulejada e com piso em cerâmica, tendo entrada restrita apenas a pessoas autorizadas.

A vazão do poço é de 15.500 litros/hora. A empresa tem capacidade para engarrafar por dia 5 mil garrafões de 20 litros/cada. O sistema de captação, filtragem, condução, armazenagem e envase totalmente automático, é feita inteiramente de material inox da melhor qualidade, desde a bomba submersa, canos, o reservatório de 60 mil litros, além de filtros e máquinas.

A água passa por análise do Instituto Tecnológico e de Pesquisa do Estado de Sergipe – ITPS e o Laboratório Central de Saúde Pública – LACEN. A Água São Cristovão é rica em sais minerais sendo ideal para o consumo diário. Possui baixa concentração de sais dissolvidos, tornando-a simplesmente leve e de um paladar muito suave. A linha de produtos São Cristovão é composta de garrafões retornáveis de 10 e 20 litros.

Geração de emprego e renda 

Foram gerados 22 empregos diretos

Hoje a Água Mineral Natural São Cristovão emprega 22 pessoas, sendo que 70% delas são moradores do povoado Umbaubá e os demais de São Cristovão. “A maioria dos colaboradores está tendo a oportunidade do primeiro emprego e apenas três funcionários tinham experiência em água mineral”, conta o diretor comercial Guttemberg Gusmão.

Todos os colaboradores foram capacitados pelo Senai, que ministrou o curso de ‘Treinamento para adequação RDC 173’. “A carga horária do curso foi de 40 horas e eles passarão por reciclagem constantemente”, informou a diretora administrativa Juliana Gusmão.

Ascom

PERNAMBUCO

Os riscos da água mineral sem selo

 

Edição de quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011 
Ontem, Apevisa interditou nove pontos clandestinos. Meta é garantir qualidade e evitar doenças

 

Em 1º de janeiro de 2009 a Secretaria da Fazenda e a Agência de Vigilância Sanitária de Pernambuco (Apevisa) deram um salto no combate à venda de água mineral clandestina. O selo obrigatório nos botijões de 20 litros passou a ser a garantia de qualidade ao consumidor. Mesmo assim, a venda irregular não foi encerrada. Na Região Metropolitana do Recife, dos 14 pontos clandestinos existentes à época, nove ainda funcionavam normalmente. Ontem, a situação começou a mudar. A Apevisa interditou todos os estabelecimentos irregulares. Já a Delegacia do Consumidor autuou em flagrante os donos. O objetivo principal é garantir água mineral de qualidade e evitar doenças.

Hepatite A, cólera, crises gastroestomacais, vômito e diarreia. Esses são alguns dos males que a água de má qualidade pode causar, segundo o gerente geral da Apevisa, Jaime Brito. ´O risco é bastante elevado para os consumidores. Nos locais em que observamos a venda de água irregular as condições são horríveis. Os poços e caixas d’água são desprotegidos. Há, por exemplo, o risco de contaminação por ratos. É importante lembrar que a leptospirose leva à morte`, destacou.

Jaime Brito ressaltou a importância de o consumidor ficar atento ao selo encontrados nos botijões de 20 litros. ´Ele é a garantia de que a água é de qualidade e apropriada para o consumo humano. As pessoas devem ficar atentas e só comprar o produto se observarem o selo de segurança`, disse o gerente da Apevisa.

Durante a manhã ontem, equipes de técnicos da Apevisa e agentes da Delegacia do Consumidor interditaram nove chafarizes. Pontos que já vinham sendo investigados. Os responsáveis foram presos e, após prestar depoimento, pagaram fiança de R$ 2 mil para ser liberados.

De acordo com o delegado Roberto Wanderley, titular da especializada, todos os envolvidos no esquema já foram autuados pelo mesmo crime, há dois anos. Uma nova fiscalização será realizada em breve para comprovar que os locais não estão funcionando novamente com a venda clandestinade água. Os municípios do interior serão o próximo alvo da operação. Segundo estimativas da polícia, pelo menos 20 estabelecimentos devem ser fechados ainda neste mês. ´Estamos investigando e vamos fazer o flagrante nesses locais`.

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.

Junte-se a 746 outros seguidores

%d blogueiros gostam disto: