Água mineral e bufê de frutos do mar


Sobre o preço da água mineral em restaurantes, tema aqui abordado há uma semana, manifestaram-se vários leitores. Houve os indignados, como Gilmar Darlei Moreira, que radicalizou quando, na Galeria Pacifico de Buenos Aires, tentaram cobrar-lhe R$ 8,00 por uma garrafinha de mineral (“fiquei com sede, mas não paguei”). Ou como Maria Teresa de Paula Castro Schlafman, que considera “absurdo, mesmo com toda a qualidade e o atendimento da Na Brasa, cobrar R$ 5,30 (+ 10%)”. Outros – raros – demonstraram compreensão com a política de preços de “um lugar desse nível”.

Houve também adendos, como o de Masato Nagata, que julga “caríssimo” pagar R$ 4,20 “por uma garrafinha de refrigerante no Riversides Madero”. O leitor assegura: “Não será por isso que deixarei de frequentar a casa, pois a comida é excelente, mas seria mais um ponto a favor caso cobrasse um preço justo pela bebida”.

Bem, temos aí exemplos do quanto o consumidor valoriza qualidade e serviço, embora se sinta desconfortável quando percebe uma margem de lucro elevada, mesmo com um valor nominal inexpressivo. A conclusão é de que seria no mínimo simpático, se estabelecimentos competentes considerassem água e refrigerantes meros acessórios no negócio de servir refeições. E se fossem tolerantes com os preços daqueles itens, valorizando a fidelidade de seus clientes e buscando a total satisfação destes.

Fonte: Jornal do Comércio/RS

http://jcrs.uol.com.br/site/noticia.php?codn=89475

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