Água de Luso distinguida em Concurso Internacional


A marca de água portuguesa foi distinguida com o principal prémio do concurso Monde Selection de la Qualité 2010
A Água do Luso foi distinguida recentemente com a Grande Medalha de Ouro, o galardão máximo do concurso internacional Monde Selection de la Qualité 2010. Segundo Nuno Pinto Magalhães, assessor da administração da Sociedade Central de Cervejas e Bebidas, trata-se do galardão máximo num concurso que é promovido por uma organização internacional e que “é um dos mais prestigiados do mundo”.
“É prestigiante. É mais um reconhecimento, agora internacional, da qualidade e singularidade da Água do Luso, perante as restantes águas de mesa no mercado”, referiu. Esta marca de água mineral natural “líder no mercado” já tinha concorrido e sido distinguida no Monde Selection com uma medalha de ouro, em 2006.
A Monde Selection é uma organização internacional independente fundada em 1961 numa iniciativa em Bruxelas, na Bélgica, tornando-se na mais antiga e representativa organização no campo das Selecções de Qualidade no mundo. Anualmente, mais de 70 países apresentam uma média de 1500 produtos ao instituto, de forma a garantirem a avaliação dos padrões de qualidade.
Comercializada desde 1894, “a Água Mineral Natural de Luso [Mealhada] é explorada através de um sistema de captação que respeita altos padrões de qualidade, de forma a garantir o respeito pela pureza e características originais da matéria-prima”. A “primeira marca nacional em águas engarrafadas”, da Sociedade da Água de Luso, é exportada para mais de 40 países.

Água Mineral / Revista Amanhã

         O marketing não cria desejos de consumo, mas estabelece as condições necessárias para seu surgimento

        Uma reportagem de AMANHÃ publicada em sua penúltima edição tratou do promissor mercado da água mineral engarrafada no Brasil. É irônico que algo tão acessível e (ainda) barato, como a água potável, acabe se tornando um mercado milionário, disputado a tapa por empresas de todos os portes e origens.

         A ascensão desta indústria diz muito sobre a nossa sociedade e sobre o papel do marketing nela – e quem está afirmando isso não sou eu, e sim uma excelente pesquisa realizada no Programa de Pós-Graduação em Administração da UFRGS. Vinicius Brei (hoje na UnB) defendeu tese de doutorado, em 2007, na qual procura identificar como o marketing transformou a água potável em um desejo de consumo. Seu estudo tratou do mercado francês, maior e mais maduro que o brasileiro, mas muito provavelmente suas conclusões poderiam ser aplicadas à nossa realidade.

       Brei identifica cinco estágios na mudança de status da água – de bem público indiferenciado em bem privado e com características particulares.

Foram eles:

1. A transformação da água em um bem econômico e, por isso, sujeito ao mesmo tipo de exploração que outros recursos;

2. A criação das empresas exploradoras de água potável;

3. As mudanças na legislação sobre produção e consumo de água potável;

4. A entrada das multinacionais no mercado de água potável; e

5. Expansão do mercado de águas engarrafadas, criando marcas e submarcas com propósitos específicos.

 Ao longo desses estágios, e em especial nos dois últimos, Investimentos em publicidade conferiram um caráter simbólico à água e posicionaram diferentes marcas para diferentes segmentos.

        Água virou sinônimo de sofisticação e cuidado com a saúde, por exemplo, assim como cada target e situação de consumo – refeição, hidratação pós-esporte, etc. – passou a ter uma marca de água correspondente. Ou seja, o marketing teve papel primordial nessa transformação.

A conclusão de Brei:

       “O marketing cria desejos de consumo? Não cria, mas estabelece todas as condições necessárias para seu surgimento. (…) A forma pela qual as organizações procuraram promover a transformação do significado da água de uma necessidade vital em um desejo de consumo se deu por meio da conversão de seu capital econômico em simbólico, conversão esta materializada pelas estratégias de marketing”.

E arremata:

        “Assim, verificamos que o discurso hegemônico de área de marketing que se posiciona como “identificadora”, “descobridora”, “leitora” ou “transmissora” para toda a organização daquilo que os clientes necessitam, querem e desejam não foi corroborado por nossa pesquisa empírica. Nem tão pouco a idéia de que o marketing apenas “influencia” desejos, (…) Constatamos que as ações da área de marketing foram voltadas mesmo à criação de desejos de consumo”.

Para aqueles que quiserem refletir, fica a pergunta: marketing cria desejos de consumo?

Água de beber (Revista Amanhã)

O marketing não cria desejos de consumo, mas estabelece as condições necessárias para seu surgimento
Uma reportagem de AMANHÃ publicada em sua penúltima edição tratou do promissor mercado da água mineral engarrafada no Brasil. É irônico que algo tão acessível e (ainda) barato, como a água potável, acabe se tornando um mercado milionário, disputado a tapa por empresas de todos os portes e origens. A ascensão desta indústria diz muito sobre a nossa sociedade e sobre o papel do marketing nela – e quem está afirmando isso não sou eu, e sim uma excelente pesquisa realizada no Programa de Pós-Graduação em Administração da UFRGS.
Vinicius Brei (hoje na UnB) defendeu tese de doutorado, em 2007, na qual procura identificar como o marketing transformou a água potável em um desejo de consumo. Seu estudo tratou do mercado francês, maior e mais maduro que o brasileiro, mas muito provavelmente suas conclusões poderiam ser aplicadas à nossa realidade.
Brei identifica cinco estágios na mudança de status da água – de bem público indiferenciado em bem privado e com características particulares. Foram eles:
1. A transformação da água em um bem econômico e, por isso, sujeito ao mesmo tipo de exploração que outros recursos;
2. A criação das empresas exploradoras de água potável;
3. As mudanças na legislação sobre produção e consumo de água potável;
4. A entrada das multinacionais no mercado de água potável; e
5. Expansão do mercado de águas engarrafadas, criando marcas e submarcas com propósitos específicos.
Ao longo desses estágios, e em especial nos dois últimos, Investimentos em publicidade conferiram um caráter simbólico à água e posicionaram diferentes marcas para diferentes segmentos. Água virou sinônimo de sofisticação e cuidado com a saúde, por exemplo, assim como cada target e situação de consumo – refeição, hidratação pós-esporte, etc. – passou a ter uma marca de água correspondente. Ou seja, o marketing teve papel primordial nessa transformação.
A conclusão de Brei: “O marketing cria desejos de consumo? Não cria, mas estabelece todas as condições necessárias para seu surgimento. (…) A forma pela qual as organizações procuraram promover a transformação do significado da água de uma necessidade vital em um desejo de consumo se deu por meio da conversão de seu capital econômico em simbólico, conversão esta materializada pelas estratégias de marketing”.
E arremata: “Assim, verificamos que o discurso hegemônico de área de marketing que se posiciona como “identificadora”, “descobridora”, “leitora” ou “transmissora” para toda a organização daquilo que os clientes necessitam, querem e desejam não foi corroborado por nossa pesquisa empírica. Nem tão pouco a idéia de que o marketing apenas “influencia” desejos, (…) Constatamos que as ações da área de marketing foram voltadas mesmo à criação de desejos de consumo”.
Para aqueles que quiserem refletir, fica a pergunta: marketing cria desejos de consumo?

Garrafas Pet x Problema Ambiental

Você tem consciência do impacto ambiental que uma garrafa PET acarreta no mundo acarreta no mundo, caso não seja reciclada? Pois é, imagine o seguinte: cada garrafa de polietileno tereftalato dessas é feita de poliéster, um polímero usado nos mais diversos objetos, como tapetes, embalagens, cordas, etc.

Entretanto, durante sua decomposição, que leva uma média de 100 anos, a garrafa PET libera seus compostos, contaminando lençóis freáticos e o ambiente. Quem não viu, vale a pena conferir neste blog dinamarquês algumas imagens que mostram o impacto ambiental das garrafinhas tão “inocentes”.

Além das garrafas PET, o próprio conteúdo, ou seja, a água, precisa de filtragem e tratamento para se tornar própria para o uso. Como em um círculo vicioso, as garrafas contaminam a água, que por sua vez é envasada nesses recipientes que voltam a circular pelo ambiente.

Para completar, é preciso pensar também em maneiras diferenciadas de reciclar a própria água, uma vez que ela está cada vez mais comprometida em nosso ambiente. Confira a seguir três soluções diferentes relacionadas com a água e que podem melhorar a qualidade de vida de todos nós.

321 Water

Uma das novidades para resolver o problema das garrafas PET e tratar a água vem de uma empresa australiana chamada Half a Teaspoon (nome dado para conscientizar a população de que, se considerarmos que toda a água do planeta representa um litro, a parte de cada habitante é apenas meia colher de chá, ou seja, half teaspoon) criou a 321 Water, uma garrafa diferente, para que sua água esteja sempre fresca e filtrada.

A ideia, bastante interessante, traz um recipiente que não utiliza em sua composição o Bisfenol-A, um dos componentes tóxicos das garrafas normais. Além disso, a garrafinha ecológica é feita considerando todos os ciclos de uso, de forma que desde a manufatura até o uso e consequente descarte da garrafa sejam feitos visando o menor impacto ambiental possível.


A 321 Water aberta e   fechada

Entretanto, esta não é a melhor parte da 321 Water. Dentro da garrafa você encontra um filtro de carbono, que “suga” o cloro e as impurezas da água instantaneamente, para que você fique com o líquido fresco e potável, pronto para uso.

Para usar, tudo o que você precisa fazer é colocar água de torneira na garrafa que a 321 Water faz todo o resto. Uma mão na roda para quem está sempre fora de casa ou quem pratica esportes regularmente.

O produto pode ser adquirido pela internet, através do site do desenvolvedor por 44,60 dólares. Cada filtro, que deve ser trocado periodicamente, custa 12,50 doláres. O produto será entregue em junho de 2010, porém ainda não chega ao Brasil.

Stern UV

Outro aparelho interessante, porém para ser usado dentro de casa, é o Stern UV. Ele nada mais é do que um purificador de água que se utiliza de luz ultravioleta para limpar as impurezas do líquido.

A ideia da designer industrial Olivia Blechschmidt veio após uma grande contaminação da bactéria E. coli na comunidade de Walkerton, em Ontário, no Canadá. De acordo com Blechschmidt, o Stern UV é uma ótima alternativa para quem precisa ferver a água, para que ela fique mais adequada ao uso.



As luzes ultravioletas matam micro-organismos como vírus, bactérias, protozoários e outros danificando seu DNA, uma vez que a radiação desfaz as ligações químicas que mantêm os átomos de DNA coesos no organismo.

Entretanto, a luz UV entra apenas nas células, sem prejudicar a água que está sendo tratada. Para usar o dispositivo, é preciso encher um recipiente com água, remover o bastão da base que o carrega e inserir dentro do copo. Você seleciona o volume de água no próprio timer do bastão e movimenta rapidamente o bastão, para depois deixá-lo em descanso até que a lâmpada se apague.


Uma vez apagada, a água está pronta para beber. O processo demora cerca de um minuto para copos pequenos e até três minutos para jarras maiores. Entre os benefícios está a economia de energia (o aparelho utiliza menos energia que uma escova de dentes elétrica), além de desencorajar o uso de água em garrafas que, como já visto anteriormente, prejudicam bastante o meio ambiente.

O aparelho ainda não está disponível para venda e, a princípio, foi criado apenas para uso doméstico, uma vez que possui um design moderno e combina bem com as mais diversas cozinhas atuais. Confira aqui mais imagens do Stern UV, no site da designer.

Chip de conversão

Outra possibilidade de transformação de água não potável em própria para o consumo é a retirada do sal. Os pesquisadores Sung Jae Kim e Jongyoon Han, do Departamento de Engenharia Elétrica e Ciência da Computação do Instituto de Tecnologia de Massachusets (MIT), criaram um chip de concentração polarizada de íons, para a transformação de água salgada em doce.

O pequeno chip remove o sal e as impurezas da água repelindo-os eletrostaticamente através de uma membrana do sistema, que seleciona os íons. Durante os testes, os pesquisadores conseguiram remover 99% do sal e de elementos que contaminavam a água.


Entretanto, o chip ainda funciona apenas em microescala e necessita de uma alta quantidade de energia para funcionar, diferente do sistema de osmose reversa, usado atualmente para o processo. Porém, com o aperfeiçoamento, o dispositivo deve melhorar o consumo de energia para o mesmo utilizado por uma lâmpada comum. Deve ser lançado no mercado em torno de dois anos.

O objetivo final de cada uma dessas tecnologias é melhorar a qualidade de vida do cidadão e diminuir o impacto ambiental em nossas vidas. Tendo em vista que a água é um dos bens mais importantes para a sobrevivência, nada melhor do que começar a se preocupar mais com aquilo que ingerimos e depositamos na natureza.

Aproveite que dia o mes de abril, o Dia da Terra e contribua para diminuir o impacto ambiental. Plante uma árvore, recicle o lixo, não jogue garrafas plásticas no rio e não deixe de comentar aqui sobre o artigo e dar sua opinião!

Garrafas Petx Meio Ambiente

http://www.youtube.com/v/2bSN9JXsS90&hl=pt_BR&fs=1&

Você tem consciência do impacto ambiental que uma garrafa PET acarreta no mundo acarreta no mundo, caso não seja reciclada? Pois é, imagine o seguinte: cada garrafa de polietileno tereftalato dessas é feita de poliéster, um polímero usado nos mais diversos objetos, como tapetes, embalagens, cordas, etc.

Entretanto, durante sua decomposição, que leva uma média de 100 anos, a garrafa PET libera seus compostos, contaminando lençóis freáticos e o ambiente. Quem não viu, vale a pena conferir neste blog dinamarquês algumas imagens que mostram o impacto ambiental das garrafinhas tão “inocentes”.

Além das garrafas PET, o próprio conteúdo, ou seja, a água, precisa de filtragem e tratamento para se tornar própria para o uso. Como em um círculo vicioso, as garrafas contaminam a água, que por sua vez é envasada nesses recipientes que voltam a circular pelo ambiente.

Para completar, é preciso pensar também em maneiras diferenciadas de reciclar a própria água, uma vez que ela está cada vez mais comprometida em nosso ambiente. Confira a seguir três soluções diferentes relacionadas com a água e que podem melhorar a qualidade de vida de todos nós.

321 Water

Uma das novidades para resolver o problema das garrafas PET e tratar a água vem de uma empresa australiana chamada Half a Teaspoon (nome dado para conscientizar a população de que, se considerarmos que toda a água do planeta representa um litro, a parte de cada habitante é apenas meia colher de chá, ou seja, half teaspoon) criou a 321 Water, uma garrafa diferente, para que sua água esteja sempre fresca e filtrada.

A ideia, bastante interessante, traz um recipiente que não utiliza em sua composição o Bisfenol-A, um dos componentes tóxicos das garrafas normais. Além disso, a garrafinha ecológica é feita considerando todos os ciclos de uso, de forma que desde a manufatura até o uso e consequente descarte da garrafa sejam feitos visando o menor impacto ambiental possível.

A 321 Water aberta e fechada

Entretanto, esta não é a melhor parte da 321 Water. Dentro da garrafa você encontra um filtro de carbono, que “suga” o cloro e as impurezas da água instantaneamente, para que você fique com o líquido fresco e potável, pronto para uso.

Para usar, tudo o que você precisa fazer é colocar água de torneira na garrafa que a 321 Water faz todo o resto. Uma mão na roda para quem está sempre fora de casa ou quem pratica esportes regularmente.

O produto pode ser adquirido pela internet, através do site do desenvolvedor por 44,60 dólares. Cada filtro, que deve ser trocado periodicamente, custa 12,50 doláres. O produto será entregue em junho de 2010, porém ainda não chega ao Brasil.

Stern UV

Outro aparelho interessante, porém para ser usado dentro de casa, é o Stern UV. Ele nada mais é do que um purificador de água que se utiliza de luz ultravioleta para limpar as impurezas do líquido.

A ideia da designer industrial Olivia Blechschmidt veio após uma grande contaminação da bactéria E. coli na comunidade de Walkerton, em Ontário, no Canadá. De acordo com Blechschmidt, o Stern UV é uma ótima alternativa para quem precisa ferver a água, para que ela fique mais adequada ao uso.

As luzes ultravioletas matam micro-organismos como vírus, bactérias, protozoários e outros danificando seu DNA, uma vez que a radiação desfaz as ligações químicas que mantêm os átomos de DNA coesos no organismo.

Entretanto, a luz UV entra apenas nas células, sem prejudicar a água que está sendo tratada. Para usar o dispositivo, é preciso encher um recipiente com água, remover o bastão da base que o carrega e inserir dentro do copo. Você seleciona o volume de água no próprio timer do bastão e movimenta rapidamente o bastão, para depois deixá-lo em descanso até que a lâmpada se apague.

Uma vez apagada, a água está pronta para beber. O processo demora cerca de um minuto para copos pequenos e até três minutos para jarras maiores. Entre os benefícios está a economia de energia (o aparelho utiliza menos energia que uma escova de dentes elétrica), além de desencorajar o uso de água em garrafas que, como já visto anteriormente, prejudicam bastante o meio ambiente.

O Aparelho ainda não está disponível para venda e, a princípio, foi criado apenas para uso doméstico, uma vez que possui um design moderno e combina bem com as mais diversas cozinhas atuais. Confira aqui mais imagens do Stern UV, no site da designer.

Chip de conversão

Outra possibilidade de transformação de água não potável em própria para o consumo é a retirada do sal. Os pesquisadores Sung Jae Kim e Jongyoon Han, do Departamento de Engenharia Elétrica e Ciência da Computação do Instituto de Tecnologia de Massachusets (MIT), criaram um chip de concentração polarizada de íons, para a transformação de água salgada em doce.

O pequeno chip remove o sal e as impurezas da água repelindo-os eletrostaticamente através de uma membrana do sistema, que seleciona os íons. Durante os testes, os pesquisadores conseguiram remover 99% do sal e de elementos que contaminavam a água.

Entretanto, o chip ainda funciona apenas em microescala e necessita de uma alta quantidade de energia para funcionar, diferente do sistema de osmose reversa, usado atualmente para o processo. Porém, com o aperfeiçoamento, o dispositivo deve melhorar o consumo de energia para o mesmo utilizado por uma lâmpada comum. Deve ser lançado no mercado em torno de dois anos.

O objetivo final de cada uma dessas tecnologias é melhorar a qualidade de vida do cidadão e diminuir o impacto ambiental em nossas vidas. Tendo em vista que a água é um dos bens mais importantes para a sobrevivência, nada melhor do que começar a se preocupar mais com aquilo que ingerimos e depositamos na natureza.

Aproveite que dia o mes de abril, o Dia da Terra e contribua para diminuir o impacto ambiental. Plante uma árvore, recicle o lixo, não jogue garrafas plásticas no rio e não deixe de comentar aqui sobre o artigo e dar sua opinião!

Piada: Piada Inteligente

O menino chegou para o pai e perguntou:
Papai! Papai! O que é política?
O pai olhou para o menino, pensou alguns instantes e respondeu:
-Filho, eu vou te explicar de uma maneira bem simples. Sabe o papai. Ele trabalha para conseguir trazer dinheiro para a casa. Então o papai é o governo. A mamãe é a pessoa que cuida do dinheiro que o papai ganha, logo a mamãe é a economia. A babá do seu irmãozinho é a classe trabalhadora. Você, meu filho é o povo e o seu irmãozinho como ainda é um bebê é o futuro do país. Entendeu meu filho?
O garoto olhou para o pai com ar de dúvidas e disse que teria que pensar.
No mesmo dia, de madrugada o menino acordou com o irmãozinho aos prantos e foi até o quarto dele e o incontrou todo cagado. Foi até o quarto de sua mãe. Pelo fato de sua mãe tomar calmante para dormir, ela não acordou. Daí ele foi até o quarto da babá. Escutando um barulho estranho, olhou pelo buraco da fechaduro onde viu seu pai transando com a babá. Vendo que não pudia fazer nada voltou para o seu quarto e dormiu.
No outro dia de manhã, o pai com uma cara de grande felicidade, tornou a perguntar ao filho:
-E aí filhão, entendeu o que é política?
O menino na mesma hora respondeu:
-Claro que sim!
Então o pai retrucou:
-Fala aí então o que você entendeu!
O menino respondeu:
-Pai, enquanto o governo fode a classe trabalhadora, a economia dorme, o povo não é ouvido e o futuro do pais fica na merda!

Piada Inteligente

O menino chegou para o pai e perguntou:
Papai! Papai! O que é política?
O pai olhou para o menino, pensou alguns instantes e respondeu:
-Filho, eu vou te explicar de uma maneira bem simples. Sabe o papai. Ele trabalha para conseguir trazer dinheiro para a casa. Então o papai é o governo. A mamãe é a pessoa que cuida do dinheiro que o papai ganha, logo a mamãe é a economia. A babá do seu irmãozinho é a classe trabalhadora. Você, meu filho é o povo e o seu irmãozinho como ainda é um bebê é o futuro do país. Entendeu meu filho?
O garoto olhou para o pai com ar de dúvidas e disse que teria que pensar.
No mesmo dia, de madrugada o menino acordou com o irmãozinho aos prantos e foi até o quarto dele e o incontrou todo cagado. Foi até o quarto de sua mãe. Pelo fato de sua mãe tomar calmante para dormir, ela não acordou. Daí ele foi até o quarto da babá. Escutando um barulho estranho, olhou pelo buraco da fechaduro onde viu seu pai transando com a babá. Vendo que não pudia fazer nada voltou para o seu quarto e dormiu.
No outro dia de manhã, o pai com uma cara de grande felicidade, tornou a perguntar ao filho:
-E aí filhão, entendeu o que é política?
O menino na mesma hora respondeu:
-Claro que sim!
Então o pai retrucou:
-Fala aí então o que você entendeu!
O menino respondeu:
-Pai, enquanto o governo fode a classe trabalhadora, a economia dorme, o povo não é ouvido e o futuro do pais fica na merda!

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