O difícil caminho pelas águas

 

Afinal, o que está barrando o uso intensivo da nossa rica malha hidroviária? A última tentativa foi com os experientes holandeses, dos quais já não se ouve falar. A Fruki chegou a usar a hidrovia em 2009 para transportar seus refrigerantes de Lajeado ao centro de distribuição de Pelotas, sobretudo no verão, quando a fábrica envia por dia seis carretas carregadas com 2,4 mil caixas, de 12 embalagens de dois litros cada. À época, o barco saía do porto de Estrela com 2,2 mil toneladas, revelou o diretor comercial da empresa, João Miranda, à revista da Fiergs, Indústria em Ação. A experiência morreu porque a empresa de navegação não conseguiu captar outros clientes que tornassem viável este modal de transporte.  

Hidrovia Brasil-Uruguai

A esperança agora é a implantação da hidrovia Brasil-Uruguai, acertada entre os presidentes, com investimentos de R$ 750 milhões, ligando a Lagoa dos Patos via canal São Gonçalo à lagoa Mirim e ao rio Cebolatti, este já no Uruguai. Lembrando que 47% da lagoa Mirim estão no Brasil e o restante no Uruguai.

Um canteiro de obras

O Brasil está transformado em um grande canteiro de obras. Segundo contou em Porto Alegre o coordenador de pesquisa da Associação Brasileira de Tecnologia para Equipamentos e Manutenção (Sobratema), Brian Nicholson, serão 9.550 até 2016, totalizando investimentos públicos e privados de R$ 1,2 trilhão.

Sede vira outdoor

Prestes a completar quatro anos de atuação, a rede Casabem Móveis, que reúne 35 lojas em 16 cidades gaúchas, aproveita o novo endereço de sua sede administrativa na BR-116 em Canoas para divulgar sua marca. A fachada virou um outdoor. Meta é atingir 20 novos associados em 2011.

Mais biodiesel em Ijuí

A Camera de Ijuí já protocolou na ANP a ampliação da usina de biodiesel inaugurada em novembro, de 400 mil litros por dia, para 650 mil litros, informa o gerente João Manjabosco. Serão 234 milhões de litros de diesel de fonte renovável que deixarão de ser importados para serem produzidos aqui, com o produtor recebendo mais pela soja.

Economia com gestão de compras

Elaborada com o apoio do Instituto de Desenvolvimento Gerencial do empresário Jorge Gerdau Johannpeter, a nova política federal de compras públicas para a saúde conseguiu poupar R$ 603,5 milhões no primeiro semestre. Ela passa pela adoção de um banco de preços com referência internacional para produtos importados de Austrália, Canadá, Espanha, EUA, França, Grécia, Itália, Nova Zelândia e Portugal. E inclui a formação de equipes do ministério para a negociação direta com os fabricantes de medicamentos. Em acordo com estados e municípios, a pasta centralizou ainda a aquisição de 40 tipos de remédios de alto custo. E, por fim, os procedimentos de compra seguem orientações do Tribunal de Contas da União, o que evita fraudes e dá mais transparência ao processo.

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