NOTA SOBRE A ÁGUA DO CAMPO

          A ADAM-RS (Associação dos Distribuidores de Água Mineral do RS) vem por meio desta informar a seus distribuidores que: Mesmo a Água do Campo não tendo atendido as ligações realizadas pela entidade solicitamos que efetuem a troca da água mineral por outra marca ou devolvam o dinheiro a seus respectivos clientes. Esta também é uma recomendação do Procon.

        Também gostaríamos de informar que tal noticia pegou a todos de surpresa e como revendedores também somos vitimas dessa situação. As noticias veiculadas em todos os meios de comunicação nos entristecem e nos deixam com mais responsabilidade perante nosso público consumidor.

Adam RS

 

Indústria da água mineral movimenta mais de R$ 10 bilhões ao ano no Brasil

O mercado cresce 20% ao ano e tem lançado novidades para conquistar um consumidor cada vez mais preocupado com a saúde.

Apesar de poder ser consumida de graça, a água é um produto que movimenta mais de 10 bilhões de reais ao ano no Brasil. Os números da “indústria da água” são impressionantes, como mostra o Mundo S/A, da GloboNews. O mercado cresce 20% ao ano e tem lançado novidades para conquistar um consumidor cada vez mais preocupado com a saúde.

Maria Prata visitou a líder de mercado no Brasil, a Minalba, e mostra como é a estratégia de liderança da gigante para se manter na dianteira e sua nova aposta numa água “premium”.  Confira também a decisão de uma outra empresa tradicional, a Lindoya, em diversificar a produção, lançando a primeira marca de água termal do país – a água mineral que é vendida como dermocosmético.

Em Londres, a correspondente Ana Carolina Abar foi conhecer o departamento de águas de uma famosa loja de departamentos, a Selfridges, que resolveu suspender a compra de marcas de água envasadas em garrafas PET e revela novos comportamentos do consumidor.

Em São Paulo, Cadu Novaes foi conhecer o mix de marcas de água importadas de um supermercado tradicional da cidade: a Casa Santa Luzia. São mais de 20 marcas do mundo todo. Quais vendem mais? O que chama a atenção do cliente na hora de decidir que água comprar?Assista ao Mundo S/A completo no GloboNews Play.

Tributação e burocracia prejudicam produção de água mineral, dizem representantes do setor

Paulo Sérgio Vasco |
 
Jefferson Rudy/Agência Senado

As mudanças constantes na legislação, a carga tributária excessiva e a complexidade de normas e decretos do governo ameaçam a exploração de água mineral no país. O alerta foi feito nesta terça-feira (16) por representantes do setor em audiência pública interativa na Subcomissão Permanente de Acompanhamento do Setor de Mineração.

Atualmente, a água mineral é mais tributada que os refrigerantes e as bebidas açucaradas, que causam danos à saúde mas pagam bem menos impostos ao governo, disse o presidente da Associação Brasileira da Indústria de Águas Minerais (Abinam), Carlos Alberto Lancia.

– É um absurdo que precisamos corrigir. Não tem sentido pagarmos mais imposto que refrigerante e cerveja. Nós não somos bebidas frias, nós somos alimentos. Os estados cobram até 19% de ICMS. Na Europa, o máximo que se fala é 7%. Não podemos continuar pagando carga tributária maior. Pagamos, em termos percentuais, mais que o petróleo. A água mineral não pode pagar tributo de bebidas – afirmou.

Em relação à legislação atual, Lancia defendeu o Código de Águas Minerais e que este seja incorporado ao novo marco regulatório da mineração, em discussão no Congresso Nacional. O presidente da Abinam destacou que as fontes de água mineral, além de preservar mananciais existentes, favorecem os municípios, que recebem a maior parte (65%) da compensação financeira sobre produtos minerais (Cefem), paga pelos produtores, com alíquota de 2%.

– Proporcionalmente, a água mineral paga mais royalties que o petróleo. O DNPM [Departamento Nacional de Produção Mineral] continua cobrando Cefem sobre a embalagem. Só nos resta o caminho da Justiça, que vai prevalecer. Não tem sentido pagar Cefem duas vezes, é um absurdo que precisamos corrigir – afirmou.

Recurso mineral

Presidente do Núcleo Bahia da Associação Brasileira de Águas Subterrâneas (Abas), Zoltan Rodrigues explicou que a água mineral é um bem mineral como o ouro e o diamante, embora apresente característica renovável, ao contrario dos demais. Zoltan informou que as principais lavras concentram-se no sudeste do país, e criticou o excesso de burocracia a que está sujeito o setor.

– A partir de 1988, as águas minerais passaram a ser recursos hídricos. Uma portaria de 2009 do DNPM diz que, na aplicação das normas, é necessário observar o Código de Águas Minerais, o Código de Mineração, as resoluções da diretoria colegiada e portarias da Anvisa [Agência Nacional de Vigilância Sanitária] e do Ministério da Saúde, e resoluções do Conselho Nacional de Recursos Hídricos – disse.

Zoltan observa que há espaço para o crescimento da água mineral no Brasil, visto o maior controle de qualidade e o consumo crescente. Ele observa ainda que o potencial brasileiro na questão mineral ainda é um “grande desconhecido”, embora todos os estudos atuais indiquem potencial acima do esperado. Em breve, afirmou Zoltan, “os aquíferos da Amazônia vão ter nome, e vão ser os maiores do mundo”.

Vice-presidente da Associação Goiana das Indústrias de Água Mineral (Aginam), Celso Cordeiro de Rezende lamentou que o setor de água mineral seja regulamentado por quatro ministérios. Ele também apontou dificuldades que impedem o empresariado de seguir um plano estratégico de investimentos.

– Temos gana de investir, mas estamos perdidos nessa complexidade de normas, decretos, ministérios e secretarias. É preciso simplificar o dia a dia do empresário, que está com gana de investir no setor, que gera empregos no Brasil, que pode se tornar grande exportador de água mineral. Há 26 indústrias cadastradas em Goiás, em atuação são 18. Algumas já fecharam. É uma indústria maravilhosa, não contamina, protege a natureza, gera emprego, mas está perdida com uma série de legislações. Os custos são dispendiosos, é uma pena – afirmou.

Diretor vice-presidente da Associação das Empresas Mineradoras das Águas Termais de Goiás (Amat), Fábio Floriano Haesbaert apontou o potencial produtivo do Paraná, São Paulo, Rio Grande do Sul e Santa Catarina, entre outros estados brasileiros. Ele também defendeu emenda apresentada pela deputada Magda Mofatto (PR-GO) ao novo marco regulatório da mineração, que diferencia a água mineral da água utilizada para fins balneários.

Exploração

Presidente da subcomissão, o senador Wilder Morais (PP-GO) observou que o governo “tem ajudado a atrapalhar” os empresários que atuam na produção de água mineral. Ele disse que há mais de mil lavras concedidas, e que a produção de água mineral atinge sete bilhões de litros anuais, o que põe o Brasil entre os grandes produtores mundiais.

– O Brasil é o quarto maior mercado consumidor de água mineral do planeta, mas a média per capita é relativamente baixa. Em 2013, os brasileiros tomaram em média pouco mais de 90 litros de água mineral por ano, enquanto no México o consumo ultrapassa 250 litros por habitante. Em Goiás, temos águas termais em quase um terço dos 340 mil quilômetros quadrados do território goiano. Mais de 50 municípios goianos têm água quente – afirmou.

O senador Helio José (PMB-DF) defendeu a exploração adequada de água mineral. No entender do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), o governo federal age no sentido de dificultar os investimentos. Por sua vez, a deputada Magda Mofatto disse que é preciso simplificar a legislação para não dificultar a exploração e o uso das águas. As mensagens encaminhadas pelos internautas abordaram a defesa dos mananciais e a recuperação de áreas prejudicadas pela exploração inadequada. A Subcomissão Permanente de Acompanhamento do Setor de Mineração funciona no âmbito da Comissão de Serviços de Infraestrutura (CI).

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Água mineral é o novo produto lançado pela Zaeli

Umuarama – Já está chegando ao mercado a Água Mineral Zaeli Prime com gás e sem gás. O produto acaba de ser apresentado ao mercado pelo diretor presidente da empresa, Valdemir Zago. Segundo ele, a água mineral natural prime é mais leve e saudável, traz mais vitalidade e ajuda na hidratação do corpo, já que é coletada em fontes naturais e contém Vanádio, o componente que torna a Água Zaeli Prime diferenciada.

O Vanádio é um mineral com grandes propriedades medicinais, utilizado no tratamento de diabetes, colesterol, doenças cardíacas e, inclusive, de câncer. Estudos demonstraram que o uso de compostos de Vanádio inibiu a proliferação de células malignas de câncer, em experimentos. A concentração de vanádio na Água Mineral Zaeli Prime é de 0,28mg/l, uma das maiores concentrações já encontradas.
Mas não basta ter o Vanádio, o que torna a água Zaeli Prime excepcional é a perfeita combinação com os demais minerais/oligoelementos.
Zago destaca ainda que a Zaeli passa a atuar também em mais um mercado que está em crescimento, o de água mineral, pois no Brasil o consumo per capita é de 69 litros ao ano. Mas os números estão em alta, já que os brasileiros se conscientizam, cada vez mais, sobre a importância do consumo diário de mais de 2 litros de água para o bom funcionamento do organismo e de todo o corpo.

Nova Fonte de Água Mineral no RS

 

 

bem-vindos

fonte da casa

 

 

Águas aromatizadas são a nova mania do verão

Queridinhas da estação tem cheiro de ervas, sabor de frutas e ajuda a manter o corpo saudável

O DIA

Rio – Refrescantes, saudáveis, e ainda por cima, decorativas. Quem tem dificuldade de tomar os dois litros de água recomendados por médicos e nutricionistas todos os dias, não tem mais desculpa para não se hidratar nesse verão. As águas aromatizadas são as novas queridinhas da estação e prometem auxiliar na eliminação de toxinas, digestão, combate a alergias e inflamações, entre outros benefícios.

Servidas em jarros transparentes e suqueiras personalizadas, as “receitas” também viraram parte da decoração de festas de final de ano, casamentos e aniversários de quem buscou uma alternativa saudável — e mais barata — para se refrescar.

5gyc0dbkfmcv74bohvgvklbeu

Massoterapeuta Aline Marques oferece aos clientes diversos sabores de água aromatizada. A preferida é a de hibisco porque ajuda na queima de gorduras

Foto: Ernesto Carriço / Agência O Dia

Por indicação de uma nutricionista, a instrutora de pole dance Ana Lima adotou a novidade para os treinos. “Costumo usar gengibre e pepino. O gengibre porque é termogênico, acelera o metabolismo, e o pepino porque é refrescante. É ótimo para o calor”, explica a atleta, de 26 anos, que tem dificuldades para seguir à risca a recomendação dos médicos quanto ao consumo de água. “Todo mundo sabe que temos que beber no mínimo dois litros por dia, mas às vezes enjoa. A água aromatizada tem cheiro e gosto diferentes, funciona para quem não tem o hábito”, disse Ana.

Na casa da professora Lourdes Queiroga, de 55 anos, o Ano Novo foi à base de limão e alecrim. “Uma prima me indicou e achei interessante. Resolvi fazer para meus irmãos e sobrinhos no Revéillon e todos amaram. Ficou muito refrescante”, disse a entrevistada, que aproveitou a ideia para decorar a festa. “Coloquei em um jarro transparente e ficou bem bonito. Já fiz outra receita com hortelã e quero tentar a de laranja”, contou Lourdes.


Água com morango ajuda a relaxar. Lojas vendem garrafas charmosas para servir a ‘delícia’
Foto: Divulgação

A água aromatizada é uma forte aliada da massoterapeuta Aline Marques, que usa diferentes receitas para hidratar, desintoxicar e relaxar seus clientes. “Costumo colocar hibisco, limão siciliano, morango com hortelã, maracujá, entre outras ervas e frutas. As pessoas chegam aqui agitadas, e a água por si só já ajuda a desintoxicar, principalmente antes da drenagem linfática”, explicou a terapeuta, que associa a sensação de bem-estar também ao aroma produzido.

Segundo Aline, a receita favorita dos clientes é a água com hibisco, que promete ajudar na gordura localizada. “Tenho uma cliente que bebe muito refrigerante. Sugeri que ela troque pela água aromatizada, que combate efeitos do excesso de açúcar”, disse.

Especialista em nutrição esportiva e dietética, a nutricionista Danielle Neiva dá algumas dicas para o consumo da água aromatizada. Os ingredientes devem ficar na água por pelo menos uma hora, para que os nutrientes sejam absorvidos. É muito importante que, caso haja frutas cítricas, a bebida seja consumida em até duas horas, para evitar a oxidação. “Receitas à base de folhas e frutas vermelhas duram mais”, explicou.

O consumo de água com gás está liberado, desde que em jejum, pois o gás atrapalha a digestão. Quanto aos benefícios atribuídos às mais diversas receitas de água aromatizada, a nutricionista esclarece que não há milagre. “As frutas e ervas aumentam as propriedades, sim, mas o poder está no consumo correto da água. É ela que elimina as toxinas e ajuda o corpo a absorver os nutrientes”, afirmou.

RECEITAS PARA UM VERÃO MAIS HIDRATADO E AROMATIZADO

Água de limão, erva-doce e hortelã (digestiva e detox)
• 1 limão-siciliano com a casca, cortado em rodelas
• 10 folhas de hortelã fresca
• 1 talo de erva-doce, cortado em tiras finas

Água de morango e capim-cidreira (relaxante e alcalinizante)
• 2 folhas de capim-cidreira frescas
• 4 fatias finas de limão-siciliano
• 5 morangos em rodelas (ou 6 uvas cortadas em 4 partes)
Água de laranja, limão e pepino- (diurético e antioxidante)
• 1 limão-taiti com a casca, cortado em rodelas finas
• 1 laranja-lima com a casca, cortada em rodelas finas
• 1 laranja pera (ou bahia) com a casca, cortada em rodelas finas
• 1 pepino com a casca, cortado em rodelas finas

Água de laranja, gengibre e canela (estimulante e termogênica)
• 10 folhas de hortelã frescas
• 3 canelas em pau
• 3 rodelas finas de gengibre fresco
• 4 rodelas de laranja (ou tangerina) com a casca

Água de limão e alecrim (digestiva, estimulante e antialérgica)
• 1/2 limão-siciliano com a casca, cortado em rodelas
• 1/2 limão-taiti com a casca, cortado em rodelas
• 1 galhinho de alecrim

Água de laranja e flor de laranjeira (antioxidante)
• 2 laranjas com a casca, cortada em rodelas finas
• 6 gotas de água de flor de laranjeira (à venda em lojas de produtos árabes)

Reportagem da estagiária Clara Vieira

Fonte: O Dia

Empresa gaúcha investe em água mineral no interior do Estado

Formada por jovens empreendedores, a Bamboo envasa água rica em silício, proveniente de nascente localizada em Antônio Prado

 agua Bamboo

 

Junior Matzenbacher (25), diretor de operações, e Elias Riva (28), diretor executivo da Água Mineral BambooFoto: Rodrigo Lermen / Divulgação
 Em tempos de escassez de água mineral, investimentos no segmento têm se mostrado ótimas oportunidades para a indústria. Descobrir uma fonte, nos dias de hoje, então, nem se fala. Direto de Antônio Prado, Elias Riva, 28 anos, está atento ao negócio. O jovem empresário é o nome à frente da Água Mineral Bamboo, marca gaúcha há seis meses no mercado que é produzida no interior de sua cidade natal.

A família Riva levantou a Hidromineradora São Roque, responsável por envasar o produto, quando um antigo morador da região percebeu que a água que nascia no topo da montanha tinha alta concentração de silício. O resultado é um produto que auxilia na produção de colágeno – recomendado para quem tem unhas e cabelos fracos, por exemplo.

A Bamboo é formada por pessoas jovens e empreendedoras. Em um setor cada vez mais dominado por grandes multinacionais, somos uma empresa de porte pequeno, estabelecida por investidores locais, que está se expandindo rapidamente – salienta Riva.

A intenção é que já no início de 2016 a empresa esteja atuando por todo o Estado.

Site: Bamboo

Fonte: Zero Hora

Link Original: http://zh.clicrbs.com.br/rs/opiniao/colunistas/fernanda-pandolfi/noticia/2015/12/empresa-gaucha-investe-em-agua-mineral-no-interior-do-estado-4941278.html

%d blogueiros gostam disto: