Fruki pretende ter a água mais consumida do RS em cinco anos

A Fruki foi a única empresa do Rio Grande do Sul a receber troféu ouro no Programa Gaúcho de Qualidade (PGQP) em 2011. A empresa ainda foi apontada como o nono melhor ambiente de trabalho no Estado. Conforme o diretor-presidente, Nelson Eggers, a empresa levou oito anos para chegar nesse patamar. Para 2012, uma das metas é diminuir gastos com água e energia elétrica. A ideia é não ultrapassar o consumo de 0,058 quilowatts de energia elétrica e 1,48 litro de água por litro de bebida produzido.

A Fruki pretende crescer 14% em faturamento e 8% em volume, o que representa 200 milhões de litros de bebida. O refrigerante produzido em Lajeado representa 13% do mercado gaúcho, a água 18% e o consumo de energético se aproxima de 50%. A projeção de Eggers é de que, em 2016, o refrigerante da Fruki seja o segundo mais consumido no Estado e, em cinco anos, a Água da Pedra seja a primeira do ranking de consumo de água mineral.

Estão nos planos da empresa lajeadense a construção do centro de distribuição em Canoas, num terreno de 40 mil metros quadrados. Serão 15 mil metros quadrados de área construída e um estacionamento que comportará 200 caminhões. A planta para um novo projeto está andamento. Neste final de semana, Eggers viaja para a Europa a fim de conhecer fornecedores de matérias primas e outras plantas.

Comissão aprova diferenciação entre águas mineral e adicionada de sais

 

 

 

Arquivo/ Gustavo Lima

Perondi: atualmente, a diferenciação entre os tipos de água não está clara.

 

 

A Comissão de Seguridade Social e Família aprovou nesta quarta-feira (4) as emendas do Senado ao Projeto de Lei 1014/03, do deputado Ricardo Izar (PSD-SP), que define parâmetros e padrões para estabelecer diferenças entre a água mineral e as águas preparadas com adição de sais ou de vitaminas e minerais.

A proposta já havia sido aprovada pela Câmara em 2010, mas voltou a ser analisada na Casa porque foi aprovada com alterações pelos senadores.O Senado, para corrigir uma inconstitucionalidade por vício de iniciativa, retirou a previsão de a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) regulamentar a água adicionada de vitaminas e minerais, categoria criada pela proposta, em até seis meses. Sob o mesmo argumento, outra emenda excluiu do Ministério da Saúde a atribuição de estabeceler, para as águas com sais ou vitaminas, os mesmos parâmetros de exigência da água potável.

O relator na comissão, deputado Darcísio Perondi (PMDB-RS), lembrou que a água mineral e a água com sais são mercadorias distintas e essa diferenciação não está clara atualmente.

Conceitos
O projeto classifica como “água adicionada de sais” ou “água adicionada de vitaminas e minerais” a bebida que tenha sido processada artificialmente, com a adição de produtos químicos. Entre outros parâmetros, os teores máximos de vitaminas e minerais adicionados à água não deverão ultrapassar os limites definidos para os alimentos adicionados de nutrientes essenciais (os chamados alimentos enriquecidos). Por sua vez, os nutrientes utilizados na fabricação da água devem estar presentes em concentrações que não impliquem ingestão excessiva ou insignificante do nutriente adicionado, conforme as necessidades do consumidor.

Já a água mineral, conforme o texto aprovado, é aquela provida pela própria natureza e deve ser retirada diretamente da fonte e envasada sem o acréscimo de quaisquer substâncias.

Tramitação

A proposta, que tramita em caráter conclusivo, ainda será analisada pelas comissões de Defesa do Consumidor; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Palhoça é destaque no mercado de águas minerais

Texto e fotos: Ana Paula Flores
Empresas localizadas nos bairros Guarda do Cubatão e Pedra Branca preservam a saúde e o meio ambiente
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Um ranking realizado entre 16 águas minerais brasileiras realizado no ano passado colocou a Água Mineral Santa Catarina na segunda posição. A pesquisa da Associação Brasileira de Defesa do Consumidor (Proteste) comprovou a qualidade na produção da empresa que existe em Palhoça há 85 anos. Fundada em 1927 pelo empresário Jacob Vilain Filho, que dá nome a um das principais ruas da Guarda do Cubatão, a empresa possui uma carteira de mais de três mil clientes fidelizados no Estado e nas regiões metropolitanas de Porto Alegre e Curitiba.

Outro destaque é o fato de a empresa ser a única no Estado que ainda mantém o envase de água em garrafas de vidro. A atitude ecologicamente correta, de acordo com o gerente de produção, Sérgio Pires, atraiu a atenção de países europeus e da Austrália, cujos representantes este ano já visitaram a empresa com o objetivo de importar água para seus países de origem. Pires explica que o interesse desses países se justifica pelo vidro ser considerado uma embalagem mais sofisticada, além de reduzir a formação de lixo, já que se trata de uma embalagem retornável.

Situada em um terreno de cerca de 40 hectares, a fonte está localizada aos pés do Morro do Cambirela, em uma profundidade média de quase 100 metros. A área é ambientalmente protegida, por estar incluída no Parque da Serra do Tabuleiro.

Segundo o gerente de vendas, Paulo Marcos Stopassoli, os principais objetivos da empresa para 2012 são a ampliação da estrutura e a renovação do maquinário. Outra meta é ampliar a produtividade. Atualmente, 72 funcionários de Palhoça e da Grande Florianópolis atuam na empresa, sendo 44 deles na área de produção.

Antigamente vendida em farmácias por suas propriedades terapêuticas, de acordo com a química responsável Deisi Maria Valentim, a água mineral Santa Catarina possui 30 dos principais sais minerais necessários ao bom funcionamento do organismo, além de ser considerada uma água mesotermal, cuja temperatura na fonte chega a 34° Celsius.

Serviço:
A sede da empresa, que possui jardins, gruta e capela, está aberta para visitação pública de quarta a domingo, das 8 às 17 horas. Contato: 3342-0172.

Água Mineral Pedra Branca investe em sustentabilidade:

Prestes a comemorar um ano de fundação, a Água Mineral Pedra Branca entrou no mercado engajada com o conceito de sustentabilidade. A engarrafadora criada em abril do ano passado faz parte do Grupo Pedra Branca, que nos últimos dois anos percebeu a oportunidade de investimento no mercado de água, cujo crescimento no consumo teve um aumento 10 % maior em relação a outras bebidas, como refrigerante e cerveja.

A empresa foi pioneira em degustação de águas na região, oferecendo aos clientes de uma rede de supermercados a oportunidade de escolher a água a ser ingerida, considerando, além de outros fatores, a composição química equilibrada.

De acordo com a diretora administrativa, Nádia Kristina Costa, o parque industrial da empresa é ecologicamente correto, já que a instalação de máquinas novas reduz o uso de energia e exige menos lubrificação.

Um exemplo é o uso de ventilador de ar ao invés de esteira para empurrar as embalagens ao longo do processo de envase, reduzindo o consumo de energia. Além disso, ela explica que a lavação dos garrafões de 20 litros acontece com reuso da água no último estágio, quando o mesmo é enxaguado com a própria água mineral. Nesse caso, a água retorna ao ciclo anterior, onde acontece a lavagem com produtos químicos. Essa ação reduz em até 30% o uso de água na lavagem dos garrafões.

Outra iniciativa que contribui para a sustentabilidade é a produção e rotulagem das garrafas: em uma linha independente, a fábrica produz suas próprias embalagens, por meio de um molde plástico que é submetido ao sopro com ar comprimido. Ao sair desse estágio a embalagem recebe o rótulo, que consome menos matéria-prima: ele não contorna toda a garrafa, ao contrário das embalagens comuns.

Com duas linhas de envase, uma para os descartáveis pequenos e outra para os maiores, de 6 e 20 litros, a fábrica conta com 45 funcionários, 30 deles atuando no setor de produção e expedição. Com isso, a empresa está preparada para envasar até 20 mil litros de água por hora, com base em uma garrafa de 500 ml.

O objetivo até o final de 2012 é envasar 1 milhão de embalagens por mês. Projetada com modernas técnicas de construção, a área de envase tem piso e paredes de vidro próprios da indústria farmacêutica, mais resistentes à contaminação em comparação aos exigidos na indústria alimentícia.

Projeto piloto nas escolas:

A empresa começa este mês um projeto piloto que prevê visitas guiadas com alunos de 8 a 11 anos de escolas de Palhoça. O objetivo é fazer com que as crianças entendam o processo de produção de água engarrafada e associem o consumo do produto à saúde e qualidade de vida. Informações pelo telefone: 3342-5500.

Mudança do Seguro Desemprego

Um decreto publicado na terça-feira (17) mudou as regras para concessão do seguro-desemprego, endurecendo os critérios para quem pede o benefício pela terceira vez em menos de dez anos. A regra surge em um momento de queda no desemprego e alta na concessão do seguro (saiba mais na reportagem do Jornal das Dez, da Globo News, ao lado).A seguir, saiba mais sobre a mudança:A NOVA REGRA


Se o desempregado pede o seguro pela terceira vez dentro de um período de dez anos, ele poderá ser obrigado a fazer um curso que seja habilitado pelo Ministério da Educação.

O CURSO


O curso pode ser de formação inicial e continuada ou de qualificação profissional. A carga mínima será de 160 horas.

A MATRÍCULA


A concessão do seguro-desemprego será condicionada à comprovação de matrícula e frequência no curso. Se o trabalhador recusar a pré-matrícula, o seguro poderá ser cancelado. Também poderá perder o benefício caso não realize a matrícula efetiva na instituição de ensino, no prazo estabelecido; ou caso não compareça ao curso em que estiver matriculado.

REGRA AINDA NÃO ESTÁ EM VIGOR


A regra consta no decreto presidencial 7.721, publicado no “Diário Oficial da União” de 17 de abril, que regulamenta a lei 12.513 – que criou o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec). Segundo o Ministério do Trabalho, a regra ainda não está em vigor, uma vez que ainda falta ser publicada uma regulamentação posterior.

CURSO GRATUITO


De acordo com o decreto presidencial, o cursos serão ofertados por meio da Bolsa-Formação Trabalhador, concedida no âmbito do Pronatec, ou de vagas gratuitas na rede de educação profissional e tecnológica. O Ministério do Trabalho, que será responsável por orientar os trabalhadores aos cursos de formação, informou que não será cobrada nenhuma taxa.

PROJETO-PILOTO


O Ministério do Trabalho informou ainda que um projeto-piloto começará a funcionar, na próxima segunda-feira (23), em João Pessoa e Campina Grande, ambos municípios da Paraíba. Nesses casos, porém, ainda não será obrigatória a participação nos cursos. Eles serão apenas “indicados” para os trabalhadores.

O QUE É O SEGURO-DESEMPREGO


O seguro-desemprego tem por objetivo “prover assistência financeira temporária” a trabalhadores desempregados sem justa causa, e auxiliá-lo na manutenção e na busca de emprego, provendo para tanto, ações integradas de orientação, recolocação e qualificação profissional. A assistência financeira é concedida em no máximo cinco parcelas, de forma contínua ou alternada, a cada período aquisitivo de dezesseis meses.O valor mínimo do seguro-desemprego é o salário mínimo, atualmente em R$ 622. Para se calcular o valor, é preciso aplicar um multiplicador ao salário médio dos três últimos meses trabalhados. Caso o trabalhador receça até R$ 1.026,77, o salário médio será multiplicado por 0.8 (80%). Se o salário for de R$ 1.026,78 a R$ 1.711,45, o que exceder a R$ 1.026,77 multiplica-se por 0.5 (50%), e soma-se R$ 821,41. Para salários acima de R$ 1.711,45, o valor da parcela será de R$ 1.163,76 invariavelmente.  

FONTE: G1 

Aumenta consumo de Água Mineral

http://www.sm.com.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=16818&sid=5

Límpida, água mineral que conquista o Brasil com modelo de sustentabilidade

A Límpida já conquistou vários prêmios no Ceará e no Nordeste em reconhecimento à sua forma sustentável de atuar, como o Sesi de Qualidade do Trabalho. Ao olhar para trás e vendo as conquistas  no presente, Vicente faz o balanço: “Comecei essa empresa com meu esforço. Já fui até pedreiro e servente no meu próprio negócio. Não acreditavam e ironizavam nosso trabalho. Hoje, gero empregos e somos uma empresa modelo”.

 Na região do Aquiráz, na Região Metropolitana de Fortaleza, no Ceará, nasce a fonte Riacho Doce, onde brota uma das águas mineral mais pura do País. É a Límpida, produto que vem conquistando a preferência popular da Região, empresa mineradora que já conquistou vários prêmios no Ceará e no Nordeste, em reconhecimento à sua forma sustentável de atuar.

Conforme o seu proprietário, Vicente Guilherme Rios Aguiar, a empresa já planeja exportar água para países em várias regiões do mundo. Surgida há 10 anos, a Límpida é responsável por 150 empregos e envasa cerca de 100 mil garrafões por mês. O rio Riacho Doce atravessa o sítio Ue Ue, e dá nome a sede industrial da Fonte que produz a Água Mineral Natural Límpida.

Como surgiu

Uma pesquisa casual detectou lá um manancial abundante de água mineral da melhor qualidade. Foi esse descobrimento que fez que o proprietário desse sítio, Vicente Aguiar, iniciar um longo processo para conseguir com as autoridades competentes, a Lavra que oficializara e autorizara a exploração dessa importante reserva de água. Foram quatro anos de espera até a emissão da Portaria de Lavra No 9, emitida em 04/01/2002.

Vicente era até então um comerciante bem sucedido e criou um projeto em relação a esse descobrimento; ter uma marca de água mineral que fosse de encontro aos consumidores, levando um produto que tivesse como sinônimo a qualidade e que levasse garantias a um mercado já explorado nesse momento por muitas marcas e muitas dúvidas. A Límpida tem como uma meta importante, levar ao conhecimento do mercado a importância e a responsabilidade de velar pela sua própria saúde

Esforço pessoal

Vicente faz o balanço: “Comecei essa empresa com meu esforço. Já fui até pedreiro e servente no meu próprio negócio. Não acreditavam e ironizavam nosso trabalho. Hoje, gero empregos e somos uma empresa modelo”. O Parque industrial da Limpida é rodeada de verde, um ambiente natural há 45 km de Fortaleza.

Desde a sua chegada até a produção na fonte, as embalagens que chegam do mercado passam por um rigoroso processo de recepção e inspeção física.  E é feito uma lavagem com produtos químicos, conforme determinação do Ministério da saúde.

Em seguida é feito uma lavagem mecanicamente automática. Onde é feito uma lavagem completa para eliminar qualquer produto residual. E finalmente passa por uma camara de ozônio para completar a esterilização. Todo o processo de  enchimento dos garrafões é automático. A empresa possui um laboratório para analisar  e oferecer uma água de primeira qualidade.

Meio Ambiente

A direção da empresa tem uma preocupação intensa com o meio ambiente. Devido à sua política sócio-ambiental desenvolvido pela mineradora, a Limpida tem sido  destaque constante no mercado, recebendo reconhecimento de entidades sanitárias e governamentais com a entrega de  diversos prêmios e certificados.

Foi a primeira empresa do Ceará a receber o Selo Internacional de Qualidade.  Na operacionalização do seu negócio, a Límpida planeja desde o tratamento dos resíduos sólidos até o bem-estar de seus funcionários. O mundo, nos últimos anos, vem despertando para a sustentabilidade. Neste ano, em junho,será realizado no Rio de Janeiro, a Rio +20, evento que vai reunir autoridades  do mundo todo em torno da preservação do meio ambiente.

E o empresário destaca: “No nosso caso não poderia ser diferente. Precisamos ter todo o cuidado para lidar sustentavelmente com a água, sem contaminar as nascentes”. E acrescenta: “Acreditamos em empresas que cuidam da natureza e das pessoas”.Localizada em uma área onde não existem redes de esgotos, a empresa tem como preocupação prioritária não contaminar o solo. Nos banheiros da Límpida existem caixas de concreto onde se armazenam os resíduos sólidos. Depois de guardados, eles seguem para uma rede de tratamento.

A Límpida enfoca a economia e a reciclagem em seus processos produtivos. Como os galões de água são retornáveis, passam pela limpeza com produtos químicos antes de servirem novamente para o armazenamento de água. Funcionários da empresa desenvolveram em sua instalação uma estação de tratamento para livrar o líquido dos produtos químicos. Depois de tratada, a água serve para funções como limpeza e para regar plantas. “Essa operação nos permite uma economia em torno de 30% com água”, contabiliza o empresário.

A Límpida já conquistou vários prêmios no Ceará e no Nordeste em reconhecimento à sua forma sustentável de atuar, como o Sesi de Qualidade do Trabalho. Ao olhar para trás e vendo as conquistas no presente, Vicente faz o balanço: “Comecei essa empresa com meu esforço. Já fui até pedreiro e servente no meu próprio negócio. Não acreditavam e ironizavam nosso trabalho. Hoje, gero empregos e somos uma empresa modelo”.

Fonte: Jornal do Comércio do Ceará

Fiscalização da água mineral

Observador Affonso Ritter | aritter@via-rs.net

Observador

Notícia da edição impressa de 23/04/2012

A Smic da Capital é responsável pela fiscalização dos estabelecimentos que vendem água mineral, seu licenciamento, comércio, distribuição e armazenamento. E, mesmo tendo dobrado as vistorias, o número de autuações e notificações vem caindo, escreve a coordenadora de comunicação Melina Fernandes, a propósito de nota da coluna alertando sobre o transporte da água, sem proteção contra o sol. Já o alvará sanitário, que confere a qualidade, é atribuição da Vigilância de Alimentos da Coordenadoria-Geral de Vigilância em Saúde. Neste caso, seus fiscais dependem das denúncias da população, o que ocorreu só uma vez este ano quando foram constatados problemas encaminhados ao Estado.

Alagoinhas ganha fábrica de água mineral

         Em reunião na tarde desta segunda-feira (26), o secretário de Indústria, Comércio e Mineração (Sicm), James Correa, garantiu ao deputado Joseildo Ramos (PT) a instalação de uma fábrica de água mineral do grupo Coca-Cola no município de Alagoinhas, a 108 km de Salvador. O protocolo de intenções entre o governo estadual e a “Norsa” será assinado no dia 11 de abril.

Fonte: Bahia Notícias

Matéria sobre o SELO FISCAL em Srgipe

 

http://globotv.globo.com/tv-sergipe/bom-dia-sergipe/v/empresas-que-nao-colocarem-selo-fiscal-em-garrafoes-de-agua-serao-multadas/1909025/

Livros para Tablets

Baixe livros grátis pelo site

http://www.dominiopublico.gov.br

Novas embalagens da Água Mineral Imperatriz

Setor de água envasada cresce 18% no Ceará em 2011

O consumo de água envasada tem crescido no Estado e aberto oportunidade para negócios tanto do produto mineral quanto adicionado de sais (mineralizado)

A Companhia de Água e Esgoto do Ceará (Cagece) garante que a água entregue às residências de Fortaleza é potável e apropriada também para ser bebida. Mesmo assegurando a certificado de qualidade, o consumo de água envasada – mineral e adicionada de sais – cresce. Em 2011, a alta nos negócios foi de em torno de 18% em relação a 2010, informa Ricardo Lopes, vice-presidente da Associação Brasileira de Águas Adicionadas de Sais (Abinap).

“O mercado é crescente. Temos hoje 23 empresas legalizadas de água adicionadas de sais. Emprega muita gente, tanto na produção quanto na logística. Uma empresa de pequeno porte, para operacionalizar uma fonte, deve ter algo em torno de 30 funcionários. Com a logística própria, emprega mais umas 40 pessoas. Fora o emprego indireto”, enumera Lopes.

O diretor afirma que o setor de água envasada contribui para reduzir as despesas públicas na área da Saúde. “Sendo bem administrado, gera uma economia na saúde pública, porque o grande mercado consumidor hoje é a periferia, que está correndo menos riscos bebendo uma água de qualidade”, argumenta Lopes, que também é proprietário da empresa de água adicionada de sais, Santa Sophia.

Para Cláudio Targino, presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Águas Minerais, Cervejas e Bebidas em Geral do Estado do Ceará (Sindibebidas-CE), o setor de água envasada é um dos que apresenta um maior crescimento setor.

“Eu digo até que é uma cultura que se criou e se sedimentou no consumo de água envasada. A água boa é uma questão de saúde. Esse mercado entrou de uma maneira muito interessante. Em qualquer canto do Interior, você tem água de garrafão. Poucas pessoas bebem da torneira ou espera aparar da chuva”, comenta Targino.

“A água da Cagece é potável e bebível”, garante Neuma Buarque, chefe do laboratório de qualidade da água da Companhia de Água e Esgoto do Ceará (Cagece). A ressalva é que o consumidor deve criar alguns hábitos de higiene.

“Tem que manter a caixa d’água limpa. Caberia uma ação maior de divulgação sobre essa questão da qualidade de água da Cagece, mas já pensou se a Cagece fosse de porta em porta dizendo que a água é potável. Tenho um filha de 7 anos e ela toma água da Cagece”, afirma Neuma. Ela orienta as pessoas a saberem a origem do que bebem.

Para ela, o mercado está aí oferecendo os produtos, muitas vezes, de procedência desconhecida, cabe ao consumidor decidir sobre a própria saúde. “Você vê as pessoas tomando água de fontes de origem duvidosa, toma só porque está envasada”.

Sobre a queixa do sabor de cloro na água da Cagece, ela informa que a adição de cloro é uma exigência do Ministério da Saúde (MS). No entanto, afirma que o valor inserido de cloro não é prejudicial à saúde, ao contrário, garante a potabilidade da água até chegar ao encanamento da residência. “Que bom que a água chegue na minha torneira com cloro. Tenho que me questionar se ele já chegou sem”, explica Neuma.

A responsável pelo laboratório de água da Cagece orienta a população a valorizar mais a água que chega às casas. “O tratamento de água da Cagece é bem caro. Daí, você ainda vê uma pessoa lavando a calçada com água da Cagece e bebendo água de fontes duvidosas”, alerta.

O quê

ENTENDA A NOTÍCIA

Água de Fortaleza vem da Estação de Tratamento Gavião que utiliza água dos Açudes Pacajus, Pacoti,Riachão e Gavião. A água é submetida a um tratamento para adequá-la aos padrões de potabilidade estabelecidos pelo Ministério da Saúde.

Secretaria divulga lista de águas envasadas autorizadas

A Secretaria da Saúde do Ceará (Sesa) divulga mensalmente as águas envasadas autorizadas a serem comercializadas no Estado. Na última atualização, de 6 de março de 2012, constam 13 marcas de água mineral e 23 águas adicionadas de sais liberadas para o consumo.

São águas que passaram por um processo de coleta e análise no Laboratório Central de Saúde Pública do Estado do Ceará (Lacen), unidade da rede estadual de Saúde, e estão de acordo com padrões sanitários da Agência Nacional de Vigilância Sanitária.

 

“Temos um controle e monitoramento. Todos os meses, quatro ou cinco empresas são monitoradas de cada categoria. Vamos ao poço, vamos à empresa no envasamento e colhemos as amostras, que são encaminhadas para o Lacen. Quando o resultado dá insatisfatório, não quer dizer que a empresa vai fechar, não. A gente notifica a empresa e recolhe todo o lote do comércio. Não é frequente, mas acontece. A questão é a manipulação e boas práticas”, explicou Gerarda Cunha da Silva, supervisora de Vigilância Sanitária da Sesa.

 

O coordenador de Promoção e Proteção da Saúde da Sesa, Manoel Fonseca Neto, destaca os cuidados que a população deve ter com as águas envasadas. “A água da Cagece é tratada. Essas águas envasadas surgiram no período de uma seca enorme, na epidemia de cólera, há mais de 10 anos. O certo seria usar a água da Cagece e as águas naturais. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) resolveu autorizar a comercialização de águas adicionadas de sais e isso criou um mercado”, explica. (AJ)

 

O POVO Online

Veja a lista de águas envasadas que podem ser comercializadas no Ceará www.saude.ce.gov.br/index.php/lista-de-aguas-envasadas.

Secretaria divulga lista de águas envasadas autorizadas

A Secretaria da Saúde do Ceará (Sesa) divulga mensalmente as águas envasadas autorizadas a serem comercializadas no Estado. Na última atualização, de 6 de março de 2012, constam 13 marcas de água mineral e 23 águas adicionadas de sais liberadas para o consumo.

São águas que passaram por um processo de coleta e análise no Laboratório Central de Saúde Pública do Estado do Ceará (Lacen), unidade da rede estadual de Saúde, e estão de acordo com padrões sanitários da Agência Nacional de Vigilância Sanitária.

 

“Temos um controle e monitoramento. Todos os meses, quatro ou cinco empresas são monitoradas de cada categoria. Vamos ao poço, vamos à empresa no envasamento e colhemos as amostras, que são encaminhadas para o Lacen. Quando o resultado dá insatisfatório, não quer dizer que a empresa vai fechar, não. A gente notifica a empresa e recolhe todo o lote do comércio. Não é frequente, mas acontece. A questão é a manipulação e boas práticas”, explicou Gerarda Cunha da Silva, supervisora de Vigilância Sanitária da Sesa.

 

O coordenador de Promoção e Proteção da Saúde da Sesa, Manoel Fonseca Neto, destaca os cuidados que a população deve ter com as águas envasadas. “A água da Cagece é tratada. Essas águas envasadas surgiram no período de uma seca enorme, na epidemia de cólera, há mais de 10 anos. O certo seria usar a água da Cagece e as águas naturais. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) resolveu autorizar a comercialização de águas adicionadas de sais e isso criou um mercado”, explica. (AJ)

 

O POVO Online

Veja a lista de águas envasadas que podem ser comercializadas no Ceará www.saude.ce.gov.br/index.php/lista-de-aguas-envasadas.

Beber água mineral no inverno é tão importante quanto no verão

A falta de ingestão regular nos períodos de frio causa desequilíbrios ao corpo e pode levar a graves problemas de saúde

    23/04/12 às 17:40 Redação Bem Paraná

Água mineral refresca no verão, mata a sede e faz bem para a saúde. Mas muitas pessoas se esquecem de manter o consumo diário de água mineral também nos dias frios, principalmente no auge do inverno. O fato de sentirmos menos sede e a ausência de calor não significa que nosso corpo não precise de água mineral nesse período do ano. Em qualquer época, a falta do consumo influencia no bom funcionamento do corpo, podendo comprometer a saúde.

O hidrogeólogo da Empresa de Águas Ouro Fino, Carlos Lancia, explica que os benefícios de ingerir água no inverno são muitos. “A água colabora na manutenção da temperatura corporal, na hidratação de todas as células do organismo e serve como meio de transporte de muitas substâncias para o interior das células, também para a eliminação de toxinas e compostos orgânicos, que eventualmente são ingeridos na nossa alimentação”, diz Lancia. O que ocorre no verão é que devemos beber mais água que o recomendado, uma vez que ocorre mais perda de líquidos devido à transpiração. “Perde-se muita água pela urina e suor durante a realização de exercícios.”

Além disso, o fato de diminuir o consumo de água no inverno causa a sensação de fome, aumentando a ingestão de alimentos, principalmente à noite. “Ou seja, as pessoas confundem sede com fome”, diz o hidrogeólogo da Ouro Fino.

Quantidades x Funções

Quando não se bebe água em quantidade suficiente, as funções bioquímicas das células podem ser prejudicadas, assim como pode ser comprometida a integridade do sistema vascular e urinário. A quantidade, afirma Lancia, depende da temperatura, umidade e intensidade das atividades físicas que são realizadas. “Recomenda-se beber no mínimo oito copos de água, o que equivale a dois litros por dia. Com os alimentos, já ingerimos diariamente cerca de 2 a 3 copos de água.”

Para pessoas que fazem atividade física, recomenda-se beber um copo de água a cada 30 minutos durante os exercícios, orienta Lancia. Segundo o especialista, uma pessoa em repouso perde aproximadamente 2 litros de água por dia, enquanto que um esportista perde mais ou menos 6 litros de água, dependendo da atividade física que realiza. “Os sintomas da falta de água mineral durante os exercícios são dor de cabeça, câimbra e perda de equilíbrio.”

Sede é sinal de desidratação

No homem, o balanço de água se mantém graça a três mecanismos que estão intimamente relacionados: sistema de vasopressina (hormônio antidiurético), capacidade de concentração e de diluição renal e a sede. Esta última é um mecanismo extremamente complexo. Quando sentimos sede já é um sinal de que o processo de desidratação no organismo foi iniciado. “É um alarme para que bebamos água”, afirma Lancia.

A nossa necessidade de água se modifica ao longo da vida. No idoso, o risco de desidratação aumenta, devido à diminuição dos sinais da sede por causa do envelhecimento. Por isso as pessoas da melhor idade devem beber mais água, para manter uma correta hidratação. “Mesmo sem sentir sede devem ingerir água mineral com maior freqüência, para compensar a perda que ocorre normalmente no organismo pela transpiração através da pele, da urina e dos pulmões”, explica.

Qualidade da água

Nem todas as águas são iguais, consequentemente, seus efeitos no corpo são distintos. No caso das águas minerais, elas contêm minerais, oligoelementos e micronutrientes dissolvidos, que são essenciais ao bom funcionamento do organismo e uma vida saudável. A ingestão de água mineral é importante para manter a hidratação e  prevenção cardiovascular, saúde óssea, saúde oral e prevenção de diversos distúrbios metabólicos, dependendo de sua composição química.

A água mineral se diferencia das outras águas pela composição mineral estável, benefícios à saúde, potabilidade na fonte, poços profundos e surgências bem protegidas, além de serem submetidas a controles contínuos rígidos desde a fonte até o consumidor. “Pessoas que têm dieta pobre em sódio devem dar preferência a águas minerais com baixo teor de sódio, sendo, portanto, adequadas também para crianças”, recomenda Lancia.

A água potável de rede de distribuição ou de outras fontes alternativas tem composição e origem variável, estando suscetível a diversos poluentes presentes nos mananciais superficiais. Nesse caso, ela é submetida a vários tipos de tratamentos químicos para que se torne potável. “No Brasil, a maioria dos sistemas de tratamento utiliza o cloro, que é necessário para a manutenção de sua potabilidade”, diz.

Motivos para beber água mineral diariamente:

· Digestão: as substâncias presentes nos alimentos precisam ser transportadas para todas as células e tecidos do organismo;
· Remoção de resíduos via sistema intestinal, renal e hepático, podendo evitar a prisão de ventre (constipação);
· Circulação do sangue: facilita a distribuição do oxigênio para o cérebro e demais órgãos do organismo;
· Manutenção de unhas, cabelos e pele hidratados e saudáveis, favorecendo a elasticidade da pele;
· Equilíbrio das funções básicas do metabolismo: agiliza a nutrição e melhora a oxigenação das células;
· Oxigenação e manutenção da temperatura corporal.

O corpo de quem não tem hábito de beber água mineral sofre distúrbios:

· do aparelho digestivo;
· metabólicos;
· vasculares;
· alérgicos;
· das vias respiratórias;
· do aparelho urinário;
· dermatológicos.

Solicitada redução do ICMS para água mineral natural no Estado de SP

Da assessoria do deputado João Caramez

Caramez quer maior acesso à água de qualidade

Visando garantir à população o acesso à água de qualidade e promover o desenvolvimento sustentável, o coordenador da Frente Parlamentar de Apoio à Mineração, João Caramez (PSDB), e o presidente da Associação Brasileira de Indústria de Água Mineral (Abinam), Carlos Alberto Lancia, solicitaram ao governo do Estado a redução da carga tributária do ICMS para água mineral natural. O pedido foi feito terça-feira, 17/4, durante audiência com o coordenador adjunto da Administração Tributária da Secretaria de Estado da Fazenda, Marco Antônio Vecchi, e representantes do setor.

A solicitação diz respeito à redução da carga tributária do ICMS para as atividades de envase e venda de garrafões retornáveis de 10 e 20 litros de água mineral natural. “A redução tributária do produto favorecerá o aquecimento desse mercado, com o aumento da mão-de-obra empregada e, especialmente, a ampliação do número de famílias que poderão ter acesso a água pura”, destacou o deputado.

Durante a reunião, Lancia explicou que os garrafões retornáveis de 10 a 20 litros são destinados para uso doméstico, com 90% do seu consumo em residências familiares e 10% utilizados em hospitais e escritórios. Segundo ele, são produzidos por indústrias nacionais, empresas familiares de médio e pequeno porte.

Vecchi acompanhou a explanação e ao final do encontro informou que a secretaria fará um estudo elaborado a respeito do pedido.

jcaramez@al.sp.gov.br

Fruki anuncia nova fábrica em setembro

 
Diretoria recebeu mais de 30 propostas para abrigar indústria de chás e energéticos

O diretor-presidente da Fruki, Nelson Eggers, está sem pressa para de­finir onde será instalada a fábrica de chás, sucos e energéti­cos. A empresa analisa a proposta de 30 municípios interessados na nova planta. Ele descarta fazer o anúncio antes de setembro.

Eggers aguarda um levantamen­to elaborado pelo governo estadu­al sobre os índices de incentivos como o Fundopem e Integrar/RS que cada município pode conceder. Estes benefícios são essenciais para a empresa decidir onde será feito o investimento de R$ 30 milhões.

fO empresário não confirma, mas dois municípios são os principais candidatos para receber a nova unidade: Fontoura Xavier, no Alto da Serra do Botucaraí, e Paverama, no Vale do Taquari.

Os dois prefeitos estão confiantes quanto à decisão de Eggers. Ambos ofereceram área de 20 hectares, próxima da BR-386, abastecimen­tos de energia elétrica e de água su­ficientes para atender a demanda. A diferença está na distância com Porto Alegre e o incentivo fiscal.

O prefeito de Fontoura Xavier, José Godoy da Rosa, tenta seduzir o empresário pelos incentivos fiscais. O município tem direito a conceder 80% do Fundopem/Integrar, por es­tar em uma das regiões com baixo índice de desenvolvimento estadual.

Acrescenta que investiu R$ 1 mi­lhão para construir um distrito in­dustrial e garante que tem empre­sas interessadas em se instalar no município caso o investimento da Fruki se concretize. A negociação com a empresa começou em feve­reiro e tem o apoio dos prefeitos de Arvorezinha, Pouso Novo, São José do Herval e de Espumoso.

Elemar Rui Dickel, prefeito de Pa­verama, tenta sensibilizar Eggers de outra maneira, pois o incentivo por meio do Fundopem é baixo em relação ao da concorrente: 44%. Acredita que a proximidade com a capital – cerca de cem quilômetros de distância – pode facilitar o esco­amento da produção para o restan­te do estado. Para ele, a duplicação pode servir como incentivo.

Outro fator apontado por Di­ckel para atrair o investimento é a origem de Eggers. O empresário nasceu em Paverama, e o prefeito espera que isso sensibilize a inves­tir no município – um dos menos desenvolvidos do Vale do Taquari.

 

Nova fábrica

Em 2012, a empresa criará uma nova linha de produtos que será lançada no ano seguinte. Entre eles, sucos de frutas, chás, energéticos e bebidas à base de soja. O empreen­dimento será composto de ilhas de produção que no primeiro momento empregarão cerca de 50 pessoas.

Água mineral e as adicionadas de sais ou de vitaminas poderão ser diferenciadas

 
http://www2.camara.gov.br/radio/player/embededMP3player.html?audio=http://imagem.camara.gov.br/internet/midias/Radio/2012/04/materia-TM-aguasadicionadas-09042012.mp3 
                                                                                                                           Avançou na Câmara o projeto de lei (PL 1014/03) que diferencia a água mineral das águas adicionada de sais ou de vitaminas e minerais. A proposta do deputado Ricardo Izar, do PSD paulista, já havia sido aprovada pela Câmara em 2010, mas voltou a ser analisada na Casa porque recebeu alterações quando foi avaliada pelos senadores. O Senado retirou do texto a responsabilidade do Ministério da Saúde e da Anvisa, Agência Nacional de Vigilância Sanitária, de regularem sobre essas águas com aditivos. E agora, essas mudanças foram confirmadas pela Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara. Caso o projeto vire lei, as regras para esses produtos e os respectivos órgãos responsáveis serão definidos depois, pelo Governo.

Erechim: Venda de água mineral sobe 30%

Venda de água mineral sobe 30%

Até mesmo as garrafas de 500 ml tiveram incremento na procura – Arquivo BD

A água mineral tornou-se um dos itens mais vendidos nos supermercados e distribuidoras de bebidas de Erechim.  Em racionamento há quase uma semana, a cidade enfrenta problemas não apenas no abastecimento, mas também na qualidade do líquido que sai das torneiras.  Em boa parte dos lares ela chega com coloração escura.

Em um supermercado de Erechim, apenas na segunda-feira, a procura pelo produto dobrou. “Já vínhamos nos preparado para este aumento nas vendas. Há cerca de 20 dias aumentamos o volume de compra, de todas as embalagens”, explica o proprietário, Ademir Fávero. Por enquanto a embalagem mais procurada é a de 20 litros, mas até mesmo as garrafas de 500 ml tiveram incremento na procura.

“Antes mesmo do racionamento o consumo de água mineral era grande. Nesta semana percebemos um acréscimo bem expressivo”, completa.

Fonte: http://www.jornalbomdia.com.br/editorias/venda-de-agua-mineral-sobe-30


“Água mineral é a melhor coisa que existe para o rosto”, diz Sharon Stone

Sharon Stone (Getty Images

Sharon Stone

Sharon Stone, continua arrancando suspiros aos 54 anos de idade. E para manter o corpo e a pele bonita, como toda mulher, ela possui seus truques, entre eles, a água mineral.

“Toda manhã, eu limpo o meu rosto com água, aplico protetor solar e, em seguida, um creme hidratante. Eu acho que a água mineral é a melhor coisa que existe para o rosto” disse à revista francesa Madame Le Figaro.

A atriz revelou que está a procura de um novo hidratante. “Eu gosto de creme nutritivo com uma textura cremosa. Quanto mais rico ele é, mais a pele fica radiante, jovem, suave e pura”, explicou.

Sobre o corpo, ela confessou que já fez as dietas mais bizarras, mas hoje tenta manter uma rotina saudável, fazendo aulas regulares de Pilates e comendo muitos legumes e proteínas.

As informações são do Belfast Telegraph.

MT pode ter sistema para entrega de garrafões de água mineral em hospitais

Da Redação

Um sistema diferenciado para a entrega de garrafões de água mineral em unidades de saúde em Mato Grosso. Foi o que propôs o presidente da Assembleia Legislativa, deputado José Riva (PSD), no projeto de lei n. 51/2012, que dispõe acerca de normas com o objetivo de melhorar a qualidade da distribuição e higienização da água mineral em hospitais, policlínicas, postos de saúde, unidades do Programa de Saúde da Família (PSF) e Pronto Atendimentos.

Entre os critérios apresentados para a entrega, está o uso de uniforme por parte do pessoal, de modo a individualizar e diferenciá-lo dos demais funcionários; higienização diferenciada dos galões de água mineral, dada as proporções higiênicas que requer as unidades de saúde; além de garrafões devidamente identificados por cores, marcas ou outro meio capaz de personalizá-lo. “É notório que nas unidades de saúde há um alto índice de bactérias e derivados, podendo, muitas vezes, ocasionar mortes, haja vista que a colonização bacteriana da mucosa e da pele pode contribuir para o aparecimento de infecções hospitalares”, explica Riva.

O projeto destaca ainda que o empresário omisso as normas estabelecidas neste dispositivo estará sujeito à multa de R$ 500, sendo aplicado o dobro a cada reincidência, até o limite de R$ 2 mil. Porém, não se considerará a sanção se entre a data da decisão administrativa definitiva e a da infração posterior, houver decorrido período de tempo superior a cinco anos. “Os recursos oriundos das multas do não cumprimento desta lei deverão ser destinados ao Centro Estadual de Referência em Saúde do Trabalhador (Cerest/MT)”, afirma o parlamentar.

DADOS – Segundo o artigo “Mercado Consumidor de Água Mineral”, na década de 60, a produção brasileira de água engarrafada manteve-se estável até 1968, ano que marcou o início de uma nova fase no mercado. O ritmo de crescimento ganhou velocidade com a produção do garrafão de plástico. Hoje, os garrafões de 20 litros respondem aproximadamente por 55% do volume total de águas minerais comercializadas no país e devido a sua praticidade, ganhou espaço em residências, empresas e escolas.

Fonte:

http://www.odocumento.com.br/materia.php?id=390811

TV ULBRA; Reportagem sobre Água Mineral

Pesquisa revela que gaúchos estão consumindo mais água mineral

Aumento da renda e calor estimulam demanda, mas o preço da bebida aumentou 7,14% no primeiro trimestre deste ano

Pesquisa revela que gaúchos estão consumindo mais água mineral Diego Vara/Agencia RBS
Consumidor na Capital apela para as garrafas, em parte pelo fato de a água da torneira ter gosto alteradoFoto: Diego Vara / Agencia RBS
Beber água mineral pode fazer bem à saúde, mas começa a pesar no bolso.O consumo aumentou entre 15% e 20% no Estado, em relação ao verão passado, o que demonstra a popularização do líquido, mesmo mais caro.

No primeiro trimestre deste ano, o preço da garrafa de dois litros subiu 7,14% , segundo o Centro de Estudos e Pesquisas Econômicas (Iepe), da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

A produção e o consumo de água mineral estão em alta. O Brasil é o oitavo no ranking mundial: expandiu o envase de 8,4 bilhões de litros, em 2010, para 9 bilhões de litros em 2011.

A Associação Gaúcha de Supermercados calcula que em Porto Alegre a venda cresceu de 15% a 20%. Presidente da entidade, Antônio Longo informa que não houve risco de desabastecimento, mesmo quando a temperatura arranhou os 40ºC durante o verão.

— O consumo aumentou com o poder aquisitivo. As pessoas migram da água de bica para a mineral — avalia Longo.

A Capital vive uma situação diferenciada. Vice-presidente da Associação dos Distribuidores de Água Mineral (Adam) no Estado, Leandro Greff observa que o consumo dispara quando a população percebe alguma alteração no líquido da torneira – o que está acontecendo há algumas semanas.

Em razão da estiagem prolongada, houve proliferação de algas no Guaíba, o que obrigou o Departamento Municipal de Água e Esgotos (Dmae) a reforçar o tratamento químico.

— Neste mês, o consumo está 25% maior do que em abril do ano passado — constata Greff.

A cada semana sem chuva, o que reduz o nível do Guaíba, as vendas de água mineral crescem 5%, pelas estimativas da Adam. Greff nota que, além dos clientes habituais, apareceram outros que se dizem insatisfeitos com o cheiro da água encanada.

Qualidade do líquido é garantida pelo Dmae

O Dmae admite a interferência das algas, em razão da estiagem, mas assegura que a água da torneira é potável. O departamento não sabe quando a situação será normalizada, porque depende do tempo.

O que também chama a atenção é o preço da água mineral. O economista José Antonio de Seixas Villanova Filho, do Iepe, destaca que o reajuste de 7,14%, no primeiro trimestre, supera o acumulado de 1,43% do Índice de Preços ao Consumidor. No mesmo período, um dos refrigerantes mais vendidos subiu 0,8%.

ZERO HORA

Governo federal aumenta impostos sobre Água Mineral, cerveja e refrigerante

 

Reajuste compensará benefícios fiscais concedidos à indústria

A água, a cerveja e o refrigerante devem ficar mais caros em breve. Para compensar a renúncia fiscal de R$ 60,4 bilhões do pacote de estímulo à competitividade industrial anunciado nesta terça-feira, o governo federal vai aumentar a tributação das chamadas bebidas frias, segundo informou o secretário executivo do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa.

“Desonerações que têm impacto no Orçamento em curso devem ser compensadas. Isso virá de um mix de aumento de arrecadação, crescimento da economia e aumento de outros tributos. Estamos corrigindo a tabela de preços das bebidas, o que fazemos todos anos. A cobrança é um valor sobre o tipo de embalagem. É reajustado todo ano com base em levantamento de preços de consultoria contratada pelo governo”, explicou o secretário.

Barbosa não quis adiantar qual será o valor do reajuste e outras medidas compensatórias. Segundo ele, o aumento da tributação das bebidas será publicado no Diário Oficial da União de quarta-feira. O secretário executivo ainda ressaltou que não haverá aumento do preço dos cigarros. O governo já havia anunciado, no ano passado, um reajuste dos preços do produto, que deve entrar em vigor este mês.

Marcas de Quem Decide: 2012

Água Mineral: Sarandi e Fonte Ijuí não dão refresco

A troca de posições vem sendo bastante frequente entre as marcas de água mineral que disputam a liderança do setor. Quase sempre, quando uma ganha na lembrança, a outra leva vantagem na preferência. Esse vem sendo o movimento desenhado no gráfico pelas águas Sarandi e Fonte Ijuí.

Dessa vez, a pesquisa executada pela Qualidata mostra que a Sarandi reassume o primeiro lugar como marca mais lembrada, ficando à frente da Fonte Ijuí por apenas 4 décimos de ponto percentual. Em contrapartida, quem cresce na preferência é a Fonte Ijuí, chegando a 31,9%, enquanto a Sarandi diminui sua pontuação para 21%, ficando bem mais perto do terceiro lugar, ocupado pela Água da Pedra, que deu um salto e chegou a 18,5% das indicações.

Nada menos que 23 marcas de água mineral foram citadas nesta edição.

MAIS LEMBRADAS

SARANDI 31,4 %

IJUI 31,0 %

DA PEDRA  12,3 %

CHARRUA  04,5 %

ELAN 02,5 %

 

PREFERIDAS

IJUI 31,9 %

SARANDI 21,0%

ÁGUA DA PEDRA  18,5 %

ELAN 04,7 %

ITATI 03,0 %

Garrafões de água em Aracaju só com selo

 

Medida é para tentar coibir produtores clandestinos, água de má qualidade e concorrência desleal.

Aracaju (4 abr) – A partir de 30 de abril as empresas embaladoras de água mineral não podem mais comercializar garrafões de 10 e 20 litros sem selo. A medida, segundo os empresários, é para garantir a qualidade do produto que é vendido na capital. Na manhã de hoje (4/4) empresários da indústria de água mineral em Sergipe concederam entrevista coletiva na sede da Federação do Comércio para esclarecer a mudança.

Rodrigo Lima, presidente da Associação da Indústria da Água Mineral de Sergipe (Asinam), afirmou que a medida é benéfica para a população. “O selo é um atestado de que a água consumida foi envasada por uma empresa que está em situação regular junto ao Fisco. Com isso, será possível combater os produtores clandestinos, a água de má qualidade e a concorrência desleal”, declarou.

A determinação entrou em vigor no último dia primeiro de abril, mas as empresas têm até o dia 30 para se adaptar à nova regra. Os vasilhames que não forem adequados neste período terão que ser vendidos em no máximo 30 dias.

Fonte: http://www2.jornaldacidade.net/noticias_ver.php?id=26278

Em São Benedito Água Mineral gera emprego e renda

Em São Benedito-CE, na Serra da Ibiapaba, numa área de preservação ambiental, encontra-se uma fonte de água mineral, pura e límpida, que é disponibilizada para a população sob a denominação de  ”Serra Grande”- Água Mineral Natural, Saúde que jorra da pedra.

 

Da Serra Grande Indústria de Mineração Ltda- Me.  O “Ibiapaba Portal de Notícias” esteve visitando a fonte da água e foi observado  sua  pureza, e está confirmada após passar por um processo de coleta e análise no Laboratório Central de Saúde Pública do Estado do Ceará e de estar de acordo com os padrões sanitários da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), que possibilitou seu registro no Ministério da Saúde.

Diferentemente de algumas marcas, que são produzidas a partir da adição de minerais, a Água Mineral Serra Grande é totalmente natural.

Segundo o empresário João Dantas (Joãozinho), proprietário da Empresa, a água é comercializada em garrafão de 20 litros  em copinho e  em garrafinha.

Fonte: http://www.ibiapabaportaldenoticias.com/v2/?p=16225

Água mineral e bufê de frutos do mar


Sobre o preço da água mineral em restaurantes, tema aqui abordado há uma semana, manifestaram-se vários leitores. Houve os indignados, como Gilmar Darlei Moreira, que radicalizou quando, na Galeria Pacifico de Buenos Aires, tentaram cobrar-lhe R$ 8,00 por uma garrafinha de mineral (“fiquei com sede, mas não paguei”). Ou como Maria Teresa de Paula Castro Schlafman, que considera “absurdo, mesmo com toda a qualidade e o atendimento da Na Brasa, cobrar R$ 5,30 (+ 10%)”. Outros – raros – demonstraram compreensão com a política de preços de “um lugar desse nível”.

Houve também adendos, como o de Masato Nagata, que julga “caríssimo” pagar R$ 4,20 “por uma garrafinha de refrigerante no Riversides Madero”. O leitor assegura: “Não será por isso que deixarei de frequentar a casa, pois a comida é excelente, mas seria mais um ponto a favor caso cobrasse um preço justo pela bebida”.

Bem, temos aí exemplos do quanto o consumidor valoriza qualidade e serviço, embora se sinta desconfortável quando percebe uma margem de lucro elevada, mesmo com um valor nominal inexpressivo. A conclusão é de que seria no mínimo simpático, se estabelecimentos competentes considerassem água e refrigerantes meros acessórios no negócio de servir refeições. E se fossem tolerantes com os preços daqueles itens, valorizando a fidelidade de seus clientes e buscando a total satisfação destes.

Fonte: Jornal do Comércio/RS

http://jcrs.uol.com.br/site/noticia.php?codn=89475

Nutricionista recomenda alternar as marcas de água mineral para quem consome diariamente

Foto: Disponivel em:http://saocaetanodosul.olx.com.br

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Em épocas de racionamento de água, secas e contaminações de rios e fontes, o consumo de água mineral teve um salto de 145% em todo o mundo. O que antes era tido apenas como um luxo, hoje já é normal na casa da maioria das pessoas. Em Passo Fundo, neste verão, o consumo aumentou em 30%, revelam os donos de distribuidoras. Mas este novo hábito da população pode causar problemas no organismo se não forem tomadas algumas precauções.

Conforme a nutricionista Patrícia Folle, a água mineral tem uma composição química diferente da que nos é entregue pela Corsan. Por ser encontrada em minas profundas, chega até nós com minérios variados, que, por ser consumida diariamente, ao longo de muitos anos, pode sim, causar alguma alteração no organismo de algumas pessoas.

No entanto,  Patrícia diz que o consumo não é proibido ou que especificamente faça mal, mas em pessoas com algum problema renal ou disfunção no organismo, a exposição a estes elementos poderá causar um acúmulo prejudicial. Como prevenção orienta trocar a marca da água mineral algumas vezes por ano. Explica que cada fonte tem um nível de minerais diferentes, assim, ao alternarmos a fonte, o corpo não terá excesso destes minerais tão rapidamente. 

A nutricionista diz ainda que alimentos considerados saudáveis, ou até mesmo a água, não devem ser consumidos em excesso. Em geral, uma pessoa adulta deve beber em torno de 2 litros de água por dia. Que também pode ser consumida através do chimarrão, chás e, até mesmo, alguns alimentos.

Fonte: Jornalismo Rádio Uirapuru

Smic fiscaliza comércio de Água Mineral em Porto Alegre

A equipe de fiscalização de atividades localizadas da Secretaria Municipal da Produção, indústria e Comércio (Smic) verificou nesta terça-feira, 20, estabelecimentos que comercializam água mineral.

Na ação foi fiscalizada a regularidade administrativa das atividades, conforme o licenciamento, comércio, distribuição e armazenamento do produto. Foram realizadas 12 abordagens nos bairros Lomba do Pinheiro e Agronomia. Um local foi notificado por funcionar sem alvará.

Comercialização de água mineral em Sergipe sem selo de qualidade será proibida a partir de abril

Comercialização de água mineral em Sergipe sem selo de qualidade será proibida a partir de abril

A partir do próximo dia 1º, todos os garrafões de água mineral terão a obrigatoriedade de apresentação de um selo fiscal que atesta a qualidade da água engarrafada e ou comercializada no Estado de Sergipe e contribui para a melhora do sistema de controle sobre a atividade econômica.

A adoção de um selo de qualidade e controle já havia sido definida desde o segundo semestre do ano passado, a partir de uma série de discussões com as empresas engarrafadoras. O selo será adquirido pelos próprios engarrafadores, sob a autorização da Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz) e não implicará em acréscimos no preço final do produto.

De acordo com a Sefaz, a partir de abril os garrafões de 10 litros ou 20 litros de água mineral comercializados no Estado apresentarão o selo colado no vasilhame e somente através do selo o consumidor poderá adquirir o produto junto aos distribuidores e estabelecimentos comerciais. Segundo o assessor de Comunicação da Sefaz, Helber Andrade, a iniciativa visa garantir a qualidade do produto, além da preocupação em coibir a concorrência desleal no mercado. “Sob o aspecto de saúde pública, o selo visa garantir que a água mineral comercializada em garrafões siga as normas sanitárias, combatendo a venda clandestina, que coloca em risco a saúde da população. Do ponto de vista econômico, a iniciativa tem como objetivo proteger o mercado de envasamento e distribuição de água mineral, facilitando a fiscalização sobre o comércio de água mineral no Estado”, explicou.

Pelas informações do assessor da secretaria, o consumidor deve se recusar a adquirir garrafões sem o selo de qualidade. É uma atitude que preserva a saúde do próprio consumidor.

MT/RS

Distribuidoras de Água Mineral serão fiscalizadas pelo MT/RS

Após sete anos, Água Mineral Araxá volta a ser comercializada

As marcas mineiras de água mineral Araxá e Lambari voltam a ser comercializadas no país em abril e julho

Marta Vieira - Estado de Minas

Quase sete anos depois de sair do mercado, a Água Mineral Araxá volta a ser comercializada em Minas, Brasília, São Paulo e Rio de Janeiro no mês que vem e a Água Mineral Lambari em julho. Segundo Ricardo Simões, presidente da Copasa, controladora da Copasa Águas Minerais de Minas, até o fim deste ano, serão comercializados 40% da capacidade instalada de 50 milhões de litros anuais da marca Araxá. A Água Mineral Lambari entra no mercado três meses depois. Com capacidade de produção de 2 milhões de litros ao ano, a Lambari atingirá 30% dessa marca (600 mil litros) até o final de 2011.

Com uma história cheia de romantismo, conhecida não só pelos mineiros, mas, especialmente por paulistas e cariocas, as marcas Araxá e Lambari deixaram de ser comercializadas porque Superágua, empresa que detinha a concessão das fontes tradicionais de água mineral no estado desde 1981, perdeu disputa judicial para o governo mineiro e fechou as portas em 2005. Só quando o estado retomou a concessão das fontes do Circuito do Sul de Minas e criou a subsidária da Copasa, em 2006, é que começaram os planos para reeguer as duas fábricas.

A Caxambu foi a primeira a ser relançada, em 2008, distribuída em toda a Região Sudeste, e a Cambuquira retornou ao mercado em julho do ano passado. Além da qualidade das fontes mineiras, para disputar vendas num segmento dominado por grandes marcas e multinacionais, a exemplo da Perrier, importada da França, cada uma das quatro marcas de Minas tem as suas particularidades.

Uma das vantagens sobre as concorrentes é que elas contêm o menor índice comprovado de sódio, lembra o superintendente-executivo da Copasa Águas Minerais de Minas, Eduardo Otávio Moraes Raso. “Todas as fábricas ganharam novos equipamentos e foram redesenhadas. Só esperamos agora o aval dos fiscais da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e do DNPM (Departamento Nacional da Produção Mineral)”, informa. A água das fontes de Araxá tem por referência a imagem de produto saudável, considerado ideal para hidratação do corpo e reposição de líquidos no organismo. A produção terá origem da fonte Beja V.

Caracterizada como água com poderes energéticos, a Lambari auxilia, também, no processo digestivo e é a mais gasosa do Circuito do Sul de Minas. A fábrica está, ainda, em processo de remodelagem para voltar a produzir. A diversidade das fontes é uma das especificidades que a subsidiária da Copasa tem a explorar, destaca Eduardo Raso. Diferentemente das marcas que serão lançadas nos próximos meses, a Cambuquira tem o sabor mais suave, naturalmente gasosa, e por isso mesmo admirada pelos chefes de cozinha e baristas, como opção ideal para acompanhar receitas sofisticadas. As garrafas PET das marcas Araxá e Lambari serão sopradas em unidade própria do parque industrial de Caxambu

Ouro Fino no lançamento do novo BMW Série 1

Clique na foto para ampliarAs embalagens de água mineral mini blue e red, da Empresa de Águas Ouro Fino, será uma das estrelas do lançamento dos novos modelos BMW Série 1, que serão apresentados em uma festa exclusiva nesta quarta-feira, 14 de março, no Pavilhão da Bienal, em São Paulo. Serão 300 convidados, entre celebridades, formadores de opinião, jornalistas, clientes vips e concessionários, que poderão se refrescar com uma água de qualidade. As cores e o conteúdo das garrafinhas da Ouro Fino fazem referência às duas versões de automóveis que serão lançadas pela BMW: Sport (vermelho) e Urban (azul), pois carregam o mesmo conceito de “Prazer da Escolha”, já que a mini blue é de água sem gás e a mini red é de água com gás.

Fruki


A bebidas Fruki iniciou a campanha de páscoa com o tema “Coelhinho da Fruki o que trazes pra mim?” Até 8 de abril com a premiação de 200 ninhos recheados com muitos chocolates e guaraná, entre outras surpresas.

Coca-Cola Guararapes lança nova água mineral

Redação do DIARIODEPERNAMBUCO.COM.BR 
15/03/2012 | 16h02 | Negócios

Nova marca terá a missão de engordar a fatia da Coca-Cola Brasil no mercado brasileiro de água mineral . Imagem: Sarah Eleuterio/DP/DA Press

Imagem: Sarah Eleuterio/DP/DA Press

A companhia de bebidas Coca-Cola Brasil vai tentar, pela terceira vez, fortalecer e aumentar a sua participação no mercado brasileiro de água mineral. Desta vez, através do lançamento da água mineral Crystal, pela Coca-Cola Guararapes, nos mercados de Pernambuco e da Paraíba. O produto faz parte do portfólio da empresa desde 1995, quando foi apresentada ao mercado paulista, mas somente 17 anos depois chega ao consumidor nordestino.

A nova marca terá a dura missão de engordar a fatia da Coca-Cola Brasil no mercado brasileiro da bebida mais consumida no mundo, dominado por fortes concorrentes Indaiá, Schincariol e Santa Joana. A tarefa não será fácil, uma vez que as duas co-irmãs antecessoras, as marcas Dasani e Aquarius, não conseguiram tal feito (a fórmula utilizada na produção não agradou aos consumidores pela adição de sais minerais). Na prática, a Dasani foi substituída pela Aquarius e esta já deixou de ser produzida para dar lugar a Crystal, segundo a diretoria comercial da Coca-Cola Guararapes.

A estratégia de mercado é ousada e vai oferecer aos consumidores uma linha com quase todos os formatos, exceto o do garrafão de 20 litros. Para o mercado local, a Coca-Cola Guararapes venderá a Crystal nos modelos copo 200 ml, garrafas de 330 ml, 500 mil e 1,5 litro, além da embalagem de 5 litros, nas versões com gás (rótulo verde) e sem gás (azul). O produto poderá ser encontrado em supermercados, mercadinhos, padarias, bares, restaurantes e lanchonetes, entre outros. Em relação aos preços de comercialização, a empresa informou que estarão em paridade com a líder do mercado.

“Nosso objetivo é tornar a marca Crystal líder nos mercados de Pernambuco, da Paraíba e de parte da Bahia, até 2015, passando dos atuais 15% para 25%. Em São Paulo, a marca, que será a única nacional da Coca-Cola Brasil, já lidera”, explicou o diretor comercial da Coca-Cola Guararapes, Marcelo Mayer. De acordo com ele, somente em Pernambuco a meta é atingir 50 mil clientes e 10 milhões de litros em vendas até o fim deste ano. A água Crystal é proveniente da fonte São Bento, em Maceió (AL).

Inicialmente, a Coca-Cola Guararapes está investindo R$ 250 mil no lançamento do produto no mercado nordestino. Mas os recursos devem aumentar a curto prazo. Além da equipe de vendas formadas por 700 pessoas, a empresa pretende elevar o número de geladeiras presentes nos pontos de vendas, atualmente em 35 mil. A frota de veículos, com 320 carros e caminhões, também deve aumentar. “Também temos planos de ter uma fonte própria em Pernambuco, mas não sabemos mencionar um prazo definido”, completou Mayer.

Por Augusto Freitas, da equipe do Diario

Novos investimentos Fruki

A Fruki de Lajeado apresentou nesta terça (28) através do presidente Nelson Eggers seus projetos de expansão à secretária-geral de Governo, Miriam Marroni. Segundo Eggers, apesar de o segmento de refrigerantes não ter registrado crescimento no consumo em 2011, a empresa ampliou a venda em 8,4% e está em seus planos imediatos a construção de uma unidade de distribuição em Canoas, em terreno de 40 mil m2 e investimento de R$ 15 milhões, e a ampliação em Pelotas, com mudança no perfil do empreendimento. E para 2013 a instalação de uma nova fábrica, mas de produtos diferenciados como sucos, chás, bebidas energéticas e isotônicos, cujo consumo está em elevação. A empresa estuda o melhor local, tendo em vista a logística de distribuição, oferta de estímulos fiscais e oportunidades de parcerias.

Fonte: http://www.affonsoritter.com.br/Controle?Comando=VisualizarNoticia&ID=52546

Pensamento do Dia

“Não devemos permitir

que alguém saia de nossa

presença sem sentir-se

 um pouco melhor”

Água Castello ensina como fazer cocktails no Facebook

Água Castello ensina como fazer cocktails no Facebook

A Água Castello revelou que vai lançar na sua página do Facebook um conjunto de seis episódios que ensina a fazer cocktails em menos de dois minutos.

A marca de água mineral natural gaseificada divulgará vídeos em que o barman profissional Nuno Teixeira selecciona as misturas mais requisitadas nos bares e discotecas, segundo o divulgado em comunicado.

Sem movimentos bruscos ou segredos atrás do balcão, qualquer fã está à distância de um clique para aprender a fazer um cocktail profissional em casa para surpreender os amigos, família ou a sua cara-metade em qualquer altura, lê-se em nota hoje divulgada.

Além de poderem assistir aos vídeo na página do Facebook da marca, os interessados também poderão receber no seu e-mail estes guias práticos, mediante pedido através da página da Água Castello.

De olho no copo

Qual é a melhor água: mineral, de torneira, filtrada ou de poço?

Fotos: Katiane Beal Cardoso

De olho no copo

Todos sabem a importância da água para a vida e também para se refrescar e matar a sede, principalmente durante o verão. Porém, muitas pessoas têm receio de consumir água diretamente da torneira, por não saber se é de boa qualidade. Se a decisão for pela água mineral, há outras dúvidas em jogo: qual marca escolher diante das dezenas expostas nas prateleiras dos supermercados?

Para ajudar a esclarecer qual tipo de água é o mais indicado, o SERRANOSSA procurou a nutricionista Joceli Carrard. Ela recomenda o consumo de água mineral, alegando que, o líquido só pode ser comercializado depois de análise e regulamentação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Água mineral (com e sem gás): A nutricionista indica que na hora da escolha, sejam comparados os rótulos dos produtos. “É indicado optar pela marca que contenha o menor índice de sódio e o nível de PH menor, ou seja, com menos acidez”, comenta. Quanto à presença de gás, vai de acordo com o gosto de cada um, pois segundo a nutricionista, os gases são liberados pelo organismo e assim não causam dano à saúde.

Água de torneira: Joceli diz que, quando houver necessidade de consumir água de torneira, o ideal é fervê-la para matar as bactérias.

Água filtrada: Quem utiliza a água filtrada deve estar atento ao prazo de validade do filtro, pois depois de vencido ele acumula sujeiras maléficas ao organismo.

Água de poço: Outra alternativa é a água de poço, mas é preciso verificar se ela não está poluída. “Os poços artesianos são mais recomendáveis, pois são profundos e dificilmente poluem”, recomenda a nutricionista.

Bombonas

Uma alternativa viável economicamente para as famílias é a compra de bombonas. Atualmente estão disponíveis no mercado versões de diferentes tamanhos, sendo as mais consumidas as de cinco e 20 litros. Mas engana-se quem pensa que, por ser água mineral, a bombona dispensa cuidados. É preciso limpar muito bem a parte interna do suporte para não acumular algas e bactérias. Também é necessário verificar a data de validade. Famílias que consomem pouca água devem procurar outra alternativa, pois o líquido parado durante muito tempo pode ser prejudicial.

Como limpar:

* Bombona: Retire o lacre da bombona. Lave a parte externa com detergente neutro ou passe um pano embebido em álcool (sem perfume), deixando-o evaporar e enxaguando com água mineral.

* Suporte: Retire toda a água do reservatório do bebedouro. Lave bem a parte interna com uma esponja. Prepare uma solução com bicarbonato de sódio (um copo de água mineral e uma colher de chá de bicarbonato). Lave todo o bebedouro, inclusive os acessórios (remova a torneira e limpe as guarnições de borracha) escoando o restante da solução pela torneira; Enxágue bem o reservatório com água mineral e depois enxágue com água quente, deixando escoar pela torneira. O ideal é repetir esse processo uma vez por semana.

Malefícios 

A bebida de má qualidade faz mal à saúde, pois entra direto na corrente sanguínea e pode causar gastroenterite, viroses, diarreia, vômito, entre outros. Ao contrário, a água potável e de boa qualidade é essencial para todas as funções do corpo, tais como digestão, absorção e transporte de nutrientes. Devem ser consumidos, no mínimo, oito copos diariamente, considerando que os esportistas devem hidratar o corpo antes, durante e após os exercícios.

 Fonte: SerraNossa!

Facebook: Grupo SerraNossa

REPORTAGEM SBT: Sobe o número de venda de água mineral em garrafas e garrafões

http://www.sbt.com.br/jornalismo/noticias/?c=16453&t=Sobe+o+numero+de+venda+de+agua+mineral+em+garrafas+e+garrafoes

          Deixar os filtros para trás é tendência no mercado atual. Quatro em cada 10 brasileiros já escolhem as garrafas ou galões.

        O aumento do consumo da água mineral só no ano passado foi de 15,3%. Foram 2,9 bilhões vendidos em 2011, principalmente nos estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo.
        A água mineral é retirada de fontes e o local da fonte determina a quantidade e a variedade de minerais encontrados na bebida.
     São 36 tipos, entre eles o Cálcio, que fortalece os ossos; Flúor, bom para os dentes; Magnésio, indicado para problemas digestivos; Ferro, poderoso contra anemias.

Portugal: Parlamento rejeita beber água da torneira porque sai 30 vezes mais cara

Por Ricardo Garcia, Nicolau Ferreira

 

 O Conselho de Administração da Assembleia da República manifestou-se, mais uma vez, contra a introdução da água da torneira nas reuniões parlamentares, argumentando que o seu custo é quase 30 vezes superior ao da água engarrafada.

A ideia de acabar com as garrafas de água mineral no Parlamento tem vindo a ser defendida pelo Partido Socialista, como um exemplo contra a produção desnecessária de resíduos. Uma primeira tentativa, em 2010, aplicável a toda a Assembleia da República, recebera um parecer desfavorável do Conselho de Administração.

Em Novembro passado, o PS apresentou uma nova proposta, para servir água da torneira pelo menos nas reuniões da Comissão do Ambiente, do Ordenamento do Território e do Poder Local. Mas a ideia foi chumbada pela maioria dos deputados na comissão, a qual solicitou, por proposta do PSD, uma avaliação dos custos e benefícios de diversas alternativas para o fornecimento de água.

A conclusão foi enviada há dias aos deputados e brevemente discutida nesta terça-feira na Comissão de Ambiente.

Num documento enviado aos deputados, o Conselho de Administração do Parlamento sustenta que a água engarrafada servida nas reuniões da comissão custa 259,20 euros por mês. Para a água da torneira, o valor a que se chegou foi muito maior. O cálculo incluiu os custos de pessoal “para o enchimento, limpeza, colocação e arrumo dos vasilhames” e chegou à cifra de 2730 euros – cerca de dez vezes o valor para a água mineral. O Conselho de Administração também considerou o custo dos jarros em si, avaliados em 4680 euros – o equivalente a 18 meses de água mineral.

“Face aos encargos evidenciados, o Conselho de Administração pronunciou-se favoravelmente à utilização de água engarrafada, considerando que o respectivo uso, enquanto recurso geológico nacional distribuído por empresas portuguesas, assegura as melhores condições aos utilizadores internos e aos convidados da Assembleia da República, a um custo sem significado financeiro”, conclui o documento.

Para o próximo concurso de fornecimento de água, previsto para Julho, o Conselho de Administração sugere que se exijam garrafas de vidro, reutilizáveis.

Quando apresentou a sua proposta, o PS citou números a dizer que, de Janeiro a Novembro de 2010, consumiram-se no Parlamento 35 mil litros de água mineral, em 45 mil garrafas plásticas de 330 mililitros, duas mil garrafas de litro e meio e 78 mil copinhos de plástico.

O deputado socialista Pedro Farmhouse, autor da iniciativa, estranhou os números agora apresentados pelo Conselho de Administração e levantou a questão na reunião da comissão. “Fiquei surpreendido”, afirma, mencionando que não só não há uma explicação concreta de como se chegou àqueles valores, como eles chocam com outros apresentados em 2010 também pela administração da Assembleia da República. “Vou escrever uma carta a pedir esclarecimentos ao Conselho de Administração”, refere Pedro Farmhouse.

Em pareceres elaborados em 2010, o custo com a aquisição de 100 jarros – para todas as comissões e para o plenário do Parlamento – estava orçado em 1300 euros. A mudança para a água da torneira implicaria uma redução dos custos directos de cerca de 8800 euros para pouco menos de 1400 euros. Mas a questão da necessidade de encher e lavar os jarros era já nessa altura apontada como um problema.

António Couto dos Santos, presidente do Conselho de Administração da Assembleia da República, explicou que para um serviço destes seria necessário alguém presente nas comissões do Parlamento. “Estas pessoas teriam que ser pagas para estar lá durante o tempo todo da comissão para ir buscar e trazer a água”, disse ao PÚBLICO.

Porto Velho: Vigilância alerta sobre a venda de garrafões de água mineral

A prefeitura através da Vigilância Sanitária do município alerta que nos próximos dias estará intensificando a fiscalização de garrafões de água mineral utilizados pelas distribuidoras da capital

De acordo com a portaria 387/2008 do Departamento Nacional de Produção Mineral estes garrafões não podem exceder período maior que três anos no mercado, a determinação é devido ao procedimento de limpeza transporte a armazenagem que desgastam a embalagem.

 O diretor da Vigilância Sanitária municipal, Ronald Gabriel, alerta que o consumidor antes de levar para casa o produto deve verificar a data de fabricação impressa no fundo do vasilhame. “A regra vale tanto para galões de 10 quanto de 20 litros. Ao constatar que o produto está fora do prazo de validade, ou seja, o galão foi fabricado antes de 2009 o consumidor não deve adquirir o produto, forçando assim, que o representante de vendas troque o recipiente”,m enfatiza ele.

 A fiscalização deve acontecer nos próximos dias, a população pode denunciarm através do telefone 3901-2906.

 Por Edina Silva

Venda de água mineral cresce durante o período de seca no RS

http://g1.globo.com/rs/rio-grande-do-sul/rbs-noticias/videos/v/venda-de-agua-mineral-cresce-durante-o-periodo-de-seca-no-rs/1811403/

MP orienta envasadoras e revendedoras sobre normas de comercialização de garrafões

O Ministério Público de Rondônia, por meio da Promotoria de Justiça do Consumidor, realizou uma reunião, na tarde desta quinta-feira, 16, no auditório da Instituição, em Porto Velho, para orientar as indústrias envasadoras e revendedoras de garrafões de água mineral sobre as normas para comercialização do produto.
De acordo com a Promotora de Justiça do Consumidor, Daniela Nicolai de Oliveira Lima, o objetivo é orientar os envasadores e revendedores sobre a qualidade dos garrafões, os quais têm prazo de validade de três anos e devem ser oferecidos aos consumidores em boas condições de uso.
A Promotora do Consumidor informou que a próxima etapa será a realização de uma operação de fiscalização nas indústrias e revendedoras. Segundo ela, cabe aos revendedores e envasadores recolherem os garrafões sem condições de uso, quando a responsabilidade por essas condições não tenha sido do consumidor. “Os consumidores devem ficar atentos às condições dos garrafões e seu prazo de validade”.
Luciana Nicolai disse, no entanto, que muitos revendedores e envasadores se recusam a fazer o recolhimento desses garrafões, o que acaba gerando reclamações dos consumidores. Devido a essas reclamações, o Ministério Público de Rondônia firmou um termo de ajustamento de conduta (TAC) com as três maiores envasadoras de água mineral do Estado (Kayari, Minalinda e Lindágua), estabelecendo normas para comercialização do produto. A Promotora de Justiça Daniela Nicolai ressaltou que existem duas resoluções da Agência Nacional de Vigilância Sani
O diretor do Departamento de Vigilância Sanitária de Porto Velho (Devisa), Ronald Gabriel Passos, observou que os garrafões de água mineral não podem estar amassados, riscados ou sujos. Segundo ele, há muitos problemas também em relação ao transporte e armazenamento dos garrafões, que devem ser transportados em caminhões cobertos por lona e não devem sofrer com efeitos da luminosidade, pois isso favorece o aparecimento de algas. Os garrafões também não podem ser armazenados em locais inadequados, como postos de combustíveis ou em casa em locais como banheiros ou com muita luminosidade.
Ronaldo Gabriel disse ainda que a Vigilância Sanitária Municipal passou a ser responsável pela fiscalização da venda de garrafões de água mineral desde maio de 2011. Ele acrescentou que o Devisa está fazendo um levantamento do número de revendedores de água mineral em Porto Velho.

www.aguavidaleve.com.br

A Água Mineral VIDA LEVE, colocou no ar seu site, mostrando a indústria de forma muito transparente e verdadeira.

          Acesse e confira, pois ficou realmente muito bonito.

         A Qualidade ficou evidente na realização deste trabalho, assim como a Água Mineral.

         Parabéns à equipe da Vida Leve.

WWW.AGUAVIDALEVE.COM.BR

Carga tributária de até 55% joga água no chope dos foliões durante Carnaval

Cerveja tem 55,60% e refrigerante em lata 46,47% do valor total do produto revertido aos cofres públicos; maiores prejudicados são os pequenos e médios fabricantes

O Carnaval pode sair bem caro para os foliões e, principalmente, para as micro, pequenas e médias empresas envolvidas na cadeia de produção e distribuição de bebidas, alcoólicas ou não. Um estudo do Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT) divulgado recentemente aponta que a cerveja em lata e garrafa tem carga tributária de 55,60%. Já o refrigerante em lata tem alíquota de 46,47%, enquanto o de garrafa tem 44,55%. Nem a água mineral consegue escapar das garras do Fisco e tem 44,55% do valor total do produto revertido aos cofres públicos.

O presidente da Associação dos Fabricantes de Refrigerantes do Brasil (Afrebras), Fernando Rodrigues de Bairros, comenta que os mais prejudicados com a alta carga tributária são os pequenos e médios fabricantes, responsáveis por mais da metade dos empregos diretos e indiretos do segmento.

Segundo ele, esses empresários estão tendo várias dificuldades para se manter no mercado, uma vez que a alta carga tributária favorece as multinacionais e cria concorrência desleal com as grandes indústrias do segmento. “Existe consenso dentro do setor que a carga tributária deve ser modificada urgentemente. Entretanto, há vários interesses conflitantes de diversos agentes envolvidos, o que vem dificultando nossas negociações”.

Bairros afirma que os impostos federais são os que mais prejudicam o setor. “Se não houver mudanças urgentemente, será impossível manter a competitividade e os pequenos e médios fabricantes na atividade. As alíquotas das grandes corporações são muito próximas as taxas cobradas das empresas que se enquadram no Simples Nacional. Enquanto isso, o pequeno fabricante tem carga tributária digna de grande empresa, ou seja, uma grande distorção”, explica.

Por Redação Administradores, www.administradores.com.br

Diretor da Fruki analisa área de terra em Taquari


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O diretor-presidente da Fruki, Nelson Eggers, esteve em Taquari na quarta-feira, 1° de fevereiro, analisando uma área de terra, em Aterrados, às margens da BR-386. Eggers estava acompanhado de uma comitiva da Prefeitura, liderada pelo prefeito Ivo Lautert.

Eggers está à procura de uma área com cerca de 20 hectares para instalar mais uma unidade da empresa, que projeta a ampliação da linha de produtos. Dezenas de município na região, conforme divulgado pelo empresário no início do ano, candidataram-se a receber a nova planta e ele, em visita às cidades e contatos com os prefeitos, analisa as propostas.
Em Taquari, foram observados a capacidade de abastecimento de água e acessos. É importante também para o negócio que o local atenda todas as exigências ambientais, esteja servido por energia elétrica, comunicação (telefone e Internet). Eggers também espera incentivos fiscais do município e do Estado.
Conforme a assessoria de comunicação da Prefeitura, o empresário considerou a área ofertada satisfatória e a proposta de Taquari será analisada pelo grupo. Ainda, segundo a assessoria, Lautert está ansioso por uma resposta oficial da empresa e que fará todos os esforçosnecessários para que Taquari seja contemplada com os investimentos. A assessoria de comunicação da Fruki anunciou que não há novidades sobre o assunto para serem divulgadas.

Nova fábrica

A nova planta industrial da Fruki produzirá sucos, chás, bebidas vitaminadas, energéticos e bebidas à base de soja. O valor estimado de investimento é de R$ 30 milhões, com a geração de 44 empregos, inicialmente. O projeto da nova fábrica atende aos princípios traçados pela empresa lajeadense que, em 2012, completa 88 anos. Conforme Eggers, a Fruki tem, atualmente, 44 produtos no mercado gaúcho. A empresa tem capacidade produtora de 300 milhões de litros por ano e detém 12,5% do mercado de refrigerantes no Rio Grande do Sul, ocupando o terceiro lugar no ranking do Estado.

Fonte: www.ofatonovo.com.br

Ministério Público vai orientar sobre boas práticas para manipulação de garrafões de água mineral

         O Ministério Público de Rondônia, por meio da Promotoria de Justiça do Consumidor, vai realizar reunião na quinta-feira, dia 16 de fevereiro, no auditório do edifício-sede do MP, em Porto Velho, com o Departamento de Vigilância Sanitária e as empresas envasadoras de água mineral para apresentação de novas orientações sobre as boas práticas na manipulação dos garrafões de água mineral de 20 litros.

Autor: Ascom MPRO

Queensberry investe no mercado de sucos

Queensberry investe no mercado de sucos

O crescimento médio de 20% ao ano do mercado brasileiro de sucos prontos para consumo é um convite atrativo para a entrada de novos players no setor. Na esteira dessa tendência, a Queensberry, tradicional fabricante de geleias, resolveu também investir na categoria de bebidas.

O namoro com o segmento de sucos ainda está na fase de testes. Segundo o Jornal Brasil Econômico, a empresa vem checando a aceitação do Smoothie em espaços bem posicionados de São Paulo, como Empório Santa Maria, Natural da Terra e Varanda. Preço teste, R$ 6,00. O Smoothie Queensberry é uma espécie de suco, feito com um mix variado de frutas, sem adição de água e açúcar. Na versão frutas silvestres combina romã, cranberry, framboesa, ameixa, cereja e morango. Um tipo de bebida que virou moda em países da Europa com a chancela de produto saudável.

Segundo pesquisa Nielsen, o varejo de sucos prontos faturou R$ 2 bilhões em 2010. Para a tradicional Queensberry, que comemora 25 anos em 2011, a estratégia agora é diversificar para agregar valor ao portfólio da empresa, e o lançamento do smoothie no mercado faz parte dos novos planos da companhia.

Gosto só de água

Líder mundial no segmento de pigmentação líquida, a norte-americana ColorMatrix enxerga com grande expectativa o início no Brasil da venda de sua linha de corantes para garrafas PET acrescentado de aditivos específicos para sequestrar AAs em embalagem de água mineral. Terror das garrafas PET, a sigla quer dizer acetaldeidos, substância que deixa a mais pura das bebidas com gosto e odor do plástico da embalagem. Os aditivos da ColorMatrix são aprovados para contato com alimentos e bebidas por normas da Anvisa e internacionais, como FDA e Res 105. A empresa tem fábrica em Itupeva, interior de São Paulo.

Fonte: Abinam

Santa Catarina inclui água mineral na cesta básica

Santa Catarina inclui água mineral na cesta básica

Com mudança, alíquota de ICMS sobre o produto caiu para 7%. No bolso do consumidor a economia chega a 15%

Assim como o ar que respiramos, a água é um item básico para a vida. Do ponto de vista fiscal, há um consenso mundial de que essa commodity cada vez mais rara e preciosa deve ser minimamente taxada. Em países como México e Portugal, a água mineral vendida em garrafões de 5 a 20 litros é isenta de impostos. No Brasil isso está longe de acontecer. A indústria de água mineral do país paga os mesmos impostos de cerveja e refrigerante. A carga tributária chega a 42,5%, enquanto a média mundial é de 8%.

Felizmente essa disparidade, que levou o setor a uma grave crise, começa a diminuir. Numa vitória da Abinam e do ex-senador Neuto De Conto, o estado de Santa Catarina acaba de ser palco de uma conquista histórica para a indústria brasileira. Depois de mais de dez anos de luta, as águas minerais naturais em embalagem de até 20 litros foram incluídas na relação de produtos integrantes da cesta básica do estado. Isso significa que a alíquota de ICMS sobre água mineral em Santa Catarina caiu para 7%. No bolso do consumidor a economia chega a 15%.

Com mandato entre 2006 e janeiro de 2011, o ex-senador por Santa Catarina Neuto De Conto defendeu essa causa durante boa parte de sua vida política. “A água é um alimento básico e o setor está em crise por conta da carga tributária superior a 40%. Levamos ao governador nossa argumentação”, resume Conto, que hoje é diretor de Operações do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul e também foi deputado federal três vezes por Santa Catarina.

Nos cálculos do ex-senador, a inclusão da água mineral na cesta básica de Santa Catarina deve diminuir a carga tributária de 42,5% em até 17%. Mais importante, porém, é que a conquista obtida no estado abre um precedente nacional, podendo ser repetida em outras partes do país. “A indústria de água mineral representa apenas 1% do total arrecadado pelo governo com bebidas. Se a classe política tiver interesse, a inclusão da água mineral na cesta básica pode acontecer em outros estados”, comenta Neuto De Conto, lembrando que os governadores têm o poder de definir por decreto a legislação de ICMS.

A elevada carga tributária da indústria de água mineral prejudica o consumidor e afeta todo o ciclo produtivo. Os tributos superiores a 40% pressionam os custos e comprometem as margens da indústria e dos distribuidores. Além do emaranhado de impostos, há os royalties de exploração mineral cobrados pelo governo federal via CFEM (Compensação Financeira Sobre Exploração Mineral).

Dinar José Volkweis, diretor da catarinense Danferrana Água Mineral, responsável pelo envase de aproximadamente 285 mil litros/mês, ressalta que a inclusão da água mineral na cesta básica vai alavancar as vendas.

“Acredito que a redução da carga tributária e a chegada do verão vão incrementar as vendas em 15%”diz, acrescentando que o aumento da penetração da categoria nos lares catarinenses é ainda mais importante. “Com a queda nos preços a água mineral vai chegar à casa de pessoas que antes não podiam consumi-la”,

comenta Volkweis.

O diretor da Danferrana concorda que esta vitória de Santa Catarina pode ser estendida a outros estados da federação, “é preciso que políticos, empresários se articulem em busca deste benefício, pois água não pode ser tributada em patamares equivalentes a uma garrafa de cerveja”, diz. Atualmente o garrafão de 20 litros retornável representa 94% do volume de vendas da empresa, que desde 2005 abastece o oeste catarinense e todos os municípios do sudoeste paranaense.

Carlos Papadópoli Jr, gerente Comercial da Água Mineral Santa Rita, acredita que o novo ICMS vai praticamente inviabilizar o mercado informal de água mineral, no mínimo desestimulando seu crescimento e continuidade. Papadópoli concorda que, embora esteja restrito apenas ao estado de Santa Catarina, trata-se de um estímulo para o segmento de água mineral de todo o país. “O passo seguinte é o setor lutar para que a lei possa valer em todo o mercado brasileiro”, conclui.

http://www.tgtstudio.com.br/aguaevida/?p=28

Água mineral lidera ranking de vendas no primeiro bimestre de 2011

Água mineral lidera ranking de vendas no primeiro bimestre de 2011

Produto foi o que mais cresceu na avaliação de 134 categorias de itens do mercado

O mercado brasileiro de águas envasadas segue em franca expansão. De acordo com dados da pesquisa Nielsen, a água mineral liderou o ranking de vendas no primeiro bimestre de 2011 com alta de 32,7%, na avaliação de 134 categorias de produtos. O vinho foi o vice-campeão no segmento de bebidas, com um incremento de 29,1%.

Ainda conforme o levantamento, o crescimento do produto água mineral foi impulsionado pela venda de embalagens de 20 litros no Nordeste, principalmente no canal tradicional. Pernambuco é o segundo maior consumidor do País, depois de São Paulo.

Para o presidente da Abinam, Carlos Alberto Lancia, o setor deverá registrar crescimento da ordem de 15% em 2011, na comparação com o ano anterior.

Mercado Global – A expansão do setor de água de mineral é uma tendência mundial. Segundo a consultoria Zenith Internacional, o consumo global deverá atingir o patamar de 250 bilhões de litros em 2011, superando a performance dos refrigerantes, cujo volume de consumo é estimado em cerca de 220 bilhões de litros.

Caso as projeções se concretizem, o consumo mundial do produto deverá registrar crescimento de 124% nos últimos dez anos, contra 36% das bebidas carbonatadas e 34% das cervejas.

Nesse cenário, o Brasil reafirma posição como mercado com grande potencial de expansão. Já é o sétimo maior produtor do planeta, com crescimento a taxas próximas a 20% ao ano. Em 2010, foram produzidos 8,4 bilhões de litros contra 7,8 bilhões no ano anterior.

O baixo índice de consumo per capita de água mineral no País (cerca de 45 litros/ano), bem inferior ao de países como Portugal (100 litros per capita/ano) e Alemanha (127 litros per capita/ ano), mostram que o mercado brasileiro ainda tem muito para crescer. Na opinião de Lancia, as estimativas apontam que, em menos de uma década, o Brasil atingirá o volume consumido pela França, ou seja, cerca de 135 litros per capita/ano, segundo dados da Zenith.

Encontro Mundial da Água Mineral

Encontro Mundial da Água Mineral

Congresso da Abinam é feito em conjunto com Bottled Water Congress

Uma das dez cidades mais lindas do planeta, o Rio de Janeiro foi escolhido para sediar, entre os dias 13 e 15 de setembro, o maior evento mundial de águas minerais: a Expo-ABINAM´2011, o 20º Congresso Brasileiro da Indústria de Águas Minerais e o 3º Simpósio Brasileiro da Crenologia e Hidrologia Médica. Pela primeira vez, esses três encontros acontecerão em conjunto com o Congresso Mundial de Águas Engarrafadas, o Global Bottled Water Congress, principal encontro do calendário internacional deste segmento, que reúne os mais importantes dirigentes das companhias líderes do mercado de águas em âmbito mundial. “Será uma oportunidade para a troca de conhecimento e propagação de experiências bem-sucedidas”, diz Edison Lobão, ministro de Minas e Energia. A realização desta 20º edição do encontro da Abinam em conjunto com o Global Bottled Water Congress é fruto de parceria pioneira com a consultoria inglesa Zenith International, especializada neste setor e organizadora do encontro. O secretário de Geologia, Mineração e Transformação Mineral do Ministério de Minas e Energia, Claudio Scliar, enfatiza a importância desses Congressos para o Brasil. “Consideramos de grande relevância a realização do 8° Congresso Global de Água Envasada pela primeira vez no Brasil. Já o 20º Congresso Brasileiro da Indústria de Águas Minerais será a consolidação da Abinam no setor. Serão eventos extremamente importantes porque abordarão questões relativas a exploração adequada e equilibrada da água mineral e ao pós-consumo dos vasilhames. Essas também são diretrizes das políticas do Ministério de Minas e Energia no seu Plano Nacional de Mineração 2030 e na Política Nacional de Resíduos Sólidos”, resume Claudio Scliar. A agenda está repleta de discussões com os principais especialistas da indústria de água mineral, incluindo dirigentes de empresas, pesquisadores e representantes de universidades provenientes de vários países. O evento possibilita a troca de experiências e a difusão de casos bem-sucedidos no Brasil e no mundo. Na ampla área de exposições, a Expo-ABINAM’2011, o público encontrará empresas fornecedoras de insumos, máquinas e embalagens, oferecendo um panorama completo das inovações dessa indústria.

Oportunidades e Tendências

No programa, destacam-se palestras como A Nova Política Brasileira para o Setor Industrial: Ênfase em Água Mineral (Miguel Antônio Cedraz Nery, da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial – ABDI); Tendências e Oportunidades de Negócios para o Setor de Águas Minerais (Alejandro Carvalho, diretor da Feira Internacional de Turismo Termal – Termatália); Dez Razões pelas quais a Água Envasada terá Crescimento Exponencial no Futuro (Patrick Lemoine, da Nestlé Waters da França); Altas Perspectivas para o Mercado Brasileiro (Humberto Veras, do Grupo Edson Queiroz); A Gestão de Águas Minerais no Brasil (Sérgio Dâmaso de Souza, do DNPM); Tendências e Perspectivas para Indústria (Matt Wilton, da Zenith); Agregando Valor à Água Envasada (Emma Budzisz-Dudenhoeffer, da Coca-Cola); China e Índia: Oportunidades em Mercado ainda não Explorado (Ross Colbert, da Beverages at Rabobank International); A Conexão com os Consumidores pode Fazer a Diferença (Duncan Goose, da Global Ethics do Reino Unido). O Workshop de Mercado aborda duas palestras O que os Consumidores estão Procurando na América Latina e no Mundo e Tendências Mundiais no Mercado de Águas Funcionais e Saborizadas.

Premiação com Jantar de Gala

O prêmio “Water Innovation” nasceu em 2002 com o objetivo de reconhecer a excelência e a criatividade da indústria global de água envasada. Os prêmios anteriores foram apresentados em Paris, Dubai, Bergamo, Wiesbaden e Gleneagles. Neste ano, o anúncio dos finalistas e vencedores será feito durante o Jantar de Gala, no dia 14 de setembro. Já a cerimônia de entrega da 10ª edição do Prêmio Waldemar Ferreira Junqueira Filho, que visa reconhecer e incentivar os investimentos em inovação por envasadores e fornecedores da indústria brasileira será no Coquetel de Boas Vindas, no dia 13, terça-feira. É bom lembrar que foi nesta mesma cidade, à época sede da Abinam, que aconteceu o 1º Congresso Brasileiro de Águas Minerais. Delfino Ponte, presidente da entidade entre 1989 e 1992, foi o responsável pelo primeiro evento em 1990: “não imaginávamos que aquele primeiro encontro, que reuniu 230 participantes, tornar-se-ia um dos principais eventos do mercado mundial de água envasada”, comenta.

Fonte: Abinam

Fábrica da Indaiá investe R$ 30 milhões na ampliação da produção de indústria em Santa Rita

 

Indaiá investe R$ 30 milhões na ampliação de indústria em Santa Rita

A fábrica da Indaiá em Santa Rita vai ampliar a sua produção de água mineral em 12% este ano, com o início da operação de um equipamento que dará mais agilidade e qualidade e reduzirá o impacto ambiental das embalagens. A empresa está investindo R$ 30 milhões na ampliação da planta de Santa Rita, que será a maior produtora de água mineral do Brasil. O anúncio foi feito pelo superintendente da Indaiá Brasil, Humberto Veras, durante audiência com o governador Ricardo Coutinho, no final da tarde desta sexta-feira (10), no Palácio da Redenção. A audiência também contou com as presenças do gerente industrial da Indaiá Brasil, Francisco Sales, e do gerente da Indaiá Paraíba, Pedro Paulo.

Humberto Veras informou que, a partir de julho deste ano, a produção da indústria de Santa Rita sairá das atuais 21 milhões para 25 milhões de embalagens por mês. “A Indaiá é líder do mercado na região Nordeste. Estamos investindo na Paraíba para produção de água mineral e refrigerantes e vamos incluir novas linhas de produtos, colocando sucos e energéticos no mercado”, destacou o empresário.

Ele elencou fatores como a qualidade da fonte de água mineral de Santa Rita, a localização estratégica para a distribuição no Norte e Nordeste, os custos da logística e, principalmente, a boa recepção do governador e dos secretários ao projeto de ampliação na Paraíba. Veras informou ainda que, atualmente, a fábrica de Santa Rita gera 550 empregos diretos – com a ampliação, criará mais 50 postos trabalhos, além de centenas de empregos indiretos que incluem carga e descarga, transportes e vendedores. “É perceptível que a classe industrial do país vê a Paraíba com outros olhos, pela responsabilidade nas políticas públicas e no trato da coisa pública”, avaliou.

Ricardo Coutinho agradeceu a confiança da Indaiá em ampliar sua indústria e disse que o Estado está de braços abertos para receber esse e outros investimentos que gerem emprego e renda para os paraibanos. “O grupo pode contar conosco. Temos pressa em recuperar as brechas históricas para transformar o perfil econômico da Paraíba. Atraindo investimentos privados, estaremos dando novas oportunidades ao povo da Paraíba”, frisou.

O secretário de Desenvolvimento Econômico do Estado, Renato Feliciano, destacou que, a partir do momento em que o Estado atinge o equilíbrio fiscal e retoma obras e investimentos públicos, cria um ambiente favorável para que o empresariado brasileiro invista no Estado. “Os investimentos da Indaiá é um exemplo disso”, concluiu.

Ascom

Noticia retirada do Site: http://www.pbagora.com.br/conteudo.php?id=20120210213700&cat=paraiba&keys=fabrica-indaia-investe-r$-milhoes-ampliacao-producao-industria-santa-rita

Racionamento aumenta consumo de água mineral em Bagé/RS

A estiagem que atinge mais da metade dos municípios gaúchos aliada ao racionamento de água está fazendo a alegria dos comerciantes que trabalham com a venda de água mineral no município.
FRANCISCO BOSCO
PROCURA: algumas revendas registram 70% a mais na comercialização

Segundo o proprietário de uma distribuidora de água e bebidas de Bagé, Herculano Gomes, a venda de galões de 20 litros aumentou mais de 70% desde dezembro do ano passado.
“Esses números irão crescer a cada semana. Em média vendemos no máximo 200 galões de água por dia, a procura tem sido muito grande” diz. O aumento das temperaturas e o período de racionamento fazem com que esse número duplique consideravelmente.
A aposentada Idala Ferreira, de 70 anos, é uma das consumidoras que está utilizando água mineral em função do racionamento. Ele conta que usa água mineral para todas as tarefas caseiras, com exceção do banho e na lavagem das roupas. “Usamos pra tomar, pra cozinhar. A água da torneira tem vindo pouca com a situação do racionamento, o que nos obriga a comprar água mineral” conta.
Quem também se mostra preocupada com racionamento é a aposentada, Ermelina da Rosa, de 68 anos, pois diz que o consumo de galões de água mineral aumentará entre os meses de fevereiro e março. “Compro galões de 20 litros sempre, a gente usa pra consumo próprio, até porque a gente nunca sabe quando vai ter água ou não na nossa torneira” finaliza.

Médico querendo comparar Água da Torneira x Água Mineral

 

CAROS AMIGOS:

Vejam esta reportagem, o observem a quantidade de besteira que um profissional fala quando não conhece profundamente um determinado assunto.

Como ele mesmo diz na reportagem: Aprendeu lendo os rótulos.

Ora, para opinar sobre um assunto o conhecimento precisa ser bem maior que apenas leitura em rótulos.

http://globotv.globo.com/rbs-rs/jornal-do-almoco/v/medico-fala-sobre-consumo-de-agua-mineral/1783690/

Fruki bate recorde de produção

 Empresa, com sede em Lajeado, registrou aumento de 17,6% no faturamento<br /><b>Crédito: </b>  Deolí Gräff
Empresa, com sede em Lajeado, registrou aumento de 17,6% no faturamento
Crédito: Deolí Gräff

A Indústria de Bebidas Fruki fechou as contas de 2011 com saldo positivo. A maior empresa regional do setor de refrigerantes do Estado registrou crescimento de 17,6% no faturamento, se comparado com 2010. O diretor-presidente da empresa, Nelson Eggers, disse que a meta de crescimento era de 14%. “Os números mostram que alcançamos um faturamento recorde”, afirmou.

A produção de bebidas alcançou 175 milhões de litros de refrigerantes, suplementos energéticos e água mineral. A meta de crescimento era de 8%, que foi superada em 0,4%. O maior acréscimo foi verificado no setor de água mineral. Outro número positivo refere-se às horas de treinamento por funcionário. Cada um dos 700 trabalhadores da empresa participou de 39,10 horas de aperfeiçoamento profissional. “Por causa dos bons resultados, parte do lucro apurado em 2011 será dividido com nossa equipe”, enfatizou. A empresa vai pagar 1,25 salário extra a cada funcionário no Programa de Participação nos Resultados.

No quesito sustentabilidade, a Fruki alcançou a meta de não ultrapassar o consumo de 1,53 litro de água para produzir um litro de bebida – foi utilizado 1,49 litro de água por litro de bebida.

Para 2012, o desafio será definir o município que receberá a nova planta industrial para a produção de sucos, chás, bebidas vitaminadas, energéticos e derivados de soja. O investimento, de R$ 30 milhões, já foi aprovado. “Vamos decidir levando em conta critérios técnicos, de logística e acesso rodoviário”, disse.

MPF/TO ajuíza denúncia contra empresa de refrigerante por exploração irregular de água

 

 

O Ministério Público Federal no Tocantins ajuizou denúncia contra a empresa Daqui Agroindústria Importação e Exportação Ltda por extração de água mineral sem licença do órgão ambiental competente e sem a autorização do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM). O proprietário da empresa, Paulo Roberto Ribeiro, foi denunciado pela extração e também por romper lacre empregado por ordem de funcionário público, para interditar o portão de acesso e a bomba de sucção da fonte.
 
A ação penal informa que a empresa Daqui Agroindústria apresentou requerimento para concessão de lavra de água mineral junto ao Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM). Em janeiro de 2011, equipes de fiscalização fizeram uma vistoria no local para certificar a existência de instalações e equipamentos informados pela denunciada para o desenvolvimento das atividades de captação e envase de água. No trajeto até a empresa, foi constatada a comercialização de água mineral e refrigerantes da marca Daqui nos municípios de Aurora do Tocantins e Taguatinga, os quais utilizavam a fonte Dona Hilda como insumo, mesmo que desprovida de autorização de lavra pelo DNPM.
 
Nesta vistoria ficou constatado envase de água mineral e refrigerantes, da mesma linha de produção dos produtos encontrados no comércio da região. Para tanto, era utilizada a fonte que na data da vistoria ainda se encontrava em fase de requerimento de concessão de portaria de lavra, fato admitido por funcionários da empresa. A equipe de fiscalização lavrou auto de interdição da fonte Dona Hilda e das linhas de envase de embalagens descartáveis e de garrafões de 20 litros de água mineral da empresa. Também foram lacrados o portão de acesso à fonte e a sua bomba de sucção.
 
Após denúncias anônimas ao DNPM e à Procuradoria da República no Tocantins quanto ao rompimento dos lacres, foi realizada nova vistoria no local em março de 2011, quando foi constatada a violação. A bomba estava em pleno funcionamento, levando água do poço até a área de produção da empresa. Em declarações prestadas à autoridade policial, o Paulo Roberto Ribeiro admitiu ter rompido os lacres colocados pelos agentes de fiscalização do DNPM.
 
A ação penal ressalta que a extração ilegal de água mineral configura crime contra o patrimônio da União, e ao mesmo tempo crime contra o meio ambiente, já que a retirada do recurso mineral também causou danos ambientais. As licenças têm natureza diversa, pois enquanto a concedida pelo DNPM tem natureza patrimonial, a conferida pelo órgão ambiental autoriza a degradação ambiental e impõe seus limites e reparações.
 
Ao extrair minério sem licença do órgão ambiental competente e sem a autorização do Departamento Nacional de Produção Mineral, a denunciada Daqui Agroindústria Importação e Exportação Ltda infringiu a legislação penal, praticando os crimes tipificados nos artigos 55 da Lei nº 9.605/98 e 2º da Lei nº 8.176/91, na forma do artigo 70 do Código Penal. Paulo Roberto Ribeiro, proprietário e responsável pela empresa, foi denunciado também por infringir o artigo 336 do Código Penal, na forma do artigo 69 do CP.
(Informações Ascom MPF)

Degustação com água VOSS

 

A água preferida dos sommeliers e grandes chefs.

Para acompanhar a degustação de vinhos e destilados, a água VOSS é a sugestão perfeita.

Considerada como uma das águas mais puras do mundo, VOSS apresenta quantidades reduzidas de sódio e outros minerais (tds 44)*, é a preferida por gourmets, sommeliers e enófilos, pois atua como um limpador das papilas gustativas e não interfere no sabor de bebidas e dos alimentos.

A fonte de VOSS, localiza-se em um ambiente primitivo no deserto gelado do sul da Noruega, a água é elevada à superfície de maneira natural sem a utilização de bombas, a partir de um aqüífero totalmente protegido do ar e qualquer tipo de contaminação externa. Ela é diretamente envasada na fonte, sem nenhum processo de tratamento e filtragem.

Seu design minimalista é uma criação do ex-diretor artístico de Calvin Klein, Neil Kraft e alude ao universo perfumista, refletindo a singularidade da água, dos elementos básicos da natureza norueguesa e da fonte intocada.

Disponível em embalagens de vidro, com e sem gás e pet, nessa versão somente sem gás.

Precificação**:Vidro |Still & Sparkling (375ml) – R$ 12,00 |Still & Sparkling ( 800ml) – R$ 21,00. Pet:330ml – R$ 8,00| 500ml – R$ 12,00|850ml – R$ 17,00. *TDS (Total Dissolved Solids): são os minerais encontrados na água. ** Os preços citados servem somente como referência e podem variar nos pontos de venda.

Importação exclusiva no Brasil pela Casa Flora e Porto a Porto:www.casaflora.com.br – SAC: (11) 3327-5199|www.portoaporto.com.br |VOSS USA Inc.:www.vosswater.com .

 

Fonte: Revista Fator

Vendas do Calor: Ar condicionado e Água Mineral

Água Mineral

Mais calor, mais sede. A venda de água mineral também aumentou com as ondas de calor das últimas semanas. Segundo a Associação das Distribuidoras de Água Mineral do Rio Grande do Sul, a procura cresceu 20% em relação ao mesmo período do ano passado. Para suportar a demanda maior, foram contratadas 5% mais pessoas.

Em locais onde há estiagem, as vendas subiram bem mais: 45%, ressalta o vice-presidente, Leandro Greff. Para fevereiro, a previsão é alta de 15% e manter os trabalhadores contratados em janeiro.

Mais oportunidades de contratação, no entanto, devem aparecer em março.

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Link: http://wp.clicrbs.com.br/acertodecontas/2012/02/02/consumo-do-calor-ar-condicionado-e-agua-mineral/?topo=52,1,1,,171,e171

 

Verão Incrível FRUKI

Já está valendo a campanha do Verão Incrível FRUKI! A promoção, de abrangência estadual, tem duas modalidades de concursos culturais.
Em ambas o prêmio é nada mais, nada menos que um ano de FRUKI grátis!!!
No PDV os consumidores poderão participar ao criar uma frase que relate seu verão incrível. As urnas, os regulamentos e cupons estão disponíveis nos supermercados participantes.
Na Internet utilizamos o Facebook como principal ferramenta de divulgação. Na Fan Page Fruki Guaraná o concurso é fotográfico. Os 10 autores das fotos que retratam um Verão Incrível que forem mais “curtidas” serão os vencedores.

Entre os materiais que desenvolvemos para divulgação da campanha nos PDVs estão cartazes, móbiles, displays, stoppers, gargaleiras e topos de ilha.

 

Publicado por: blogattitude em: janeiro 30, 2012

 

Garibaldi quer atrair Bebidas Fruki

 

Prefeitura apresenta propostas para instalação da fábrica no município

A Empresa de Bebidas Fruki SA está voltada a ampliar sua área de produção e busca na Região uma área de terras para execução desse projeto. O Secretário de Planejamento e Indústria e Comércio de Garibaldi, Carlos Mânica, esteve na semana passada visitando o Diretor Presidente da Fruki SA, Nelson Eggers, que recebeu um “dôssier” com 44 páginas contendo todas as vantagens que o município oferecer, além de uma área de terras com água potável, ponto primordial das necessidades para a definição desse objetivo e de se localizar próxima a Rodovia Rota do Sol.

O secretário Carlos Mânica confirmou a presença do empresário Nelson Eggers em Garibaldi tão logo o mesmo voltar de viagem programada para a Europa afim de conversar diretamente com o prefeito Cirano Cisilotto.

Em recente pronunciamento, o empresário Eggers disse que a empresa exporta pouco no momento, mas para 2012 contruirá prédio em Canoas para melhor distribuição, numa área de 12 mil metros quadrados e que busca essa área para ampliar e diversificar a linha de produção com sucos, chás, energéticos e bebidas à base de soja. Para 2013 deverá também ampliar a fábrica sede de Lajeado. A Fruki representa 13 % da produção de bebidas no Estado do Rio Grande do Sul, pretendendo
atingir 21% em breve.

Fonte: Benito Rosa/RSCOM/Garibaldi

Fiscalização da SMIC nas Distribuidoras de Água Mineral em 25-01-2012

Assista o Vídeo  exibido no dia 25/01/2012 no Jornal Band Cidade, onde fiscais da Smic, fazem vistorias no setor de  Água Mineral em Porto Alegre

<http://www.bandrs.com.br/bandcast/index.php?main=vervideo&tab=bandcast&id=7093

Facebook Associação dos Distribuidores Água Mineral

Sustentabilidade ajuda empresa a ganhar mercado de Água Mineral

 

Brasília – No município de Macaíba, no Rio Grande do Norte, a empresa de água mineral Cristalina ganhou confiança e credibilidade no mercado não só pelo seu criterioso processo de produção, mas também pela preocupação com o desenvolvimento sustentável.

A iniciativa do empresário Djalma Barbosa da Cunha Júnior é um dos destaques da série Super Ideias, realizada pelo Canal Futura em parceria com o Sebrae. Composta por interprogramas exibidos nos intervalos da programação da emissora, a série mostra casos como o de Djalma, que alavancou os negócios com a implantação de ações sustentáveis em seu empreendimento.

A história da empresa começou em 1992, quando o pai do empresário comprou uma propriedade em Macaíba para criar gado e plantar mamão. Ao construir um poço destinado ao abastecimento e plantio, ele descobriu uma fonte de água de excelente qualidade. Foi aí que os planos mudaram.

Dois anos depois, surgiu a Cristalina, com a proposta de oferecer água mineral de qualidade para todo o Nordeste a partir de fontes originadas no lençol freático do local. A empresa logo se destacou por seus cuidados com o processo produtivo e preocupação com o manancial.

Paralelamente ao sucesso do produto, o empresário também se preocupava com a redução de desperdícios e o reaproveitamento da água. Um exemplo é a reutilização da água da lavagem dos vasilhames na limpeza e nos jardins da propriedade. “Um empreendimento sustentável, onde existem controle e monitoramento contínuo, é uma empresa respeitada. Consequentemente, as ações trazem resultados favoráveis à sobrevivência dessa empresa”, afirma Djalma.

Atualmente, a Cristalina também possui poços no município de Apodi, região oeste do estado. A água passa por análises diárias nos próprios laboratórios das fábricas, para garantir o alto nível de pureza do produto, que é comercializado também nos estados do Pará, Ceará e Maranhão.

Serviço:
Agência Sebrae de Notícias: (61) 3243-7852/ 2107- 9104/ 3243-7851/ 9977-9529
Central de Relacionamento Sebrae: 0800 570 0800
www.agenciasebrae.com.br
www.twitter.com/sebrae
www.facebook.com/sebrae

Smic vistoria comércio de água mineral

25/01/2012 17:45:00

         A equipe de fiscalização localizada (SFAL) da Secretaria Municipal da Produção, Indústria e Comércio (Smic) realizou na tarde desta quarta-feira, 25, mais uma ação Água Mineral. Foi verificada a regularidade administrativa dos estabelecimentos de comércio, distribuição e armazenamento de água mineral, em atenção à lei 12/75 e à lei n.º 9944/2006. Foram realizadas 13 vistorias nos bairros Mont´Serrat, Floresta e Higienópolis, sendo emitidas duas notificações de irregularidade, um auto de infração e um auto de notificação.

 

Texto de: Aline Brum
Edição de: Pedro Fernando Garcia de Macedo
Autorizada a reprodução dos textos, desde que a fonte seja citada.

REPORTAGEM RBS TV

Consumo de água Mineral cresce no Estado, veja a reportagem no endereço abaixo,com a seguinte correção, a venda de 50 mil litros é do mercado todo e não da distribuidora:

http://www.youtube.com/aguasaudavel#p/a/f/0/yI36W7fhXDM

 

http://g1.globo.com/rs/rio-grande-do-sul/rbs-noticias/videos/t/edicoes/v/a-seca-e-o-calor-dos-ultimos-dias-fizeram-com-que-o-consumo-de-agua-aumentasse-no-rs/1767554/

Divulgada lista de águas minerais indicadas para consumo humano no Ceará

        No Ceará, há 46 empresas de águas minerais e de águas adicionadas de sais com registro no Ministério da Saúde após terem passado por um processo de coleta e análise no Laboratório Central de Saúde Pública do Estado (Lacen). Estão de acordo com os padrões sanitários da Agência Nacional de Vigilância Sanitária e portanto indicadas para o consumo humano.

       Com a divulgação da lista das águas (clique aqui e acesse), a Secretaria da Saúde do Estado quer que os consumidores tenham acesso a informação segura de qual água deve levar para casa e qual água não deve comprar. As águas e empresas que não aparecem na lista estão irregulares junto a vigilância sanitária da Coordenadoria de Promoção e Proteção à Saúde da Sesa.

Águas minerais naturais, segundo o Código de Águas do Brasil, no artigo 1º, “são aquelas provenientes de fontes naturais ou de fontes artificialmente captadas que possuam composição química ou propriedades físicas ou físico-químicas distintas das águas comuns, com características que confiram uma ação medicamentosa”. O código destaca que as águas minerais naturais são classificadas segundo as características permanentes e ainda conforme as características inerentes às fontes. Já água purificada adicionada de sais são preparadas artificialmente a partir de qualquer captação , tratamento e adicionada de sais de uso permitido, podendo ser gaseificada com dióxido de carbono de padrão alimentício.

Fonte: Sesa

RELAÇÃO DAS EMPRESAS DE ÁGUAS MINERAIS,
COM REGISTRO NO MINISTÉRIO DA SAÚDE
Empresa/ Marca Localidade
01 Litorágua Águas Minerais Ltda
Marca:Litorágua
Aquiraz/CE
02 Agro Comercial Acácia Ltda
Marca: Acácia
Ipu/CE
04 Mineradora de Água Límpida
Marca: Límpida
Aquiraz/CE
05 São Felix Ind. De Mineração Ltda
Marca: Pacoty
Pacoti/CE
06 São Geraldo Águas Minerais Ltda
Marca:São Geraldo
Juazeiro do Norte/CE
07 Serrabella Mineração e Abastecimento de Água Ltda
Marca:Serrabella
Crato/CE
08 Indaiá Brasil Águas Minerais Ltda
Marca:Indaiá
Fortaleza/CE
09 Florágua Ind. E Com de Águas Minerais
Marcas: Adorágua
São Gonçalo do Amarante/CE
10 Ypióca Aguas Minerais Ind. E Com.
Marca: Naturágua
Fortaleza/CE
11 Serra Grande Industria de Mineração Ltda-ME
Marca: Serra Grande
São Benedito/ CE
12 Nevágua Ind. e Com. De Águas
Marca: Neblina
Guaramiranga/CE
13 Mais Sabor Mineração Ltda
Marca: Acquality
Aquiraz/CE
14 Orvalho da Serra Com e Ind. De Recursos Minerais LTDA
Marca: Orvalho da Serra
Guaraciaba do Norte/CE
15 Bringel & Carvalho Ind. de Bebidas Ltda
Marca:Castelo
Barbalha/CE
16 Maranhão Mineração Ltda
Marca: Olympia
Pacoti / CE
17 Mawir Águas Ind. E Com. Ltda
Marca: Cambará
Crato/CE

RELAÇÃO DAS EMPRESAS DE AGUAS ADICIONADAS
DE SAIS COM REGISTRO NO MINISTÉRIO DA SAÚDE

 

Empresa/Marca

Local

01 J. Secundino de Oliveira
Marca: Clareza
Fortaleza/CE
02 Cristalina Alimentos e Bebidas Ltda
Marca: Santa Sophia
Fortaleza/CE
03 José Irapuan Freitas Maciel Filho – ME
Marca: São Francisco
Fortaleza/CE
04 Aguas Leves Ind. Com. de Águas
Marca: Bonágua
Fortaleza/CE
05 Nossa Agua Ind. Com. de Água
Marca: Nossa Agua
Aquiraz/CE
06 Agroindustrial Mota Ltda
Marca: Hialina
Senador Pompeu/CE
07 Minerágua Captação, Trat. Distr. de Água Ltda.
Marca: Ouro Azul
Fortaleza/CE
08 Augusto e Silva Água Ltda.
Marca: Fortágua
Fortaleza/CE
09 Midol – Mineração Dolomita Ltda
Marca: Ricca
Fortaleza/CE
10 Cachoeira das Águas Ind. E Com. de Águas
Marca: Apodi
Tabuleiro do Norte/CE
11 Top Águas Ltda
Marca: Sagrada
Aquiraz/CE
12 L.W. Agropecuária e Industrial
Marca: Clara
Aquiraz/CE
13 Iracema Ind. e Com. de Águas Ltda
Marca: Iracema
Forteza/CE
14 Alipio Cavalcante Mota -ME
Marca: Santiago
Fortaleza-CE
15 Clarafina Ind. e Com. de Água
Marca: Clarafina
Fortaleza-CE
16 WA Industria e Comércio
Marca: Plurágua
Fortaleza/CE
17 Renágua Ind. e Com. de Água Ltda
Marca: Renágua
Fortaleza/CE
18 S.A. de Vasconcelos – ME
Marca: São Gonçalo
São Gonçalo/CE
19 A. S. Verçosa – ME
Marca: Santa Marta
Fortaleza/CE
20 Fortalina Ind. e Com. de Água
Marca: Fortalina
Fortaleza/CE
21 Akiágua Ind. e Com. ee águas Ltda
Marca: Akiágua
Fortaleza/CE
22 Floralda Águas Envasadas Ltda
Marca: Lipe
Caucaia/CE
23 Quixeramobim Águas Ltda
Marca: Quiágua
Quixeramobim/CE
24 Aquavi Ind. e Com. de Água Ltda
Marca: Aquavi
Pacatuba/CE
25 Cachoeira da Serra Ind. e Com. de Água Ltda
Marca: Cachoeira
Maracanaú/CE
26 Francisco das Chagas Pontes Filho
Marca: Água Primavera
Fortaleza/CE
27 M. Garcia Com. e Ind. de Águas Ltda
Marca: Pingo Azul
Maracanaú/CE
28 Mayara Alves de Saúde – ME
Marca: São Mateus
Fortaleza/CE
29 Perola Ind. e Com. de Água Ltda
Marca: Perola
Fortaleza/CE
30 Purazul Ind. e Com. de Água Ltda
Marca: Purazul
Caucaia/CE

Atualizado em: 26 de dezembro de 2011

Justiça determina que garrafões de água mineral tenham data de validade

 

VALIDADE DOS GARRAFÕES DE ÁGUA MINERAL

http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2012/01/justica-determina-que-garrafoes-de-agua-mineral-tenham-data-de-validade.html

A água sem gás tem limite de um ano. Já a água com gás, de três meses, no máximo. Garrafas plásticas não devem ser reaproveitadas.

 Os consumidores brasileiros devem ficar atentos. Empresas que não respeitavam a data de validade dos garrafões de água mineral foram derrotadas na Justiça e agora vão ter que aceitar as regras determinadas pelo órgão que regulamenta o setor.

Água, em si, não tem prazo de validade. Só quando é armazenada, industrializada. Será que os consumidores dos mais de oito bilhões de litros vendidos por ano no Brasil sabem disso? “Com sinceridade, olhei só o preço”, revela um consumidor.

“A partir de um ano podem alguns microorganismos naturais, da própria água, se desenvolver. Não há risco à saúde, mas ela vai perder aquelas características, o paladar que você já está acostumado com sua água”, explica a bioquímica Petra Sanchez.

A água sem gás tem limite de um ano. Já a água com gás dura menos, exatamente porque vai perdendo as bolhinhas: no máximo três meses. Descartáveis, as garrafas plásticas não devem ser reaproveitadas.

Mas 57% da água mineral são consumidos em recipientes retornáveis, de até 20 litros. A vida útil deles, estabelecida pelo departamento nacional de produção mineral é de três anos. Algumas empresas resistiram a isso até o fim do ano passado, quando foram derrotadas na Justiça.

Em três anos, vasilhames são reutilizados, em média, 150 vezes. É claro que eles se desgastam mais por fora, pelo transporte, mas a própria lavagem, por dentro, também pode provocar certas ranhuras que comprometem a higiene.

“Se ficar, durante a lavagem, alguma bactéria ou alguma célula de algas, quando ela vai para o consumidor e o consumidor expõe à luz, essas bactérias se multiplicam e alteram completamente a qualidade do produto”, afirma a especialista Petra Sanchez. Ou seja, é preciso observar bem as datas de fabricação e vencimento do garrafão.

A água dentro deles também deve ter prazo de validade, estabelecido pelo engarrafador. Ele varia de 60 a 90 dias, com o vasilhame lacrado. Depois de aberto, a recomendação é consumir em duas semanas.

Água Crystal lança garrafa com até 30% de material vegetal e leva consumidores para St.Maarten e Fernando de Noronha

Promoção criada pela Átomo Comunicação está presente em mais de 700 lojas em SP e MG.

De 12 de dezembro de 2011 a 12 de fevereiro de 2012, a marca de água mineral Crystal realiza a promoção “Crystal, Mais vida em você”, que sorteará 01 viagem para a ilha de St.Maarten, no Caribe, 06 viagens para Fernando de Noronha e 28 Day Spa para casal. A ação tem como objetivo disseminar a consciência ambiental e estreitar o relacionamento com os consumidores.<!–[endif]–>

Utilizando a tecnologia PlantBottle, a garrafa PET possui até 30% de sua matéria-prima em origem no etanol da cana de açúcar, e não no petróleo, reduzindo em cerca de 20% as emissões de dióxido de carbono.

Marca da Coca-Cola Brasil, a Água Crystal é uma bebida natural, saudável e de alta qualidade, destinada a pessoas interessadas em qualidade de vida e principalmente preocupadas com o meio ambiente. Por este motivo, a escolha dos destinos da promoção.

Para participar da promoção, os consumidores devem comprar um dos produtos Água Crystal, em uma das lojas participante e preencher o cadastro, informando o cupom fiscal via hotsite: www.crystalmaisvidaemvoce.com.br.

Para cada produto cadastrado, o consumidor recebe uma determinada quantidade de números da sorte que garantem a participação em um sorteio via Loteria Federal, para concorrer aos prêmios.

Praças participantes e premiações: • São Paulo: 01 viagem para St.Maarten / 03 viagens para Fernando de Noronha |• Minas Gerais: 03 viagens para Fernando de Noronha |28 Day Spa Casal no Spa Mais Vida|.O regulamento completo da promoção está em www.crystalmaisvidaemvoce.com.br

Átomo Comunicação-Fundada em Abril de 2002 por Odilon Machado, profissional de Marketing que dirigiu marcas como Itautec Philco, Malory e Moulinex, conta com equipe mista de executivos de marketing e profissionais de agência. Atualmente com 39 colaboradores, suas áreas de Planejamento, Mídia, Criação, Operação e Logística trabalham juntas para refinar a estratégia de comunicação. Focada na necessidade do cliente a proposta busca sempre a disciplina de marketing certa para o projeto.

Fonte: Revista Fator

Disputa pela fábrica da Fruki envolve pelo menos 30 cidades

Clarisse de Freitas

Pelo menos 30 municípios gaúchos já procuraram a Fruki oferecendo áreas para a instalação da nova unidade industrial da empresa. O empreendimento faz parte do plano de expansão da fabricante de bebidas de Lajeado, que inclui a ampliação da linha de produção na matriz e a construção de um novo centro de distribuição em Canoas, cujas obras devem começar em fevereiro. No total, a companhia está investindo R$ 60 milhões, sendo R$ 30 milhões para a fábrica a ser construída e R$ 15 milhões para cada um dos outros projetos.

Quem estuda as propostas das cidades interessadas em receber a planta industrial é o diretor-presidente da Fruki, Nelson Eggers. “Pessoalmente, eu gostaria que a nova fábrica não ficasse muito distante de Lajeado porque algumas partes da infraestrutura, como laboratórios, manutenção, treinamento e recursos humanos, vão permanecer na matriz”, indica, sem citar quais as propostas parecem mais atraentes até o momento.

Segundo o empresário, a previsão é aplicar cerca de R$ 30 milhões na construção de uma nova planta industrial para ampliar a linha de produtos da empresa. Devem ser produzidos sucos, chás, bebidas vitaminadas, energéticos, isotônicos e à base de soja. “Esse é um mercado incipiente, tem produtos até desconhecidos aqui”, observa Eggers. “A previsão é de que as operações da nova planta comecem no final de 2013, início de 2014″, diz o executivo, ao projetar que serão gerados cerca de 40 postos de trabalho – a maior parte na produção e, alguns, na administração.

Obra em Canoas deve começar em fevereiro

As obras do novo centro de distribuição da Fruki devem começar nas próximas semanas em Canoas. “Adoraria que fosse ainda em fevereiro”, diz o diretor-presidente da companhia, Nelson Eggers, ao ressaltar que o investimento de R$ 15 milhões na Região Metropolitana é o passo inicial de um projeto de expansão da companhia. A empresa irá construir, em terreno próprio de 40 mil metros quadrados de área (próximo às instalações da Petrobras), uma estrutura de 15 mil metros quadrados que irá abrigar o departamento comercial e terá, no pátio, estacionamento para 200 caminhões.

As operações feitas atualmente em Cachoeirinha serão transferidas para esse novo local até o final do ano, segundo o cronograma das obras. “Estamos em Cachoeirinha em um prédio que não é nosso e que está ficando pequeno. Vamos transferir para uma área própria, com capacidade para atender ao crescimento de pelo menos cinco anos”, aponta o empresário. Segundo Eggers, os investimentos feitos em Canoas serão financiados com recursos próprios e terão apenas os incentivos municipais.

O centro de distribuição terá capacidade para abrigar até 200 trabalhadores, divididos basicamente entre a equipe de vendas (sobretudo vendedores externos), e a estrutura logística (entregadores e motoristas). A partir de Canoas serão atendidos os 10 mil clientes atuais da Fruki na Região Metropolitana e, segundo Eggers, essa será a base para a conquista de mercado. Atualmente, a marca possui cerca de 13% do mercado de refrigerantes e 18% do mercado de água mineral.

Esses produtos, feitos na unidade de Lajeado, terão suas linhas de produção ampliadas em 2014, na etapa final da expansão da Fruki. “O nosso volume de vendas cresceu, em 2011, 8,5% e deve crescer outros 8% em 2012. Para dar conta desse crescimento orgânico, planejamos daqui a dois anos ampliar a capacidade em até 40%. Nessa etapa devemos aplicar outros R$ 15 milhões”, diz o empresário.

Para realizar o investimento, o empresário diz que ainda estuda as fontes de financiamento. “Estamos conversando com o governo do Estado e é provável que tenhamos benefícios do Fundopem e que o investimento seja feito com recursos do Bndes, via Badesul”, detalha. Mesmo que a direção da empresa não aponte as cidades que disputam o investimento, fontes do mercado apontam localidades com maior potencial para ficar com a fábrica, como Espumoso, Paverama e Casca.

O prefeito de Espumoso, Zelindo Signor Neto (PDT), afirma que o município possui uma área de 25 hectares, próxima à zona urbana, que pode ser transformada em distrito industrial para receber a empresa. “Entendemos que temos alguns pontos que podem ser avaliados negativamente pela Fruki, como a localização. Mas temos como grande vantagem a qualidade da água, a oferta de uma área nobre e uma comunidade de 12 mil habitantes na área urbana extremamente pacífica”, enumera o chefe do Executivo.

Já Paverama apela às emoções do empresário Nelson Eggers. “Nelson é filho de Paverama e temos certeza de que ele considera com carinho a possibilidade de instalar a fábrica aqui”, afirma o prefeito Elemar Rui Dickel. Segundo ele, será concedida à empresa toda a infraestrutura necessária para a instalação e a administração municipal já tem em vista uma área que pode ser cedida para a nova fábrica.

Ari Domingos Colvilla, chefe do gabinete do prefeito de Casca, Alan Chagas, revela que o município apresentou à Fruki uma oferta bastante estruturada. A cidade, que abrigou uma subsidiária de refrigerantes da Brahma até a década de 1980, se propõe a oferecer um terreno e toda a infraestrutura para ficar com a nova fábrica. “Queremos reativar o setor de bebidas porque aqui temos água abundante e de boa qualidade”, completa.

Venda de água mineral aumenta 50% em algumas regiões do Estado em função do calor

Os preços variam entre R$ 7,50 e R$ 12,50

Em Porto Alegre e região Metropolitana, o consumo de água mineral em garrafas e bombonas aumentou 30%. No interior, principalmente nas cidades que sofrem com a seca, o crescimento foi de 50%, segundo dados da Associação dos Distribuidores de Água Mineral do Rio Grande do Sul. Com a alta nas vendas, o produto também sofreu um reajuste: cerca de 20% mais caro que no ano passado. 

O vice-presidente da Associação, Leandro Greff, afirma que é importante o consumidor verificar se o distribuidor de água mineral é confiável. A forma mais segura é saber se a empresa tem álvara da prefeitura. Além disso, o local de armazenamento também deve ser observado: as garrafas não podem estar no chão ou no sol.

Para uma água ser considerada confiável para consumo, a garrafa tem de estar lacrada e rotulada, com data de validade de até 3 anos e a população não deve se deixar iludir pelo preço baixo. O Rio Grande do Sul é o quarto maior consumidor de água do país e conta hoje com 22 indústrias de água mineral e 400 distribuidoras regularizadas.

Fonte: Thaís Salvagni / Rádio Guaíba

http://www.radioguaiba.com.br/Noticias/?Noticia=380990

 

Saiba onde encontrar Água Mineral Itati no litoral gaúcho

Quem estiver aproveitando o verão no litoral gaúcho pode encontrar a Água Mineral Natural Itati por lá também! A distribuição dos produtos está sendo feita nos municípios de Tramandaí, Imbé, Capão da Canoa e Xangri-lá. Confira onde encontrar, e aproveite a qualidade da Itati!

Em Imbé e Tramandaí, você encontra a Itati na Inbeer Conveniências e Cerveja Express (Av. Fernandes Bastos; 439. Tele-entrega: (51) 3684-1030).

Em Capão da Canoa e Xangri-lá, a distribuição está sendo realizada pela Agiligás Tele-água (Av. Paraguassu; 537. Tele-entrega: (51) 3625-5202).

Além da presença nos lares do litoral, a Itati também vai realizar durante toda a temporada ações nas principais praias, com degustação de água. Aproveite o veraneio com a Itati!

Fonte: www.itati.com.br

 

Fotos Água Mineral Vida Leve

Todos querem uma Nova Fábrica para a Fruki

Uma nova fábrica está nos projetos da Fruki para o próximo ano. A empresa vai construir uma nova unidade exclusivamente para a produção de sucos e chás, além do energético Frukito, atualmente envasado em Lajeado.

Pacote de investimentos deve somar cerca de R$ 60 milhões.

Para facilitar a logística, a ideia é implantar a unidade no trecho compreendido entre Lajeado e Porto Alegre.

A indústria já recebeu inúmeras propostas de municípios que oferecem uma série de benefícios. Alguns, inclusive, fora do eixo previamente escolhido para a unidade.

Mas não param por aí os investimentos da indústria de refrigerantes, que vai ampliar a capacidade da fábrica de Lajeado e construir um centro de distribuição em Canoas.

Fonte: Zero Hora – Maria Isabel Hammes

 

Fruki: crescimento movido pela TI

ERP atualizado e processo de vendas 50% mais rápido graças a um projeto em mobilidade são algumas das contribuições da TI da Fruki para acompanhar o crescimento da companhia em 2012.

A empresa, de Lajeado RS, a 112 quilômetros de Porto Alegre, normalmente destina 0,5% do seu faturamento à área de tecnologia.

“No próximo ano vai ser um pouco acima”, diz Marciano Schorr, gerente administrativo e financeiro da Fruki, sem precisar de quanto será o aumento.

Projetos para 2012
Um dos primeiros projetos de 2012 é ampliar a nova aplicação de vendas para os gerentes e supervisores da empresa.

Hoje, 100% da equipe de vendas, composta por 160 pessoas, usa o novo programa, na plataforma Android, rodando em modelos Motorola Defy.

“Foram mil horas de trabalho envolvendo dois profissionais da TI e mais quatro de outras áreas. O retorno é muito mais em termos de qualidade do atendimento, mas prevemos que o tempo para efetuar as compras caia pela metade”, diz Schorr.

Quando utilizada por todos os envolvidos em vendas, o app será utilizado por mais de 200 pessoas.

Além da mobilidade, a Fruki vai migrar a plataforma do seu ERP, da Datasul, para a nova versão, que vai agregar um módulo de BI à ferramenta.

A mudança vai demandar também investimentos em infraestrutura de banco de dados e servidores.

“Nos últimos três anos crescemos 60%. Investir em TI é relevante para garantir esse crescimento”, garante Schorr.

Novos investimentos
No início de dezembro, a Fruki anunciou que investirá R$ 60 milhões do início de 2012 até meados de 2014 para construir uma nova fábrica.

O plano é diversificar o portfólio e aumentar a fatia no mercado gaúcho de refrigerantes.

Além disso, a expansão da matriz pretende desafogar as linhas de refrigerantes e de água mineral em embalagens PET, que no verão já operam no teto da capacidade e serão ampliadas em 100% e 50%, respectivamente, até 2014.

O tamanho da nova fábrica ainda não está definido, mas estima-se um aporte de R$ 30 milhões, investidos numa área de 20 hectares a no máximo 30 km de distância de Lajeado.

A construção deve começar no segundo semestre de 2012 e durar um ano.

Com capacidade de produzir 300 milhões de litros por ano em Lajeado, a Fruki prevê uma receita bruta de R$ 160 milhões em 2011, frente aos R$ 139,1 milhões de 2010.

Há três anos, a Fruki trocou o ERP, dentro de investimento anual estimado em R$ 1 milhão em TI. Hoje, a equipe de TI tem nove profissionais. Ao todo, a empresa tem 700 empregados.

Fonte: Baguete

Defesa Civil do RJ envia água mineral vencida para Vítimas da Chuva

 

A Defesa Civil Estadual enviou para Italva, nesta quinta-feira (5), no norte do Estado do Rio de Janeiro, garrafas de água potável vencidas há um mês para a prefeitura do município. Das 785 garrafas de um litro e meio, 755 estavam com o prazo de validade vencido no último dia 4 de dezembro.

A cidade está em estado de emergência e com cerca de 6.000 pessoas desalojadas, quase metade da população. Por causa dos alagamentos, o município está sem o único hospital – a Santa Casa de Misericórdia – e também a única farmácia popular.

De acordo com o prefeito de Italva, Joelson Soares, caso o governo do Estado não envie ajuda, em breve, ele decretará estado de calamidade pública. O rio Muriaé corta a cidade e está acima de seu nível normal.

- Precisamos de remédios e de médicos, que são de fora e não conseguem chegar à cidade por causa das interdições da BR-356. Precisamos de mais apoio, a situação é complicada.

O abastecimento de água na cidade também está comprometido porque as bombas da Cedae (Companhia Estadual de Água e Esgoto) estão submersas no alagamento. Soares pede que a população evite consumir água das torneiras. As agências bancárias e os Correios também estão fechados.

- Já tem gente com diarreia e vômito.

O coronel Sérgio Simões, comandante do Corpo de Bombeiros e da Defesa Civil, que esteve em Italva nesta quinta, disse que a água foi encaminhada pela Cruz Vermelha para que a defesa distribuísse. 

Por meio de nota, a Cruz Vermelha informou que manter um controle rígido das doações e que um lote de águas vencidas estava misturado às caixas com prazo válido. A organização lamenta o episódio e classificou o caso como isolado.

 

Fonte: r7.com

Grêmio coloca sua água mineral no mercado

 

A estimativa de venda para o primeiro ano é de 10 milhões de litros

O Grêmio FBPA está colocando no mercado novo produto para o torcedor gremista. Em parceria com a Fama Licenciamentos, o clube está lançando a água mineral do tricolor, produzida pela Mineradora Campo Branco, localizada no município gaúcho de Progresso. Para o Diretor de Marketing do Grêmio, Paulo Cesar Verardi, a parceria permite que o torcedor tenha acesso a mais esse produto e contribua assim para o crescimento do tricolor gaúcho.

A água mineral do Grêmio estará disponível nas embalagens de 5 litros, 1,5 litro e 500ml. O água começa a ser disponibilizada a partir desse mês nas grandes redes comerciais em todo o Rio Grande do Sul. A distribuição no Estado será feita pelas distribuidoras Armazém das Águas (em Porto Alegre e região metropolitana) e Crestani Distribuidora de Água Mineral (interior).

FELIZ NATAL !!!!!! FELIZ NATAL !!!!!!

      A Associação dos Distribuidores de Água Minneral do Estado do Rio Grande do Sul (Adam-RS), deseja a todos os seus sócios, admiradores, imprensa e amigos votos de Feliz Natal.

 PAZ E BENÇÃO

ANÚNCIO ÁGUA MINERAL SERRA MAIOR

JORNAL ÁGUA VIVA

Edição de Número 18 do Jornal da Água Mineral Itati

http://www.itati.com.br/din/informativos/d22c8bb092610b039e0c07265cde11b2.pdf

Corrida de Natal em Canoas

No último sábado, dia 10, Canoas inteira se movimentou na Corrida de Natal! Cerca de mil atletas de toda a região se reuniram no município para participar da primeira edição da corrida, e entre eles estava nosso para-atleta João Correa, destaque na categoria deficientes físicos.

Apoiando João e, claro, oferecendo água a todos os participantes e público presente, a Água Mineral Natural Itati esteve na Corrida de Natal de Canoas também! Todo mundo pode aproveitar a água da família gaúcha no dia bonito de sol enquanto prestigiava ou participava da corrida.

Para ver mais fotos do evento, acesse nossa página no Facebook!

E parabéns ao João Correa pela participação na primeira Corrida de Natal de Canoas!

 

Fonte: Blog Água Mineral Itati

Itapecerica produz e comercializa água mineral

Karen Santiago | Atualizado em: 11/12/2011 00:00:00
itapKaren SantiagoItapeágua é uma das fontes vendidas na cidade

Muita gente não sabe, mas a cidade de Itapecerica da Serra caracteriza-se como uma das maiores produtoras de água mineral, natural, pura e cristalina. Essa água, indispensável para a saúde do ser humano é engarrafada e abastece o comércio de bebidas. Ao todo, a cidade conta com quatro distribuidoras do líquido, Embu das Artes, Juquitiba e São Lourenço também abastecem o comércio de toda a grande São Paulo, somando na região 12 engarrafadoras.

O principal motivo para essa água ser natural é não contar com resíduos, segundo Reinaldo Antônio Maciel Júnior, proprietário da distribuidora da água Cristal fonte Del Rei, localizada na Régis Bittencourt (BR-116).

“Contêm resíduos (restos de urina, xixi e fezes exteriorizadas) o abastecimento de água da cidade de São Paulo e municípios vizinhos, uma vez que é disponibilizada pelas Represas do Guarapiranga e Billings e é chamada como água potável. Aqui é diferente”, explicou.

Itapecerica, por exemplo, tem água abastecida pela Represa Pedro Beicht e a propriedade da qual ela é retirada está protegida. “A vantagem de contar com água mineral e natural significa que a cidade está inserida em local ambientalmente protegido. Ela brota naturalmente, já tratada e não pode ter qualquer tipo de contaminação no agrífero”, pontuou.

De acordo com ele é o tipo de geologia que propicia a existência de água natural. “A água brota naturalmente de um lajão de granito, ela cai da chuva, infiltra na esponja e já sai tratada, por esses canos (espalhados no entorno da distribuidora) e é engarrafada e posteriormente vendida”, esclareceu.

A água mineral e natural da fonte tem o controle e autorização do Ministério das Minas e Energia. A distribuidora Água Cristal fonte Del Rei engarrafa cerca de R$ 20 milhões de litros por ano. Copo, garrafas e galões são vendidos para as cidades da grande São Paulo.

A distribuidora Aldeinha engarrafa para a Danone, Padre Colégio São Bento – Água da Serra, uma nova distribuidora chegou a Itapecerica, mas a reportagem do Jornal na Net não conseguiu contato até o fechamento da matéria e por fim, a água da fonte Del Rei distribui para a Cristal.

Embu conta com a fonte Jesuítas – água Embu / Mata Atlântica e Rocha Branca. As outras fontes de distribuidoras da região são: Condessa de São Lourenço, Vale dos Pratas, Cafezal, Brasileira.

A cidade de Itapecerica também preserva área da Mata Atlântica. Clique Aqui e confira. 

VEM AÍ AUMENTO NO PREÇO DA ÁGUA MINERAL

 
 
 
Na segunda quinzena de dezembro, o preço da água mineral sofrerá alteração. O setor acumula desde o início do ano os aumentos de 7% nos insumos (tampas e vasilhames), 10% na energia elétrica e mais de 14% nos salários dos colaboradores das fontes, em uma reavaliação de mercado os empresários concluíram que não poderão manter os preços. Portanto, o garrafão de 20 litros de água mineral deverá chegar à casa do consumidor com preço variando entre R$ 4,00 e R$ 5,00. Mesmo com o aumento, os valores ainda ficam inferiores aos praticados nos estados vizinhos, como em Pernambuco, onde o garrafão de 20 litros de água mineral custa R$ 6,00, e no Ceará o preço médio é R$ 7,00. A diferença é ainda maior quando se refere à região Sudeste, em São Paulo, por exemplo, o produto custa R$ 10,00.
 
 

Itati participa do Festival Atleta do Futuro

          Ontem, dia 11, a AFAI (Associação dos Funcionários de AGCO e MWM International) recebeu o Festival Atleta do Futuro. O evento, realizado pelo SESI Canoas, Cachoeirinha, Gravataí e de outros municípios, reuniu cerca de 400 crianças em atividades físicas e esportivas como cama elástica, futebol de areia e de salão.

         A Água Mineral Natural Itati estava lá oferecendo água para os participantes que aproveitaram essa quente tarde de domingo para se divertir e praticar esporte.

Confira mais fotos em nossa página no Facebook!

Fonte: Itati

Fonte de água mineral de Araxá deve voltar a ser explorada em 2012

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Estrutura de captação e envase passa por adequações.
Previsão é contratar de 20 a 25 funcionários para exploração.

 Do G1 TV Integração
 
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Equipamentos para exploração já foram comprados (Foto: Reprodução/ TV Integração)Equipamentos para exploração já foram
comprados (Foto: Reprodução/ TV Integração)

A fonte de água mineral de Araxá do parque do Barreiro, no Triângulo Mineiro, deve voltar a ser explorada no primeiro semestre de 2012. O anúncio foi feito pelo presidente da Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa), Ricardo Augusto Simões. A estrutura de captação e envase passa por adequações.

O prédio está em obras e segundo o chefe do departamento operacional oeste, João Batista da Silveira, além de mudanças estruturais, será preciso trocar a tubulação, tanques e bombas.

A exploração da fonte está suspensa desde 2005, quando a empresa que detinha a concessão perdeu uma disputa judicial para o governo de Minas Gerais. Com todos os equipamentos comprados e as licitações concluídas, a Copasa garantiu que não vai haver mais atraso. Para não danificar os equipamentos toda linha de produção foi coberta com lona. A intenção da subsidiária é relançar a marca com um amplo trabalho de marketing e a água de Araxá deve voltar a ser envasada em abril de 2012.

Ainda segundo a Copasa, a fonte de Araxá tem um potencial de envasamento de 70 a 85 milhões de litros por ano. A previsão é contratar, inicialmente, de 20 a 25 funcionários para a exploração.

Central de Distribuição Fonte da Lomba

 

Minas e Energia aprova isenção fiscal para produção de água mineral

 

A Comissão de Minas e Energia aprovou na quarta-feira (23) o Projeto de Lei 1999/11, do deputado Marcos Montes (PSD-MG), que isenta a produção de água mineral e água gaseificada do pagamento de Pis/Pasep e Cofins.

A proposta altera a Lei 10.925/04, que já isenta produção de insumos e defensivos agropecuários e de alguns derivados do leite e do trigo.

O relator, deputado Bernardo Santana de Vasconcelos (PR-MG), recomendou a aprovação. Ele ressaltou que a água mineral representa um bem essencial à vida, sendo o seu uso comum nos casos de calamidades climáticas, como secas e enchentes, ou de desastres naturais e acidentes ambientais, em que as fontes disponíveis de água potável tornam-se inexistentes. “É mais do que justa a proposta”, disse.

Tramitação
O projeto, que tramita de forma conclusiva, ainda será analisado pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Íntegra da proposta:

Reportagem – Oscar Telles
Edição – Daniella Cronemberger
 
Fonte: Agência Câmara de Notícias

Empresa britânica transforma garrafões de água em arma de guerra

 

Canhão ‘Wall Breaker’ lança garrafas contra alvos resistentes e é capaz de destrui-los.

Uma empresa da Grã-Bretanha está transformando garrafões de refrigeradores de água em armamentos militares.

 O equipamento Wall Breaker (Destruidor de Paredes), desenvolvido pela companhia BCB International, é um canhão que dispara garrafas de água em alta velocidade contra alvos sólidos, como paredes, sendo capaz até de destruí-los.

 O dispositvo pode ser usado diante de ameaças terroristas ou situações de resgate de reféns.

 A empresa já está exportando os equipamentos para clientes militares e companhias de segurança em todo o mundo.

Fruki lança campanha de Natal

  Fruki lança campanha de Natal

Começou dia 15, a promoção “Celebre o Natal com Fruki”, que vai presentear 10 consumidores da marca gaúcha de bebidas com um iPad cada.

O material de divulgação da ação inclui gravatinhas com cupom no verso, displays, topos de ilhas, cartazes, outdoors e busdoors. Pelo menos 1420 pontos de venda em todo o Estado estarão participando da iniciativa, que terminará em 31 de dezembro.

Para participar, o consumidor precisa responder a frase “Por que o Natal merece ser celebrado com Fruki?”. A divulgação dos ganhadores ocorrerá em 20 de janeiro.

ITATI Água Mineral e SESI – Projeto Crescendo com Arte

Itati Água Mineral Natural recebe em sua área industrial escolares para conhecer a empresa, receber informações sobre cultura, meio ambiente, responsabilidade social. Os alunos de escolas públicas de Canoas, RS, também assitem a uma peça teatral trazida pelo Sesi, e tem a oportunidade de interagir com os atores

Fluxograma Água Mineral

Nova garrafa de água da Coca tem menos PET e pode ser torcida

Éverton Oliveira – Redação Uai Meio Ambiente

 
aumentar fonte diminuir fonte imprimir
 

A Coca-Cola Brasil lança a nova garrafa Crystal Eco de água mineral sem gás, de 500 ml, que adota uma série de diferenças em relação às demais garrafas do gênero. A embalagem utiliza a tecnologia PlantBottle, que usa 20% menos PET que as versões anteriores e até 30% do PET feito a partir da cana de açúcar. A garrafa também pode ser torcida para diminuir em até 37% o seu volume. Além disso, A Crystal Eco tem uma tampinha menor, com 0,8 gramas a menos de polipropileno (um tipo de plástico) que as anteriores, já utilizada em outras bebidas da marca.

 
Além de mais leve (de 15,6 gramas para as atuais 12 gramas), a superfície da nova garrafa tem alguns sulcos que facilitam a torção da embalagem por parte do consumidor. A inovação demandou um ano de adaptação das máquinas e mais de 10 milhões de reais em investimento, segundo a empresa.
 
“Hoje, o problema da reciclagem é o espaço que o lixo exige. Muitas pessoas precisam carregar seu lixo reciclável até os pontos de coleta em sacolas enormes. As garrafas menores estimularão a reciclagem por parte do consumidor”, explica o diretor de marketing da Coca-Cola FEMSA do Brasil, Rodrigo Campos.
 
“Crystal quer convidar o consumidor a participar de ações que ajudem a aumentar reciclagem no País. Fizemos nossa parte, criando uma garrafa moderna, revolucionária e sustentável. Agora é a vez do consumidor, que ao torcer a garrafa após o consumo, diminui em 37% o volume que ela ocupa, o que facilita bastante o transporte e a reciclagem. O Brasil já é um campeão de reciclagem, mas nossas metas são ainda mais ousadas e queremos que o consumidor esteja ao nosso lado nessa jornada”, complementa Aliucha Ramos, diretora de Marketing da categoria de Hidratação da Coca-Cola Brasil.
 
O produto será lançado no Festival SWU no próximo fim de semana, mas só deve chegar aos mercados de todo Brasil a partir de janeiro. Regiões como a grande São Paulo e alguns municípios no interior do estado, grande Belo Horizonte e região serrana do estado do Rio de Janeiro receberão a novidade primeiro. A expectativa é de que em três anos, 100% das garrafas de água sem gás da marca devem seguir o padrão da nova embalagem. A estimativa é que cerca de 90 milhões de garrafas nos novos moldes saiam da fábrica da FEMSA de Mogi das Cruzes em 2012. 

China investe bilhões de dólares para tornar potável a água do mar

 Michael Wines, do The New York Times

Garrafas-plastico-agua-size-598 (ThinkStock)

Elevando-se sobre a costa do Mar de Bohai, na periferia da cidade homônima, a Usina de Energia e Dessalinização de Pequim é uma maravilha técnica que custou ao governo chinês 26 bilhões de yuans – o equivalente a cerca de 4 bilhões de dólares. Trata-se de um gerador de temperaturas ultraelevadas alimentado a carvão, com controles de poluição de última geração, combinados a avançados equipamentos israelenses, que utilizam o calor excedente para destilar água salgada e transformá-la em água doce. Embora a ideia possa ser a solução para a produção de água potável, a conta tem um pequeno problema: a água que passa pelo processo de dessalinização tem um custo de produção duas vezes maior que seu preço de venda.

 

Mesmo assim, o proprietário do complexo, um conglomerado estatal chamado SDIC, está trabalhando para quadruplicar a capacidade de dessalinização da usina, e torná-la a maior da China. “Alguém tem que perder dinheiro”, disse Guo Qigang, gerente geral da usina, em uma entrevista recente. “Somos uma empresa de propriedade do estado, e essa é nossa responsabilidade social”. Em alguns lugares, isso seria uma loucura econômica, mas, na China, a atitude é encarada como uma estratégia econômica.

 

Como fez com os painéis solares e aero geradores, o governo estabeleceu o objetivo de se tornar uma potência em mais uma nova indústria relacionada ao meio ambiente: abastecer o mundo com água doce. O projeto Beijiang, no sul de Pequim, irá fortalecer a perícia chinesa na dessalinização, afinar a economia, ajudar a construir uma estrutura industrial e, enquanto isso, diminuir a falta de água crônica em Tianjin.

 

Dessalinização – “Os fatores de política são mais importantes que os fatores econômicos”, disse Olivia Jensen, uma especialista em políticas hídricas chinesas e diretora da Infrastructure Economics, uma consultoria sediada em Cingapura. “Se o governo central diz que a dessalinização será uma área de foco, e que o dinheiro deve ir para a tecnologia de dessalinização, então isso irá acontecer”.

 

A China está rapidamente se tornando um dos maiores mercados mundiais em crescimento para a água dessalinizada. A meta mais recente é quadruplicar a produção até 2020, dos atuais 680.000 metros cúbicos diários para pelo menos 3 milhões de metros cúbicos, equivalentes à produção de quase uma dúzia de outras usinas de 200 toneladas diárias, como a que está sendo expandida em Pequim.

 

Espera-se que o mais recente plano de cinco anos da China para o setor ordene o estabelecimento de uma indústria nacional de dessalinização, segundo Guo Yozhi, que lidera a Associação de Dessalinização da China. Institutos localizados em pelo menos seis cidades chinesas pesquisam avanços em membranas, a principal tecnologia presente nas técnicas de dessalinização mais sofisticadas e de melhor custo-benefício. A Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reforma, a mais alta agência estatal de planejamento chinesa, está rascunhando planos para fornecer tratamento preferencial para companhias nacionais que fabriquem equipamentos ou patenteiem tecnologias para dessalinização. Existem rumores sobre diminuição de impostos e empréstimos a juros baixos, para encorajar a produção nacional.

 

Em uma entrevista, Guo Yozhi definiu a atuação governamental na dessalinização como “simbólica”, dizendo que o investimento governamental direto em projetos para água salgada não excede 10% de seu custo. Em comparação, disse, grandes investimentos em água como o enorme Projeto de Desvio de Águas Sul-Norte, que irá desviar água do rio Yangtzé do sul para o norte, são completamente financiados pelo governo.

 

Investimento – Ainda assim, os planos do governo poderiam significar um investimento de até 200 bilhões de yuans, ou aproximadamente 31 bilhões de dólares, das companhias estatais, agências governamentais e parceiros privados. O complexo de dessalinização de Beijiang, construído pela SDIC por ordem da Comissão de Desenvolvimento e Reforma como um projeto-conceito, foi quase completamente desenvolvido em Israel, enviado para Tianjin e montado localmente. Em todo o país, menos de 60% dos equipamentos e tecnologias de dessalinização são nacionais.

 

A meta da China é aumentar esse número para 90% até 2020, disse Jennie Peng, analista e especialista na indústria da água, no escritório de Pequim da Frost & Sullivan, empresa de consultoria sediada em San Antonio.

 

Existem muitas razões para a China querer uma indústria de dessalinização local, sendo que a menor delas não é a água doce local. Espera-se que a demanda por água na China cresça 63% até 2030 – mais que em qualquer outro lugar do planeta, segundo a Asia Water Project, uma organização de informações de mercado.

 

O norte da China há muito tempo sofre com a falta de água, e cidades de rápido crescimento como Pequim e Tianjin voltaram-se para programas extensos de reciclagem e conservação, para atenderem às necessidades. Em Tianjin, considerada uma cidade-modelo para a conservação de água, 90% da água utilizada na indústria é reciclada, 60% do sistema de irrigação da agricultura utiliza tecnologias de economia de água, e 238 quilômetros de tubulações serpenteiam abaixo da cidade. Os apartamentos situados dentro de uma área de 26 quilômetros quadrados da cidade possuem duas torneiras, uma de água potável, e uma de água reciclada, adequada para outros usos.

 

A usina Beijiang, uma de duas usinas desse tipo, abastece diariamente uma periferia em crescimento com 10.000 toneladas de água dessalinizada, e tem planos de, algum dia, bombear 180.000 toneladas. Um segundo estabelecimento com capacidade de 100.000 toneladas abastece uma enorme usina de produção de etileno, fora da cidade. A instalação enfrentou alguns obstáculos. A água destilada e livre de minerais “raspa” a ferrugem das tubulações da cidade em seu caminho até as torneiras, o que torna a água marrom e, além disso, alguns residentes desconfiam da água, dizendo que sua pureza significa que lhe faltam nutrientes. A usina está atendendo a ambas as reclamações, adicionando minerais à água.

 

Mas, alguns dizem que saciar a sede da China pode ser um efeito colateral benéfico da tentativa de atingir metas maiores. O mercado global para a tecnologia de dessalinização irá mais que quadruplicar até 2020, chegando a aproximadamente US $50 bilhões anuais, predisse em setembro a companhia de pesquisas SBI Energy _ e o aumento da escassez de água em todo o mundo parece garantir o crescimento futuro.

 

Além disso, as cada vez mais sofisticadas tecnologias de membranas que filtram o sal da água do mar podem ser aplicadas ao tratamento de esgotos, controle de poluição, e inúmeros outros usos de alta tecnologia. Ultrapassada de longe pelos produtores de membranas estrangeiros, que comandam pelo menos 85% do mercado, a China agora está decidida a desenvolver suas próprias tecnologias avançadas. Alguns especialistas dizem que é aí que reside o maior interesse por parte do governo. “Mais que para uso local, a ideia é desenvolver uma indústria de membranas chinesa”, disse Jensen, a analista de Singapura. “Essa é fundamentalmente uma indústria de exportação, e não uma indústria criada para desenvolver uma China mais ecológica”. Quaisquer que sejam suas motivações, a China já está correndo em direção a seus alvos.

 

Da mesma maneira que as indústrias estrangeiras correram para a China para garantirem um lugar no florescente mercado da energia eólica do país, a lista de empresas estrangeiras que mergulharam na indústria de dessalinização chinesa é longa: Hyflux de Singapura, Toray do Japão, Befesa da Espanha, Brack de Israel e ERI dos Estados Unidos, entre outras.

 

E, assim como os estrangeiros mudaram suas pesquisas em energia solar e produção para a China, as companhias de dessalinização estão deixando a sede para trás. A companhia norueguesa Aqualyng é parceira do governo da cidade de Pequim na construção de uma usina de dessalinização em Tangshan, cidade costeira a aproximadamente 217 quilômetros a leste de Pequim, e está estudando a mudança de suas fábricas da Europa para a China.

 

A ERI, que é sediada em São Francisco e afirma possuir a mais avançada tecnologia da indústria da dessalinização, está mudando suas instalações de pesquisa para a China. A empresa considera também a mudança de suas fábricas para daqui a alguns anos.

 

A maioria das companhias estrangeiras que atuam em território chinês formou parcerias com empresas estatais, para receber ajuda na captação de negócios e por proteção política – é preciso lembrar que o estado de direito e a proteção à propriedade intelectual são instáveis no país.

 

O presidente do conselho de administração da Aqualyng, Bernt Osthus, disse que o governo de Pequim tem sido “o mais próximo possível do parceiro ideal”, com os noruegueses controlando a tecnologia e os chineses fornecendo o dinheiro e o know-how local. Ele acrescentou, no entanto, que a empresa estava considerando uma joint venture de pesquisa com um parceiro chinês. “Ao reduzirmos nossa participação nos equipamentos, formos uma parceria com uma estatal chinesa, e realocarmos nossa produção da Europa para a China, a tecnologia efetivamente se torna chinesa”, disse ele. “Eu ainda sou o dono. Eu ainda sou o dono do meu pedaço do bolo. Estou apenas aumentando o tamanho desse bolo”. E é um bolo muito grande.

 

“Há projetos de dessalinização em larga escala por toda a costa leste da China”, disse o CEO da ERI, Thomas S. Rooney Jr. “Nossa empresa possui a mais avançada tecnologia de toda a indústria de dessalinização. E uma das ótimas características chinesas é que eles gostam de adotar as tecnologias mais avançadas”.

 

“Você pode lutar contra eles ou juntar-se a eles, e nossa filosofia é de que a China provavelmente será o próximo grande mercado para a dessalinização”, ele acrescentou. “Prefiro desenvolver tecnologia para a China na China, seguindo uma abordagem mais aberta, do que ficar com jogos de segredinhos”.

O gosto da água

        A universalização da água vai da agricultura até a harmonização de cardápios, como acontece tradicionalmente com o vinho.

         Cada vez mais surgem bares que vêm se dedicando a especialidade de servir “água”.  Água com designação de origem, com características especiais. Água para matar a sede, e especialmente para ser apreciada, interpretada, saboreada, degustada.

O direito à água integra a Declaração dos Direitos Humanos, Artigo 03, que se refere ao direito à vida (ONU).

        A nossa água, nativa, é orientada pelo Código de Águas do Brasil, conforme o Decreto-Lei 7.841, de 08 de agosto 1945, que diz: “águas minerais são aquelas provenientes de fontes naturais ou que possuam composição química ou propriedades físicas ou físico-químicas distintas das águas comuns (…)”.

         Há um crescente processo de valorização da água mineral no seu conceito de “terroir”, para se garantir identidade, e demais elementos singulares, onde a marca, a embalagem, a validade, a composição mineral, formam os principais indicadores para se ter acesso ao tipo, e ao sabor. Todos esses elementos compõem os rituais de uma verdadeira degustação e análise, como ocorre com os vinhos e outras bebidas.

        Segundo a “Mineral water of the world”, há mais de 3500 marcas no mercado, em 135 países, o que resulta em muitas ofertas, e num cardápio de diferentes sabores, procedências e características.

        A água é avaliada desde suas propriedades minerais até a embalagem. Pois, a embalagem, além de garantir a qualidade de tão precioso líquido, anuncia e dá identidade à marca.

        Muitas vezes as embalagens são especialmente desenhadas e “assinadas”, como, por exemplo, é o caso de Jean-Paul Gaultier que desenhou garrafas que foram produzidas com o cristal “Baccarat”. Ainda nesse contexto de embalagens notáveis com designer especial estão as marcas “Bling” (USA) e “Vois” (Noruega).

        Certamente a água é a bebida mais popular, uma bebida necessária e fundamental. Uma bebida que vem ganhando especialistas em sua degustação, apreciação; nas misturas, e nas criações de se fazer drinques de águas minerais.

         As atribuições medicinais da água mineral que sempre distinguiram um consumo qualitativo e definiram um mercado, agora se ampliam para a  gastronomia.

         O crescente consumo de água mineral indica preferências por procedência, estância hidromineral, composição da água, embalagem entre demais fatores que valorizam, e dão opções para o seu consumo.

        Alcalinas-bicabornatada, alcalinas-terrosas, sulfatadas, nitratadas, cloretadas, ferruginosas, carbogasosas, são algumas das características e propriedades encontras na composição das águas minerais.
Tudo isso reforça a busca crescente de produtos naturais e saudáveis no mundo. Pois, crê-se que ao beber água mineral também se bebe a natureza.

        Sem dúvida, a água é um caso que une memórias ancestrais com o “glamour” da gastronomia do século 21. Interpreta-se, atualmente, a água mineral como uma bebida para a harmonização de cardápios.
O consumo de água mineral no mundo é maior do que o de refrigerantes (2007), e esse fato revela a crescente busca pelos sabores verdadeiramente “telúricos”.

        Também, são muito valorizadas as águas de certas geleiras, de montanhas famosas, de localidades com solo vulcânico; de regiões que agreguem uma história, um sentido especial e particular, pois ao se beber aquela água mineral  “bebe-se o lugar”.

        É o mundo líquido nas suas muitas possibilidades: é a melhor “seiva” que se oferece à boca. É uma busca à mesa pela natureza. Prevalece um sentimento ancestral de purificação.

 

* Raul Lody é antropólogo, museólogo, pesquisador na área de alimentação com diversos livros publicados e, entre outras atividades, é idealizador do Museu de Gastronomia Baiana.

18 Litros de Vidro… na Venezuela

        Claro, lá eles usam sim, garrafão retornável de 18 litros de vidro.

 

http://www.aguacristal.com.ve/

Fruki é destaque em pesquisa “Melhores Empresas para Trabalhar no RS

Mais uma conquista do Sr. Nelson Eggers e de toda a equipe Fruki

LAJEADO – Uma sucessão de conquistas no âmbito empresarial se encarrega de evidenciar ainda mais o nome da Fruki no mercado gaúcho.

            A indústria lajeadense estreou na pesquisa de análise sobre o ambiente de trabalho com a 9ª colocação no ranking das Melhores Empresas para Trabalhar no RS. É o primeiro levantamento desse gênero da revista Amanhã, que realizou o trabalho com a Great Place to Work, pioneira no mundo nesse tipo de investigação. A conquista reflete a satisfação dos colaboradores, que manifestaram, em questionários, o gosto pelo trabalho no empreendimento.

          A premiação será entregue no dia 17 de novembro, em Porto Alegre.

 Em tempo

           O reconhecimento no ambiente de trabalho se dá no mesmo ano em que a Fruki conquista o Troféu Ouro no Prêmio Qualidade RS, esse, por sua vez, focado em gestão.

         Fonte: O Informativo – Simone Rockenbach

RISCO À SAÚDE PUBLICA

 

 

          A falta de fiscalização faz com que os consumidores de Água Mineral do RS recebem em casa um produto , que embora seja comprado junto a indústria, contaminado. O transporte irregular pode levar contaminação à água mineral adquirida em pontos irregulares. Conforme esta foto acima, as irregularidades são evidentes: Transportada juntamente com os Botijões de gás e sob um sol de 30 Graus, sem nenhuma proteção, o que é proibido

          Cabe , também, ao consumidor verificar de onde estão adquirindo a Água Mineral, uma vez que transportar água mineral junto a botijões de Gás é PROIBIDO, conforme especificado na seguinte lei:

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Prefeitura Municipal de Porto Alegre

 

LEI Nº 9.944, de 26 de janeiro de 2006.

  Dispõe sobre a comercialização, o armazenamento e o transporte de água mineral natural e água natural no Município de Porto Alegre e dá outras providências.

O PREFEITO MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE.

Faço saber que a Câmara Municipal aprovou e eu sanciono a seguinte Lei:

Art. 1º Os estabelecimentos que comercializam, armazenam ou realizam o transporte de água mineral natural e água natural devem, obrigatoriamente, zelar por condições adequadas e seguras de armazenagem, exposição e transporte destes produtos.

Art. 2º Os estabelecimentos citados no artigo anterior ficam proibidos de:

I – comercializar água mineral natural e água natural em:

    a) postos de combustíveis, à exceção dos que possuírem loja de conveniência, hipótese em que a comercialização e a exposição só poderão ser feitas naquele recinto;

    b) depósitos ou distribuição de gás;

    c) borracharias;

    d) oficinas mecânicas.

II – armazenar recipientes retornáveis ou não, cheios ou vazios, de água mineral natural e de água natural:

    a) em áreas abertas;

    b) em áreas que permitam a passagem de umidade ou poeira;

    c) em áreas fechadas sem ventilação;

    d) junto a produtos tóxicos e materiais de limpeza;

    e) em pisos rústicos ou em chão batido;

    f) expostos à luz solar direta;

    g) em qualquer outra situação que possa comprometer a qualidade do produto.

III – transportar recipientes de água mineral natural e de água natural, cheios ou vazios, em veículos de carroceria aberta, sem lonas e forrações impermeáveis ou com evidência de insetos, roedores, pássaros, pragas, vazamentos, umidade, materiais estranhos e odores intensos ou ainda juntamente com:

    a) animais;

    b) plantas;

    c) materiais de limpeza;

    d) cargas tóxicas;

    e) gás de cozinha.

Art. 3º As despesas decorrentes da execução desta Lei correrão por conta de dotações próprias, consignadas no orçamento vigente e suplementadas, se necessário.

Art. 4º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

PREFEITURA MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE, 26 de janeiro de 2006.

José Fogaça,
Prefeito.

Pedro Gus,
Secretário Municipal de Saúde.

Registre-se e publique-se.

Clóvis Magalhães,
Secretário Municipal de Gestão e
Acompanhamento Estratégico.

Porto Alegre: Smic vistoria comércio de água mineral

Foto: Divulgação/PMPA
Ação ocorreu nos bairros Azenha e Medianeira

Ação ocorreu nos bairros Azenha e Medianeira

          A equipe de fiscalização localizada da Secretaria Municipal da Produção, Indústria e Comércio (Smic) realizou, na tarde de segunda-feira, 17, mais uma etapa da ação Água Mineral. O objetivo foi verificar a regularidade administrativa dos locais que apresentam comércio e depósito de água mineral natural, água natural e acessórios, em atenção às Leis 12/75 e 9944/2006, que regulamentam a atividade no município. Foram vistoriados nove estabelecimentos comerciais nos bairros Azenha e Medianeira, e todos estavam de acordo com a legislação.

Professor ensina a fazer cálculos de porcentagem no Projeto Educação com exemplo da Água Mineral

Confira a diferença do preço da água em diferentes embalagens.
Ao comprar um copo de água vendido a R$ 0,80, consumidor paga mais.

Do G1 PE

 

           No Projeto Educação desta sexta-feira (28), o professor de matemática Aliomar Santos explica os cálculos de porcentagem. O exemplo é a diferença no preço da água mineral vendida em diferentes embalagens. Quando se compra em copo, ao invés de garrafão de 20 litros, o consumidor paga na água um valor com cerca de 1.000% de aumento em cima do produto.

       “Cada copinho está sendo comercializado a R$ 0,80 centavos e o garrafão, vendido a R$ 6, dá para encher 100 copinhos, ou seja, 1.233% mais caro do que a mesma água retirada de dentro do garrafão”, explica o professor.

         Comparando o preço de um garrafão com o de uma garrafa de 350 ml, vendida a R$ 1, o professor faz o seguinte cálculo: 60 garrafinhas somam R$ 60. Subtraindo R$ 6 desse valor, referente ao preço do garrafão, temos R$ 54, que dividido por 6, resulta no número 9. Para se chegar ao percentual, multiplica por 100, resultando em 900%.

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