REPORTAGEM DO JC RS SOBRE IMPOSTO NA ÁGUA MINERAL

Edgar Lisboa | edgarlisboa@jornaldocomercio.com.br

Repórter Brasília

Notícia da edição impressa de 04/10/2011

Imposto na água

Entre diversos os absurdos que o sistema tributário brasileiro tem, a água mineral, item básico de consumo, paga imposto de 42,7%. A carga que uma simples garrafinha paga tem uma razão: na década de 1990, a água mineral deixou de ser item básico de consumo e passou a ser considerada uma “bebida”, assim como os refrigerantes, passando a pagar mais impostos que a cachaça, que paga 12%.

Parlamentares estão tentando colocar de novo a água na cesta básica, alegando que o consumo de água de má qualidade é responsável por 65% das internações hospitalares. O senador Inácio Arruda (PCdoB-CE) colocou uma emenda na MP 540 para cortar os impostos das embalagens de água de 1,5l e 20l. Mas alguns deputados estão apreensivos. “É importante, contanto que seja benefício para quem compra água, não só para a indústria”, afirma o deputado federal Bohn Gass (PT), que explica que as vezes o governo corta impostos como estímulo, “mas isso não vira benefício para o consumidor”.

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