Copa do Mundo deve elevar consumo de bebidas em cerca de 15% no ES

Por Redação Multimídia ES Hoje (redacao@eshoje.com.br).
A partir do dia 15 de julho, milhões de brasileiros ficarão atentos aos jogos da Copa do Mundo, na África do Sul. E nesse período alguns setores deverão sofrer um aumento considerável nas vendas, como é o caso da comercialização das bebidas. No Estado, o consumo de bebidas (refrigerante, cerveja e água mineral) deve aumentar cerca de 15% em relação ao mesmo período do ano passado, proporção superior à média nacional, que terá um aumento de apenas 5%, conforme dados da consultoria britânica BernsteinResearch.
Para o presidente do Sindibebidas (Sindicato da Indústria de Bebidas em Geral do Estado do Espírito Santo), Roberto Kausky, outros motivos além da Copa do Mundo também podem ser levados em consideração para o elevado consumo de bebidas em 2010. “O aumento é consequência de uma conjuntura de fatores, entre eles, o período pré-eleitoral e a pós crise, que revela um motivo positivo da recuperação financeira do país”, afirma.
O setor. Aproximadamente 320 das 400 empresas capixabas do setor de bebidas, são produtoras de cachaça (devidamente registradas). Sindicalizadas, são 118. O setor gera mais de 8 mil empregos diretos e representa cerca de 2% do PIB estadual.
O setor de água mineral no Espírito Santo é constituído basicamente de pequenas empresas, sendo que 15 marcas exploram 12 fontes das 14 registradas. A produção do setor capixaba é de cerca de 82 milhões de litros de água por ano, correspondendo a 2% da produção nacional, que é de 4,1 bilhões de litros por ano.
Atualmente a fabricação capixaba é consumida no próprio Estado, pois segundo os empresários do segmento, as empresas têm dificuldades em vender nos Estados vizinhos. Por outro lado indústrias de Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo têm participação forte no mercado do Espírito Santo. De acordo com o Sindicato da Indústria de Bebidas em Geral do Estado do Espírito Santo (Sindibebidas), o Estado possui 15 empresas, entre pequenas e médias, localizadas nos municípios de Linhares, Serra, Alfredo Chaves, Domingos Martins e Pedra Azul.
A cadeia produtiva da indústria de água mineral movimenta fornecedores de máquinas e equipamentos, de vasilhames, rótulos, colas, polipropileno, tampas, lacres, filmes e caixas de embalagens.

"A saúde de sua família começa pela água que você toma! OASIS

DO BLOG DO NOSSO SEGUIDOR OASIS, MUITO BOM PARABÉNS

       O novo garrafão de 20 litros da Água Mineral Imperatriz já está sendo vendido na Cidade de Lages. O Disk-Água Oásis (3224-0100) já entrega a seus clientes o novo garrafão. A campanha de lançamento criada pela agência Mercado tem o objetivo de mostrar muito mais que o novo design do produto. A intenção é também de comunicar a conquista do ISO 22000, que assegura qualidade e pureza da água, além das certificações pelo ICQ e ANVISA, que garantem a qualidade no processo de fabricação e higiene.
        Aos olhos do público, o novo visual dos garrafões é o que chama mais atenção, pois mexe com um produto que os consumidores já estavam acostumados no dia a dia, o tradicional garrafão de 20 litros.
A Mercado acredita que investir em design, criatividade e pesquisa de matéria-prima é fundamental quando se busca a inovação de um produto.

A campanha para o público da Grande Florianópolis contou com anúncios de jornal, banners em pontos de venda, outdoors, e-mails marketing para o público em geral e para o trade.

http://oasisdistribuidoradeagua.blogspot.com/2010/04/imperatriz-novo-garrafao.html

Empresa catarinense muda formato e resina de garrafão para valorizar sua água mineral

Água Mineral Imperatriz, de Santo Amaro da Imperatriz (SC) colocou no mercado seu novo garrafão de 20 litros, que ganhou novo design e passou a ser feito em PET em vez do polipropileno, material normalmente utilizado na produção desse tipo de embalagem. O formato sinuoso da embalagem, “torcido”, é inédito na categoria, e procura agregar valor ao produto – ou “descomoditizá-lo”. “Ocorre que a água mineral é vista por muitos como commodity”, diz o publicitário Ricardo Barbosa Lima, da Mercado Propaganda, empresa responsável pelo desenvolvimento da novidade.
A silhueta incomum é o aspecto mais visível da estratégia da Imperatriz de diferenciar seu produto em relação aos da concorrência. Mas não é o único. “A troca da resina utilizada na embalagem é também importante, já que o PET garante maior brilho”, explica o diretor comercial da empresa, Oberdan Vilain Júnior. “Temos um produto de grande qualidade e decidimos reforçar isso ao consumidor final para nos destacarmos no mercado.” Dados da Empresa Imperatriz.
 

Noticias do ramo no Brasil

Florindo Vitorino Silva Neto tomou a iniciativa de abrir portas para um segmento comercial que mais aumentou vendas nos últimos anos. E ao escolher o produto a ser comercializado pegou aquela que é considerada a melhor marca do mercado: Nativa.
Foi ontem, 15, a inauguração desta distribuidora de água mineral em Iporá. O endereço é na Avenida Pará, 1.391. São feitas no local vendas no atacado e varejo.
Neste momento de inauguração há uma promoção onde o galão de 20 litros custa 4 reais.
A Nativa passa a ter a única distribuidora de água mineral na região. A meta é atender diversos municípios do Oeste Goiano. O conceito desta marca é dos melhores. Em meados de 1999, com o encontro de dois grandes grupos de distribuidores de água mineral da capital de Goiás, e o aparecimento de uma fonte com características totalmente especiais na cidade de Hidrolândia, onde está localizada a melhor água de Goiás, começou-se um grande projeto com o objetivo de vender e distribuir a melhor água mineral com a melhor qualidade de produção é a maior e melhor rede de distribuição do estado de Goiás, Triângulo Mineiro e Distrito Federal, pois conseguiu ir além dos projetos, ampliando seu território.
Este projeto audacioso começou com muito trabalho, iniciado pelos familiares e sócios das duas grandes distribuidoras, que se juntaram para formar a que é hoje sem dúvidas a melhor e maior rede de água mineral do estado de Goiás e região, a Água Mineral Nativa.
Continuando a vislumbrar novos horizontes, a Nativa conseguiu uma nova fonte no Distrito Federal, aonde vem por meio desta levar deste Agosto de 2007 a melhor água mineral, também para os Brasilienses.
Os projetos são vários e não param, porem sempre focados no cliente que consome nossa água, no cliente que distribui nossa água, e na equipe que produz e gerencia todos nossos produtos, formando assim a grande família Nativa.
Esta marca está agora em Iporá.
Empresário Florindo trouxe a melhor água mineral para a região
Secretária Lucivânia em televendas para Iporá e região

Brasil Alimenta: Fruki quer liderar mercado de água mineral no RS

        Esteve presente no Parque de Eventos de Bento Gonçalves, durante a 9ª Semana Internacional Brasil Alimenta, o diretor presidente da Fruki, Nélson Eggers. O dirigente destacou a importância do evento.
       Eggers falou também sobre as aquisições de equipamentos na área da tecnologia para a fábrica de Lajeado, a projeção de ser líder no mercado de água mineral (atualmente, detém 16% do mercado gaúcho), e perpectivas de lançamento de três produtos para este ano.

Confira a matéria com o repórter Eduardo Wolff.

http://www.radioviva.com.br/viva890/noticia.php?noticia=48992

Spaipa conquista Prêmio de Inrformation Week Brasil

Cláudio Antônio Fontes, executivo de TI da Spaipa, franquia da Coca-Cola que atua no Paraná e em parte do interior de São Paulo, foi escolhido pela Information Week Brasil, a mais importante publicação do segmento de Tecnologia da Informação no país, o Executivo do Ano, na categoria Monitoramento e Qualidade. A Spaipa também foi finalista na categoria Estratégia de Terceirização/Sourcing, na premiação da revista.
Para o executivo da Spaipa, “a conquista deste prêmio é o reconhecimento da excelência da Spaipa não apenas no segmento onde atuamos, o de bebidas. Mas, também, ao modelo de gestão interna da empresa, que contempla inovação tecnológica aliada ao foco no resultado”, destaca Fontes.
Sobre a Spaipa:
A Spaipa S/A – Indústria Brasileira de Bebidas – é fabricante e distribuidor Coca-Cola no estado do Paraná e Interior de São Paulo e fabricante da água mineral Vittalev. Além da fabricação, comercialização e distribuição dos produtos Coca-Cola, a empresa também comercializa e distribui todo o portfólio de produtos da FEMSA Cerveja Brasil.
Criada em 1995 a partir da fusão de três franqueadas da Coca-Cola – a Paraná Refrigerantes, Refrigerantes Bauru e Rio Preto Refrigerantes – e aporte de capital da Refrigerantes de Santos, a Spaipa conta atualmente, com três fábricas de refrigerantes localizadas em Curitiba (PR), Maringá (PR) e Marilia (SP), além de uma unidade de água mineral em Bauru (SP) e outros cinco centros de distribuição instalados em Cascavel (PR), Londrina (PR), Araçatuba (SP), São José do Rio Preto (SP) e Regente – Feijó (SP). Site: http://www.spaipa.com.br/

Dado Bier e Fruki

Dado Bier vislumbra expansão em cervejas e refrigerantes na região Sul
Primeiro passo seria uma fusão com a gaúcha Fruki, controlada pela família Kisrt
Há mais do que uma mera parceria operacional sob a espuma do acordo acertado entre a Dado Bier e a Fruki, fabricante de refrigerantes de Lajeado (RS) controlada pela família Kirst. Pelo menos no cardápio do empresário
Eduardo Bier Corrêa, fundador da cervejaria – uma das precursoras do segmento de marcas premium no país.
Bier já pensa no passo seguinte: a fusão entre as duas empresas. A operação daria origem a um grupo com capacidade para produzir 1,5 milhão de litros de cerveja por mês e 300 milhões de litros de bebidas não-alcoólicas por ano, além de uma marca de água mineral. A nova empresa teria ainda uma rede com 35 mil pontos de venda, a maior parte no Rio Grande do Sul, e três restaurantes.
O faturamento anual seria da ordem de R$ 100 milhões, mas estimativas apontam para uma receita potencial de R$ 200 milhões no segundo ano de operação. Ou seja: Dado Bier e Fruki continuariam sendo um negócio pequeno para os padrões do setor, mas com um pouco mais de fôlego.
O empresário Dado Bier vislumbra a fusão como um trampolim para a compra de cervejarias e fabricantes de refrigerantes regionais, notadamente na região Sul.

Prêmio Master

         A Empresa Água Saudável Distribuidora de Porto Alegre recebeu pelo segundo ano consecutivo, na noite de sábado (10) em Gramado/RS o Prêmio Marter Nacional em Qualidade de Atendimento Empresarial no ramo de Distribuidoreas de Água Mineral.
Fonte: adam-rs

DA ASSEMBLÉIA

         Em Assembléia realizada na sede da Adam-rs (Associação dos Distribuidores de Água Mineral do RS) no último dia 06, ficou aprovado por unanimidade as contas da associação exercício 2009 e também de forma unanime foi aprovada a alteração do estatuto da associação onde este permite que todas as fontes de Água Mineral do RS possasm também fazer parte desta entidade, fazendo-se representar por ela.
        É um ganho para a entidade poder contar com as fontes como sócias e um ganho para todo o setor, sendo assim a Associação dos Distribuidores de Água Mineral do Rio Grande do Sul, passará a ser ASSOCIAÇÃO DOS DISTRIBUIDORES E ENGARRAFADORES DE ÁGUA MINERAL DO RIO GRANDE DO SUL, o nome fantasia continuará sendo o mesmo.
Segue uma foto do evento;

Um negócio borbulhante

A indústria de águas minerais vive no paraíso: um consumidor voraz e pouco atento ao que está bebendo. A má notícia é que a competição vai ficar cada vez mais implacável
Por: Geraldo Hasse / Redação de AMANHÃ
         O mercado brasileiro de águas minerais é uma festa da qual participam mais de 400 empresas. E cada vez chega mais gente procurando surfar nessas ondas. Para setembro deste ano, está previsto o lançamento da água Mormaii, marca de prestígio com sede em Garopaba, SC. Ela será engarrafada e distribuída pela veterana Da Guarda, de Tubarão. Ao se atirar nesse segmento, o surfista-empresário Marco Aurélio Raymundo (Morongo) segue o rastro de outro ex-atleta que há alguns anos mergulhou de cabeça na onda da água mineral. Dono da água Imperatriz, o ex-zagueiro gremista Oberdan Vilain preside hoje a seção catarinense da Associação Brasileira da Indústria de Águas Minerais (Abinam).
        Não é apenas em Santa Catarina que ferve o negócio das águas minerais. Em outras regiões do país, marcas tradicionais com mais de meio século de presença nas mesas brasileiras são seguidamente desafiadas por novos concorrentes. No ano passado, o mercado nacional registrou um crescimento de 10% no volume e de 15% nas receitas. As vendas saíram de 1 bilhão de litros em 1995 para mais de 5 bilhões em 2009. “Para 2010, esperamos novamente um crescimento de dois dígitos“, diz Luiz Fernando Mattos, diretor de marketing da Vonpar, que explora a marca Charrua, uma das quatro mais vendidas no Rio Grande do Sul.

        O boom das águas minerais veio da urbanização acelerada. Longe das cacimbas rurais e desconfiado das águas das torneiras citadinas, o consumidor toma cada vez mais água mineral. Para não pagar caro pelo produto em pequenas embalagens descartáveis, acostuma-se a comprar bombonas retornáveis de 20 litros para consumo em casa ou no trabalho. Se a água de garrafão representa mais da metade do volume consumido, a mineral de garrafinha ou copo é que garante a maior parte do faturamento dos engarrafadores e distribuidores. E a tendência é de um crescimento continuado até igualar os grandes mercados consumidores. Atualmente, cada brasileiro consome 24 litros de água mineral por ano. Os líderes mundiais são a França (160 litros/hab/ano) e os Estados Unidos (110 liltros/hab/ano). Segundo a consultoria Zenith International, em 2007, pela primeira vez, as águas envasadas superaram o consumo de refrigerantes gasosos e se tornaram a categoria de bebida de maior volume no mercado mundial.

         A região brasileira que mais cresce é o Nordeste, assolado por uma histórica escassez de água. Com 34% da produção, praticamente empata com o Sudeste (35%). O Sul engarrafa 13,7% das águas minerais produzidas no país, com vendas altíssimas no verão e fracas nos meses frios. Esses dados fornecidos pelo Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) devem ser vistos com alguma reserva porque, além de ser bastante dinâmico, o mercado de águas minerais não é tão cristalino quanto aparenta.

Poço burocrático

        Segundo o Código das Águas Minerais (de 1945), consideram-se minerais as águas com propriedades físico-químicas distintas das águas comuns – capazes, portanto, de fazer bem à saúde dos usuários. Desde que consiga aprovação oficial do Ministério da Saúde e do DNPM, o feliz proprietário de uma jazida pode participar de um dos negócios mais disputados da economia moderna. Mas não se descuide dos serviços de vigilância sanitária e dos procons. Por constituir 70% do corpo humano, a água é um insumo alimentar tão indispensável quanto o ar.

        Entretanto, o desenvolvimento da tecnologia de perfuração, combinado à estagnação da legislação, iguala fontes de águas que jorram naturalmente e poços de águas extraídas mecanicamente das profundezas. Nas mesas dos consumidores, praticamente indiferentes às marcas, a qualidade da água acaba pesando menos do que outros fatores, como o preço, a embalagem e a presença no mercado. O jogo depende cada vez mais da logística e do marketing.

        Segundo Hamilton Martins Müller, distribuidor da água Da Guarda no litoral norte do Rio Grande do Sul, para se colocar em condições de engarrafar uma água mineral é preciso gastar R$ 1 milhão – é o quanto custa cumprir todas as exigências estabelecidas pela legislação nos âmbitos mineral, industrial e comercial. “O caminho das pedras começa com um bom advogado”, diz Müller, que trabalha em casa, em Xangri-La, de onde pilota encomendas para clientes de Torres a Porto Alegre.

        Nessa disputa feroz para saciar a sede do mercado, leva uma certa vantagem quem dispõe de uma fonte genuína, dessas que estão há décadas sob controle dos mais antigos engarrafadores. O grande trunfo, nesses casos, é dispor de matéria-prima a custo praticamente zero. Mas somente a qualidade não basta, já que a atividade também é acessível a quem tenha poder de fogo para achar e extrair água pura em poços profundos a uma distância comercialmente interessante dos grandes centros consumidores. Foi o caso da Fonte Ijuí, uma das marcas mais antigas do mercado gaúcho, com jazida a 12 quilômetros do centro de Ijuí, no norte gaúcho. Para não perder espaço na Região Metropolitana de Porto Alegre, em 2007 ela abriu um poço em Nova Santa Rita, perto de Canoas. Para se diferenciar da água original, batizou a novidade como Fonte Ijuí Levíssima.

        O esforço perfuratório das empresas que detêm marcas tradicionais é fruto do acirramento da concorrência. Segundo o DNPM, em 2001 havia 277 empresas produzindo águas minerais. Em 2007, eram 417. Em compensação, as concessões de lavra caem ano a ano (entre 2006 e 2007, a redução foi de 73 para 35). Das 1.266 concessões registradas no final de 2007 pelo DNPM, 766 eram de poços tubulares e 500 de fontes ou “surgências” naturais. Ou seja, cresce o bombeamento. A região com mais autorizações de captação de água mineral é o Sudeste, com 50% do total. Entre os Estados, a liderança é de São Paulo, com 258 concessões.

        A pulverização de marcas é tão grande que mesmo empresas de grande porte como AmBev, Coca-Cola, Danone, Nestlé e Schincariol não possuem individualmente muito mais do que 1% do mercado nacional. Enquanto permanecem no mercado dezenas de marcas de expressão local ou regional, surgem novas denominações de pequeno alcance ou literalmente sem gás para uma longa existência mercadológica. Fugazes como vagalumes, muitas das chamadas “aguinhas” sobrevivem graças à combinação de preço baixo com o oportunismo de distribuidores que também exploram postos de entrega de gás de cozinha, numa espécie de conveniência de urgência. “Muitos depósitos de água mineral funcionam sem alvará”, denuncia Cesar Luiz Bresciani, sócio-diretor da MCM Plásticos, de Esteio, uma das 3 indústrias de bombonas da Grande Porto Alegre.

        Mesmo convulsionado por tantas mudanças, o mercado nacional é liderado há décadas pelo grupo Edson Queiroz, de Fortaleza, que explora 21 fontes em 15 Estados. Dono das marcas Indaiá e Minalba (cuja fonte em Campos do Jordão foi explorada originalmente pela Nestlé nos anos 1970), o grupo cearense tem 14% do mercado, metade do que possuía há 20 anos, quando o precioso líquido ainda não havia despertado o interesse de grandes empresas especializadas em alimentos e bebidas (forte em gás de cozinha, o grupo Edson Queiroz explora a marca Nacional).

Logística é tudo

        Invadido por grandes fabricantes de cervejas e refrigerantes, que fazem valer sua capacidade logística, o mercado oferece cada vez mais risco para fabricantes tradicionais que sempre viveram apenas da água mineral. É o caso da marca Ouro Fino, captada numa fonte com vazão de 520 mil litros/hora no município paranaense de Campo Largo. Para segurar sua fatia de 3% das vendas, a Ouro Fino lançou as chamadas águas saborizadas e entrou também no ramo de refrigerantes.

        Augusto Mocellin, presidente da Empresa de Águas Ouro Fino, fundada em 1946, acredita que o mercado tende a ser dominado pelas grandes companhias fabricantes de bebidas porque “a logística é a peça fundamental desse jogo”. Mesmo assim, não passa pela sua cabeça, por exemplo, fabricar cerveja, produto que depende de uma boa água.

        A adoção de águas minerais por fabricantes de bebidas não é uma prática nova. Nos anos 1980, quando lançaram a cerveja Kaiser, os fabricantes paulistas de Coca-Cola incluíram a água Crystal no seu mix de produtos. Para mostrar que estavam entrando para valer no mercado, compraram uma fonte em Mogi Mirim. Mais de 20 anos depois, em 2008 a Crystal detinha 2,5% do mercado. Embora seja um índice baixo, ficou provado que a venda casada de água mineral com refrigerante e cerveja é uma estratégia interessante. Não por acaso, a AmBev dá carona a marcas de água mineral em seus caminhões de entrega de cerveja e refrigerante. Com 70 anos de existência, desde 1997 o grupo paulista Schincariol atua no ramo de água mineral. Sua participação no mercado não chega a 2%. Também ficou na história o lance de João Jacob Vontobel, da Vonpar Refrescos: em 1960, ele lançou um refrigerante (Laranja Zuki) apenas para ajudar nas vendas de sua primeira água mineral, a Minuano, anos depois retirada de circulação.

        Também cresce a atuação de multinacionais alimentícias. A Nestlé, que comercializa quatro marcas, possui captações de água mineral em São Lourenço (MG), Petrópolis (RJ) e Campos do Jordão (SP). Mesmo com tamanho esforço, em 2008 o grupo suíço tinha conquistado apenas 1,6% do mercado nacional. No momento, os engarrafadores de água mineral estão de olho na investida do grupo francês Danone. Mesmo reconhecendo que a água Charrua representa apenas 4% do faturamento do grupo Vonpar, cujo grande negócio são os refrigerantes, o diretor Luiz Fernando Mattos assegura que não pretende dar refresco aos grandes players emergentes no mercado de águas minerais. “Estamos preparados para uma guerra.”

Água leve, água dura

       A estratégia dos maiores engarrafadores é ocupar espaços mediante um grande esforço de distribuição sustentado por lançamentos de produtos novos em diversos sabores. Como todas as águas são aparentemente cristalinas, usam embalagens transparentes e carregam rótulos abonados pelos ministérios de Minas e da Saúde, os consumidores acabam naturalmente confusos. Afinal, num mercado bastante pulverizado, repleto de pequenos competidores, como saber se todas as águas engarrafadas são, de fato, minerais e de boa procedência?

        A única saída é conferir as informações impressas nos rótulos, onde o fabricante tem de colocar tudo o que importa para o consumidor. Ou, seja, onde é captada a água e quais suas propriedades físico-químicas. O percentual de hidrogênio e os teores de bicarbonatos, nitratos, cálcio, magnésio, potássio e sódio fazem a diferença entre uma água leve, média ou “dura” (mais ácidas). “As melhores águas para a saúde humana são as isotermais, cujas fontes – raras – jorram naturalmente a temperatura de até 37º C”, afirma o distribuidor Hamilton Martins Müller. Com formação em química e longa experiência no comércio de águas minerais, ele recomenda as águas oriundas da rica fenda geológica situada entre Gravatal e Caldas da Imperatriz, no sul de Santa Catarina. Mas lembra: nem todas as águas termais são potáveis. As sulfurosas, por exemplo, são intragáveis. As nitradas, muito pesadas. As bicarbonatadas são boas para o sistema gástrico, mas podem onerar as artérias. Todas, mesmo sendo captadas em bases profundas, não estão livres da infiltração de substâncias depositadas na superfície.

        Cada vez mais a contaminação dos mananciais, a adição de cloro às águas tratadas e a poluição de rios, lagos e represas ajudam a expandir o mercado de águas minerais. Marcas tradicionais já foram atingidas por denúncias de contaminação e até por cassação do direito de lavra. Em junho de 2009, por exemplo, a Vigilância Sanitária de Goiás mandou inutilizar o lote 74 da água mineral sem gás Caldas Novas, engarrafada no município de Marzagão, por indício de contaminação de origem fecal. Foi um acidente pequeno no maior manancial de águas termais do Brasil, na região da Pousada do Rio Quente, atração turística das últimas décadas nas vizinhanças de Brasília. No Rio Grande do Sul, a associação dos distribuidores de água mineral (Adam-rs) realiza uma campanha de esclarecimento público. “Os consumidores precisam saber que existem no Rio Grande do Sul três ou quatro marcas de água mineral não licenciadas pelo DNPM, mas autorizadas pela Anvisa”, diz Dorival José Diesel, presidente da Adam-rs.

        Como cabem recursos às medidas legais, algumas águas minerais “sujas” voltam rebatizadas, sem que a maioria dos consumidores se dê conta de tais operações-limpeza. Por isso, todo cuidado é pouco. A maioria dos consumidores de águas minerais é aprendiz. Em restaurantes, costuma pedir água “com gás” ou “sem gás”. Marca? Qualquer uma. Para o consumo doméstico, em grandes embalagens, o nome também importa menos do que o preço. Foi assim que passou praticamente em branco, no ano passado, a portaria do DNPM que tornou obrigatória a substituição a cada três anos das bombonas de água mineral. Até agora, a validade do vasilhame era de seis anos, mas por falta de fiscalização é usado até quebrar ou ser repudiado por má aparência.

Ganhando moral

        Bem antes do esgotamento do prazo final para a troca dos garrafões (marcada para 30 de junho de 2010), a portaria foi bombardeada pelo lobby da indústria de água mineral, socorrida pelo deputado federal Roberto Santiago (PV-SP). Já no ano passado, ele apresentou na Câmara um projeto de lei questionando a viabilidade da medida e sugerindo novas normas para evitar a contaminação da água nos garrafões de 20 litros. Na prática, a portaria foi suspensa por uma cascata de liminares. De fato, não interessa a nenhum engarrafador ou grande distribuidor arcar de uma vez só com a substituição do único vasilhame retornável do mercado de águas minerais. De qualquer forma, preventivamente, já se lançaram ao mercado galões retornáveis de dez litros.

         “O mercado das águas minerais está se moralizando, tanto que antes mesmo da portaria o pessoal já vinha trocando os garrafões”, diz Cesar Luiz Bresciani, que fabrica bombonas de 20 litros em Esteio, na Grande Porto Alegre. Há três anos na indústria de embalagens, ele já foi engarrafador e distribuidor de águas minerais. Quando saiu a portaria do DNPM, preparou-se para uma enxurrada de pedidos. Acertou – em parte. Com cinco sopradores e 12 funcionários, a fábrica passou de dois para três turnos de operação, mas nem toda a demanda veio do segmento de águas. Também está fornecendo para fabricantes de outras bebidas. E começa a conviver com os problemas do crescimento. O faturamento está chegando ao limite da categoria de empresa registrada no Simples.

        E a Braskem, fornecedora da matéria-prima, já avisou que o preço do polipropileno vai ter um reajuste entre 6% e 8%. No ano passado, Bresciani absorveu dois pequenos aumentos no preço da resina. Agora, não vai dar para manter os R$ 6,80 que vinha cobrando por bombona.
Fonte: Revista Amanha

ASSEMBLÉIA !!!!!!!!…… RELEMBRANDO

         Sócios Amigos no dia 06/04/2010 às 20:00 Hs (Terça-Feira), tem Assembléia Geral Extraordinária na sede da Associação dos Distribuidores de Água Mineral do RS (Adam-RS), contamos com todos, sua participação é muito importante na luta por um setor melhor onde todos possamos crescer de forma justa.

“A CAUSA É DO TODOS”
Abraço e até breve.

Lobão confirma proposta para criar agência de mineração

BRASÍLIA –
        O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, disse nesta terça-feira, 9, que encaminhará ainda hoje à Presidência da República a proposta do ministério para o novo marco regulatório da mineração. Em entrevista à imprensa, Lobão disse que caberá então ao presidente Lula decidir se encaminha ou não a proposta ao Congresso.
        Lobão confirmou que a proposta do novo código prevê a criação da Agência Nacional de Mineração (ANM), que substituirá o Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM). O ministro confirmou ainda que será criado o Conselho Nacional de Política Minerária (CNPM), responsável pela elaboração de políticas para o setor, nos moldes do que acontece hoje no setor de energia, no caso, regido pelo Conselho Nacional de Política Energética (CNPE).
        O ministro afirmou que o novo código de mineração não representará elevação de custos para as companhias brasileiras do setor. “Este código não visa sufocar as empresas com elevação de royalties ou de tributos, pois isso tornaria as exportações menos competitivas”, justificou ele. O ministro admitiu que os valores de royalties neste setor no Brasil são baixos e chegou a classificar esse pagamento como “insignificante”. Por outro lado, Lobão ressaltou que as empresas brasileiras não serão oneradas com impostos e taxas que inexistem em outros países exportadores de minério. “Não seria um ato de inteligência do Brasil”, afirmou.

É ÉTICO TER ÉTICA ?

         A maioria das pessoas está colocando debaixo do tapete as normas de moral, os bons costumes, a ética e aceitando como vantagens os maus exemplos, o individualismo, a mentira, o engodo, a trapaça, a falta de Ética e outros interesses, em benefícios próprios. Por outro lado vemos crescer a religiosidade baseada em bons princípios governada pelas regras bíblicas, isto significa que nem tudo está perdido; mas por que, apesar da índole cristã do povo brasileiro não se consegue separar o joio do trigo
        Por que, apesar de nossa formação voltada ao que é bom, à ajuda ao próximo, a nos condoermos pelo sofrimento alheio, temos a tendência de fazer o que é errado e tirar proveito próprio de tudo que for possível sem medir as conseqüências.
         É triste, mas em todos os setores da economia brasileira existe a falta de ética e profissionalismo. Assistimos isso todos os dias na TV, nos Jornais, rádios, enfim, todos os meios de comunicação.
        Mas quando pensamos que esta falta de moral só acontece longe das nossas barbas, nos enganamos redondamente, ela acontece, também, no mercado de água mineral, mas vamos lá. vida em frente, como diz o ditado: “só colhemos o que plantamos”.
      AVE MARIA E AVANTE (São Luiz Orione)

Assembléia Geral 06/04/2010

Caros Sócios tem Assembléia Geral Extraordinária na sede da Associação dos Distribuidores de Água Mineral do RS (Adam-RS), dia 06/04/2010 às 20:00 Hs (Terça-Feira), contamos com todos, sua participação é muito importante.

Abraço e até breve.

Água Mineral: Fonte Ijuí sobe bastante e ocupa primeiro lugar isolado

          O forte crescimento em nos índices de lembrança e preferência da Fonte Ijuí, combinado com a redução nos números da Sarandi, descaracterizou o empate técnico que, por vários anos, envolveu as duas marcas de Água Mineral na disputa pela liderança do setor.
         Agora a Fonte Ijuí passa a acupar o primeiro lugar de forma isolada nos dois quesitos da pesquisa feita pela QualiData, alcançando 38,9% na lembrança e 36% na preferência.
         A Sarandi, na segunda posição, foi lembrada por 27,4% dos entrevistados e apontada como a marca preferida por 21,3%.
        Água da Pedra, Charrua e Água da Guarda seguem tecnicamente empatadas.
Fonte: Jornal do Comércio

FRUKI na cabeça

Publicado por: blogattitude em: março 23, 2010

Na edição deste ano do prêmio Marcas de Quem Decide conferido pelo Jornal do Comércio, a FRUKI conquistou uma posição no segmento regrigerantes, ficando entre as três marcas mais lembradas e preferidas pelos consumidores gaúchos. O mesmo ocorre com a marca Água de Pedra, no segmento água mineral. Parabéns FRUKI!

Abaixo o anúncio publicado no Jornal do Comércio.

PROGRAMAÇÃO EXMIN 2010 (1º SEMESTRE)

       A Agência para o Desenvolvimento Tecnológico da Indústria Mineral Brasileira (ADIMB) anuncia a realização do EXMIN 2010, um conjunto de cursos de aperfeiçoamento profissional de curta duração, ministrados de forma compacta. Os cursos abordarão temas de exploração mineral e depósitos minerais, sendo coordenados e ministrados por profissionais e pesquisadores de prestígio no setor empresarial. O EXMIN 2010 será promovido pela ADIMB, em parceria com a Society of Economic Geology (SEG) e com a Prospectors and Developers Association of Canada (PDAC).
        As palestras serão realizadas no Parque Metalúrgico, em Ouro Preto (MG), entre os dias 27 e 29 de maio. As inscrições serão feitas através da Ética – Promoção de Eventos, para maiores informações ligue no tel.: (31) 3444-4794 ou mande e-mail para simexim@eticaeventos.com.br

Área de mineração na Grande BH vai parar nas mãos de chineses

        A Itaminas Comércio de Minérios assinou na quarta-feira em Belo Horizonte carta de intenção com a companhia chinesa Birô de Exploração e Desenvolvimento Mineral do Leste da China (ECE) para a venda de 100% da mineradora em Sarzedo, na Grande BH. O negócio é avaliado em US$ 1,2 bilhão e tem como objetivo principal sanar as dívidas do grupo Itaminas, que chegam a US$ 400 milhões, segundo Wilson Brumer, presidente da Winbros, contratada para estruturar o projeto e atrair potenciais compradores para a empresa mineira.
        As negociações entre a Itaminas e a ECE começaram há cerca de seis meses. Os ativos minerais da Itaminas, que tem 51 anos de atuação no mercado, são estimados em 1,3 bilhão de toneladas. A produção atual é de cerca de 3 milhões de toneladas de minério de ferro por ano. O grupo Itaminas também atua na produção de ferro-gusa e no segmento de reflorestamento. “Com a carta de intenção assinada, o próximo passo é começar a auditora e o entendimento entre os advogados de ambas as partes para que essa transação seja concluída o mais breve possível”, afirmou Brumer. Sem fazer estimativa de prazo, o executivo ainda disse que até maio a certificação em nível internacional dos montantes dos ativos minerais da empresa deve ser realizada.
        De acordo com Brumer, o montante desembolsado pelos chineses na compra da Itaminas servirá também para o pagamento de terras arrendadas pela empresa mineira. “Houve aquisição de 100% dos comodatos. Não vai ter mais arrendamento”, explica. Conforme ele, foi preciso esperar o momento adequado para vender a mineradora, já que o setor foi um dos mais afetados pela crise econômica mundial. O executivo não deu detalhes sobre o futuro do grupo. “Os negócios com gusa e reflorestamento vão depender de decisões deles (do grupo). O objetivo da Itaminas é fazer o saneamento financeiro de suas dívidas”, afirma.
        Com a aquisão da Itaminas, a ECE quer avançar nos negócios internacionais de minério de ferro. O diretor geral da compahia, Shao Yi, afirmou que a intenção é construir, “ou trazer” uma siderúrgica para o Brasil para fazer a exploração em terras brasileiras. “Estamos estudando a possibilidade de fazermos parceira com alguma empresa brasileira, mas também existem várias siderúrgicas na China interessadas em ser nossas parceiras nesse negócio realizado em Minas. Ainda não temos uma definição”, disse o executivo.
        Segundo Yi, o grupo ECE já havia feito negócios em Mariana, na Região Central, com a empresa Pamin. “No entanto, o negócio com a Itaminas é o maior projeto da nossa história e muito atrativo”, declarou. A ECE fica na Província de Jiangsu, que responde por 1% do território chinês, 6% da população daquele país e 10% do Produto Interno Bruno (PIB) da China. O país asiático consome anualmente 600 milhões de toneladas de minério de ferro.

As Águas Medicinais de Cambuquira

As Águas Minerais de Cambuquira são o principal atrativo turístico da cidade, com mais de seis fontes de diversos tipos. Estas águas têm um excelente resultado no tratamento de doenças da pele e distúrbios do aparelho digestivo e intestinal, além de estimular a função de vários órgãos e servir como material terapêutico estético.
Em uma pesquisa feita pela revista VIP Exame, a água mineral Gasosa de Cambuquira foi classificada em segundo lugar dentre todas as marcas de água mineral encontradas no mundo, ficando atrás apenas da Ty Nant, original do País de Gales. No Brasil, nossa água ganhou o primeiro lugar na classificação entre as águas minerais disponíveis no mercaado.
Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.

Junte-se a 752 outros seguidores

%d blogueiros gostam disto: