Eggers rejeita aumento de impostos para o setor de bebidas

Aumento de tributação proposto pelo governo pode levar a cortes; entidades se reúnem quinta com Guido Mantega

Patrícia Comunello

GILMAR LUÍS/JC O diretor-presidente da Fruki, Nelson Eggers.

          A indústria de bebidas frias (refrigerantes, cervejas, refrescos e energéticos) ameaça reduzir os investimentos de R$ 7,7 bilhões previstos para 2011 caso o governo mantenha a meta de aumentar a tributação do setor. Entidades do setor serão recebidas na próxima quinta-feira, às 12h, pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, quando esperam ter resposta do governo sobre pedido para suspender a medida. O segmento das chamadas tubaínas projeta fechamento em massa de negócios devido ao aumento de custo e impossibilidade de repassar a conta aos consumidores.

         A previsão de corte em expansões e novas plantas foi feita pelo presidente do Sindicato Nacional da Indústria da Cerveja (Sindicerv), Gilmar Viana, na sexta-feira. Segundo o industrial, a expectativa do setor é que o ministro renove acordo selado em 2009 e 2010 que garantiu o cancelamento da mudança tributária ante a promessa de novos investimentos pelo setor. “Como cumprimos o acordo em 2010, com injeção de R$ 5,4 bilhões na produção, esperávamos a mesma disposição para este ano”, explicou Viana. “Estava tudo engatilhado, mas com o anúncio da mudança tributária os investidores puxaram o freio.” O Sindicerv representa fabricantes como Ambev que respondem por 80% do mercado nacional, hoje em 12 bilhões de litros anuais.

No Estado, marcas regionais como a Fruki, de Lajeado, admitiram que poderão suspender planos de expansão da capacidade ante a aposta de queda nas vendas pelo aumento de preços. O diretor-presidente da empresa, Nelson Eggers, considera inevitável o repasse do aumento de custos com a medida. Ele está na torcida para que as negociações dos setores com o ministro possam alterar as regras. O empresário, que projeta investir R$ 20 milhões para ampliar a produção em até 40% de refrigerantes, reforça que as pequenas e médias indústrias sofrerão mais. “Mais uma vez a grande sairá em vantagem, pois pode absorver parte dos custos.”

O presidente da Associação dos Fabricantes de Refrigerantes do Brasil (Afrebras), que reúne as tubaínas, responsáveis por 8% do faturamento do setor, com PIB de R$ 20 bilhões em 2010, Fernando Rodrigues de Bairros, calcula que a elevação das alíquotas poderá chegar a 305% em alguns produtos, segundo estudo da associação. A média deve ficar entre 35% e 40%. Bairros alerta que as pequenas empresas, que industrializam 22% da produção brasileira, têm menor capacidade de absorver o aumento e terão de repassar aos preços. “A proposta do governo fechará pequenos negócios em todo o País”, sentenciou o dirigente, que estará na audiência com Mantega.

A correção ocorre devido a uma atualização nas tabelas do decreto 6.707, de 2008, e ao reajuste dos multiplicadores das embalagens em 20,80% para as embalagens PET, e de 25% para embalagens de vidro e lata. O multiplicador é aplicado sobre o preço de referência do produto constante na tabela. Sobre o resultado incide as alíquotas de 10% do IPI, de 2,50% do PIS e de 11,90% da Cofins. Com isso, a indústria chega aos valores unitários por litro para cada tributo. “Esse aumento gerará em algumas empresas um aumento na carga tributária que variará entre 20% e 305%”, contrasta Bairros.

O presidente da Fecomércio-RS, Zildo De Marchi, vê na intenção do governo em retomar a aplicação da legislação uma forma de compensar cortes de investimentos anunciados pela presidente Dilma Rousseff. Para De Marchi, o mecanismo tributário deverá frear o consumo ante a correção de preços ao consumidor ante o maior custo de produção.

Fonte: http://jcrs.uol.com.br/site/noticia.php?codn=56870

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Atenção, Minerador!

          O Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) informa que o prazo para envio do Relatório Anual de Lavra (RAL) ano base 2010, encerra-se no dia 15 de março de 2011, para detentores de direitos minerários relativos a Manifesto de Mina, Decreto de Lavra, Portaria de Lavra, Grupamento Mineiro, Consórcio de Mineração, Registro de Licença com Plano de Aproveitamento Econômico – PAE aprovado pelo DNPM, Permissão de Lavra Garimpeira, Registro de Extração e áreas tituladas com Guia de Utilização. Já para Registro de Licença sem Plano de Aproveitamento Econômico (PAE) aprovado pelo DNPM, o prazo vai até o dia 31 deste mês. Neste ano, não é necessário se fazer download do programa RAL. O preenchimento é feito online, diretamente pela página do DNPM na internet.

Fonte: DNPM

Água Mineral Xuk Faz doação de Água Mineral para São Lourenço

Santa Cruz do Sul está mobilizada para ajudar o Sul do Estado, afetado pelas chuvas que começaram ainda na quarta-feira e atingiram pelo menos 15 mil pessoas. A Xuk, indústria de bebidas santa-cruzense, fez uma doação de 240 litros de água mineral. A carga já chegou a São Lourenço do Sul, cidade mais prejudicada pela enxurrada. “Não é muito, mas se cada um fizer a sua parte, vai ser o suficiente”, disse o dono da empresa, Sérgio Schuck.

A Associação dos Comerciantes de Materiais de Construção (Acomac) do Vale do Rio Pardo também vai doar água, item de maior necessidade no momento. A contribuição será enviada à Defesa Civil de Santa Cruz na próxima segunda-feira, garante o presidente da Acomac, Jair Herberts.

A ajuda da entidade irá reforçar a campanha lançada no fim da manhã desta sexta-feira pela Prefeitura. O pedido foi encaminhado pela coordenação regional da Defesa Civil, com sede em Lajeado, e autorizado pela prefeita Kelly Moraes (PTB). O coordenador municipal da Defesa Civil, José Osmar Ipê da Silva, pede que a população santa-cruzense repita o engajamento que teve com os desabrigados da região serrana do Rio de Janeiro. “É uma situação emergencial, precisamos enviar os donativos logo. Eles precisam de água e alimento; roupas, somente num segundo momento.”

De acordo com Ipê, um caminhão da Prefeitura parte para São Lourenço assim que houver um número significativo de doações. Interessados em ajudar podem levar as contribuições ao Palacinho da Praça da Bandeira, no Centro de Santa Cruz, 24 horas por dia, inclusive no fim de semana. Fora do horário de expediente, guardas municipais estão habilitados para receber os donativos.

A Faculdade Dom Alberto, em parceria com a Associação Pró-Rio Grande, Manoca do Canto Gaúcho e Produto Cultural Gaúcho, também está disponibilizando espaço para coleta na sede da instituição, ao lado da Catedral São João Batista. As doações serão enviadas na próxima sexta-feira, dia 18. Nesta sexta-feira, a chefia da Polícia Civil divulgou que todas as delegacias do Estado estão recebendo material para ajudar os atingidos pela chuva.

Fonte: http://www.gaz.com.br/noticia/267737-doacoes_de_santa_cruz_ja_chegam_a_sao_lourenco.html

 

Água Mineral para as vítimas da enxurrada em São Lourenço do Sul/RS

Rotary arrecada donativos

O Rotary Clube de Canoas Industrial, Distrito 4670 de Rotary International, está arrecadando fundos para a compra e envio urgente de donativos para os flagelados da enxurrada ocorrida na cidade de São Lourenço do Sul, RS, na madrugada do dia 9 de março de 2011.

Os rotarianos de Canoas definiram que sua participação na campanha de auxílio será feita com o envio de água mineral para os flagelados.  O clube de Rotary estará recebendo donativos de todos os rotarianos, empresas e comunidade, para a aquisição de embalagens (garrafões) de 20 litros que serão envasados sem custo pela ITATI Água Mineral Natural e posteriormente enviados para a cidade de São Lourenço do Sul. O custo da embalagem é de R$ 9,00 (nove reais) por unidade.

Qualquer valor poderá ser depositado em nome de: Rotary Clube Canoas Industrial – CNPJ: 03 112 955/0001-29     Banco: Sicredi (748),   Agência: 1145 Canoas,  Conta Corrente:  70448-2

Após o depósito, enviar um e-mail para: felipe@rekynt.com.br   informando o nome do doador e o valor depositado.

IMPORTANTE: Devido a urgência da situação e a necessidade do envio rápido, os depósitos deverão ser feitos somente até as 18 horas de segunda-feira, dia 14 de março, para que a água mineral seja despachada no dia seguinte.

Centro da cidade de São Lourenço do Sul – RS (foto: Nauro Junior/ZH)

Sua contribuição poderá ser feita em dinheiro ou repassando estas informações para seus contatos. Acompanhe no blog o andamento da campanha.

O Rotary Club de Canoas Industrial agradece antecipadamente seu apoio e sua ajuda!

Elevação deve atingir refrigerantes e até ÁGUA MINERAL

MARIANA BARBOSA – SÃO PAULO

Cervejas e refrigerantes poderão ficar mais caros neste ano. O governo federal planeja aumentar em 8% a carga tributária (IPI e PIS/Cofins) da cerveja. Hoje, a carga é de 38,9%. Para as demais categorias de bebidas frias, que incluem, além de refrigerantes, isotônicos, refrescos e água mineral, o aumento também seria inferior a 10%.

No ano passado, o governo chegou a falar em um reajuste de 20%, mas acabou cedendo ao argumento dos fabricantes. Eles prometeram investimentos recordes em aumento de produção e não houve aumento de tributos. Desta vez, contudo, com a necessidade de ampliar a arrecadação para cobrir os gastos públicos, o governo parece estar decidido a reajustar os impostos.

Em reunião com o secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa, na semana passada, as empresas entregaram um documento no qual anunciam investimentos de R$ 7,7 bilhões para 2011, desde que não haja aumento de impostos. Na reunião, as empresas argumentaram ainda que o crescimento de vendas previsto para este ano, sem aumento de preços, deverá gerar R$ 1 bilhão a mais de tributos para o governo.

As empresas também exibiram números que mostram que o investimento efetivamente realizado em 2010 superou o prometido. A promessa era de investir R$ 5,4 bilhões, mas o investimento realizado foi de R$ 6,6 bilhões. O último reajuste de tributos para a cerveja foi em 2009, de 10% a 15%. No entanto, devido ao ambiente de retração econômica, o aumento não foi repassado para o consumidor.

Naquele ano, enquanto a economia praticamente não cresceu, o setor cresceu 7%. Agora, as empresas argumentam que não terão como absorver o impacto do aumento sem repassar o custo para o consumidor.

 

Fonte: Folha de S. Paulo

CICLISTAS NO TRANSITO

          Lendo artigo do Jornal do Comércio do dia 11/03/2011 na coluna do Jornalista Fernando Albrecht  fernando.albrecht@jornaldocomercio.com.br , obsservo um pequeno comentário que vale a pena ser reproduzido aqui:

 

|Gregos e troianos

         Que os ciclistas são discriminados ninguém discute mais, é uma realidade. A EPTC está promovendo uma série de encontros com grupos organizados de ciclistas. Os carros devem manter distância mínima de 1,5 metro das bicicletas; quando em grupo, eles não devem trafegar em mais de duas filas. Sinal, fluxo e faixa de segurança é para todos, gregos e troianos.|

e completo colocando aqui a categoria de ciclistas que entregam Água Mineral de Bicicletas que a todo momento são atropelados, derrubados, xingados, exluídos, por carros lotações, caminhão, onibus…. etc.

Basta lembrar que estes cilcistas estão trabalhando para levar seu sustento para casa e é para muitos destes estúpidos que os maltratam que o produto será entregue, e no caso da Água Mineral , será entregue para matar as sede, literalmente. VALEU FERNANDO

Leandro Greff de Adam-rs

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